terça-feira, 2 de outubro de 2018

Resenha O Duelo dos Imortais de Colleen Houck.


Título: O Duelo dos Imortais.
Precursor da série Deuses do Egito.
Autora: Colleen Houck.
Editora: Arqueiro.
Número de páginas: 112.
Ano de lançamento: 2017.

Sinopse:
Quem são os deuses que regem os caminhos e descaminhos de Amon e Lily, os corajosos heróis da série Deuses do Egito? Por que esses deuses tramam conquistas e vinganças, envolvendo a humanidade em suas maquinações? E por que deixam nos ombros de alguns jovens mortais a responsabilidade pela salvação do mundo? Antes que Lily e Amon se encontrassem, antes mesmo que o caos dominasse o cosmos e os deuses precisassem de três irmãos corajosos para combater o mal, muita coisa já estava em jogo. Em O duelo dos imortais, vamos conhecer a história dos quatro irmãos que assistiam, com seus poderes especiais, o grande Amon-Rá no governo da Terra: Osíris, o generoso deus da agricultura, que ajuda os mortais a crescer e prosperar em seu ambiente natural. Ísis, a linda deusa da criação, que promove a saúde e o bem-estar. Néftis, a doce vidente, que mantém o equilíbrio entre os seres vivos e o universo. E por último Seth, o mais jovem, que cresceu desprovido de poderes e desprezado por todos. Quando, finalmente, os poderes de Seth se manifestam, que efeito sobre a humanidade terá a perigosa mistura de uma infância marcada pela rejeição, uma intensa paixão não correspondida e o incrível poder de desfazer coisas, pessoas... e até deuses? Romance, traição e vingança são os fios que tecem esta trama surpreendente, cujos personagens imortais despertam em nós os mais profundos sentimentos.

Opinião:

O Duelo dos Imortais conta a história dos deuses que vimos em vários momentos nos livros na série Deuses do Egito, com foco em Seth, Osíris, Ísis, Néftis e Amon-Rá.

Seth era o único deus que não tinha poderes e em decorrência disso passava longe de ser o centro das atenções dos irmãos.

Assim, no decorrer dos anos, ele foi acumulando ódio do restante dos deuses por causa disso. Então, quando descobre seu poder de desfazer não o usa para nada produtivo, pois está tomado pelo ódio.

Ainda, Ísis, a deusa da criação, é o objeto de desejo de Seth, que, inclusive, a observa em segredo. Porém, Ísis se apaixona por Osíris, que tenta não se render a deusa, pois o romance entre os deuses é proibido.

Dessa forma, enquanto Osíris ajuda a agricultada a prosperar, Seth destroí ela, as florestas e os animais, inclusive, humanos que passem pelo seu caminho.

Por óbvio não posso contar mais sem entregar todo o livro, que tem sua narrativa própria sobre a história dos famosos deuses.

Gostei da história deles, mas em alguns momentos eles fazem muito mimimi desnecessário. Mas acho que se pode levar como uma lição de que a verdade evita muito caos.

Osíris, ao meu ver, acaba sendo o mais queridinho do livro. Seth é imundo, é a palavra que acho que o descreve. Ísis, as vezes, é sonsa demais e Néftis podia evitar tudo, mas resolve deixar a vida seguir seu curso, o que é bem irritante. Quanto a Amon-Rá, ele se faz de cego além da conta, o que o faz parecer fraco.

Por fim, reitero que é uma boa visão da história e vale a pena a leitura se você acompanhou a série Deuses do Egito.




Com isso, desfez a língua e as mãos do homem que fabricava brinquedos. Foi uma pena, porque o homem obviamente tinha talento, mas não podia existir o risco de ele falar com Ísis antes que Seth estivesse pronto. Com uma saudação debochada, Seth saiu da casa do homem que fazia brinquedos e seguiu para o banquete com seu prêmio.



Então ele se acalmou. Mesmo que Anúbis desconfiasse que era ele o responsável pelas mortes, Amon-Rá não iria necessariamente atribuí-las ao sobrenatural. Ele já tinha sido a causa do óbito de mortais antes; de muitos, na verdade.



Será que isso prejudicaria a mente ou o coração dela? Seria arriscado experimentar algo assim em sua noiva. Ele testaria em outros antes de usar seus poderes nela. Precisava que a mente dela se mantivesse intacta para que pudesse criar feitiços.



Osíris deslizou a mão até a nuca dela e se abaixou para beijar seus lábios carnudos, interrompendo-a no meio da frase e torcendo para que estivesse transmitindo a profundidade de sua emoção naquele beijo.

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