segunda-feira, 17 de abril de 2017

Resenha O Amor está no Ar de Jennifer Echols.


Título: O Amor está no Ar.
Autora: Jennifer Echols.
Editora: Pandorga.
Número de páginas: 398.
Ano de lançamento: 2014.
Compras da Caths.

Sinopse: 
Aluna do ensino médio, Leah Jones ama voar. No ar, ela facilmente se esquece de sua vida com sua mãe, sempre ausente, no bairro humilde de uma cidade praiana de Carolina do Sul. Quando seu instrutor de voo, Sr. Hall, contrata a garota para pilotar aviões em sua empresa de propagandas em banner, Leah considera o emprego sua porta de entrada para a vida longe do estacionamento de trailers. Mas quando ele morre subitamente, ela teme que sua carreira como piloto de aviões tenha chegado ao fim. Porém os jovens filhos do Sr. Halls, Alec, o garoto de ouro, e Grayson, o viciado em adrenalina, resolvem continuar o negócio do pai. Embora Leah tenha uma queda pro Grayson há anos, ela receia em se envolver em um negócio que agora parece que não vai muito longe. Até que Grayson descobre um dos piores segredos da menina. Com isso em mãos, ele a obriga a pilotar por uma razão que ele também não revela, uma razão relacionada a Alec. Agora Leah se encontra no meio de uma batalha entre irmãos, e a consequências podem ser desastrosas.

Opinião:

Como a maioria dos leitores aproveitei a promoção da Saraiva de Dia da Mulher para completar umas coleções e me lembrei que tinha esse livro que me faltava da Jennifer Echols. Obviamente eu comprei... e não me arrependi!

Leah Jones tem uma vida bem conturbada. Sua mãe engravidou cedo e faz elas ficarem se mudando com frequência, visto que é rotina ela não pagar os alugueis dos trailers.

Como Leah sempre morou em trailers do lado dos aeroportos resolveu se candidatar a uma vaga no aeroporto perto de onde mora. Acontece que assim ela conseguiu juntar dinheiro suficiente tentar conseguir uma aula de voo com o Sr. Halls. A única exigência do Sr. Halls é que a mãe dela assine a autorização. Contudo, a mãe de Leah não pode saber que a filha guardou dinheiro senão vai querer usá-lo, então Leah falsifica a assinatura da mãe e começa a ter aulas de aviação.

Importante relatar que o Sr. Halls tem dois filhos que vivem com a mãe e só vão visitá-lo, chamados Alec e Grayson. Leah tem uma paixonite por Grayson, embora nenhum deles seja amigo dela, ao contrário, pensam que Leah tem um caso com o Sr. Halls para conseguir aulas de aviação.

A medida que o tempo passa Leah começa a pilotar para o Sr. Halls, levando banners de propaganda e passando com eles pela praia. Tudo parece ir bem na vida de Leah, mas quando ela tem dezessete anos o Sr. Hall falece e o futuro do negocio fica nas mãos de Alec e Grayson.

Logo ela se vê em um enrascada, pois Grayson usa a assinatura falsificada da mãe dela para fazer Leah continuar trabalhando para eles e sair com Alec (sem dizer o motivo para isso). Mas na verdade quem se interessa por Leah é Grayson, então já viram a confusão.

Jennifer consegue me cativar nos livros dela, pois os personagens passam longe de serem santinhos. Nesse caso os protagonistas conseguem ser teimosos como mulas e nos vemos torcendo por eles enquanto estes só complicam mais a situação.

Contudo, um detalhe que me incomoda na leitura, e não sei se é erro da escritora ou da editora, é que as vezes parece que pulamos de assunto para outro sem espaço, não sei se nesses locais não deveriam ter parágrafos em branco dividindo os subcapítulos, mas notei que isso acontece em mais de uma obra dela.

Li rapidamente o livro, pois é daqueles que você pega e a história passa voando, já que você se encontra mergulhada naquele universo criado pela autora. Por fim, achei a capa linda, consegue ser bem fofinha e isso, pessoalmente, me cativa.

 
Ela dizia coisas assim o tempo todo. Às vezes ela realmente conseguia um emprego, mas o máximo de tempo que ela durou num emprego foi um mês. Fiquei observando o avião até ele desaparecer atrás dos pinheiros. Mesmo quando não via mais o avião ainda conseguia ouvir seu motor, e olhei na direção da pista para onde ele foi.

Até onde eu sabia, nunca comi fruta orgânica, com exceção, talvez, no café dos pais de Molly. Fiquei imaginando se tinham um sabor diferente e se eu seria capaz de perceber. Certamente eu nunca comprei uma fruta orgânica. Minha mãe teria um ataque se eu pagasse tudo aquilo por uma banana. Grayson e eu éramos de mundos diferentes. 


- Eu mudei naquele dia do acidente, em dezembro. Eu nunca tive medo antes. Nunca. E desde então eu tenho medo. - Ele soou tão diferente que me virei para ele.

- Sei o que, Grayson? Que ninguém vai me contratar apenas como piloto? Que todos os meus empregos como piloto virão com uma ordem extra de apelo sexual? É, estou começando a concluir isso mesmo. Não que você seja o culpado.

Clique na imagem para aumentá-la.

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