domingo, 6 de setembro de 2015

Resenha O Despertar do Príncipe de Colleen Houck.


Título: O Despertar do Príncipe.
Série: Deuses do Egito.
Autora: Colleen Houck.
Editora: Arqueiro.
Número de páginas: 384.
Ano de lançamento: 2015.
Cortesia da editora.

Sinopse:
Quando a jovem de dezessete anos, Lilliana Young, entra no Museu Metropolitano de Arte certa manhã, durante as férias de primavera, a última coisa que esperava encontrar é um príncipe egípcio ao vivo com poderes divinos, que teria despertado após mil anos de mumificação.E ela realmente não poderia imaginar ser escolhida para ajudá-lo em uma jornada épica que irá levá-los por todo globo para encontrar seus irmãos e completar uma grande cerimônia que salvará a humanidade.Mas o destino tem tomado conta de Lily, e ela, juntamente com seu príncipe sol, Amon, deverá viajar para o Vale dos Reis, despertar seus irmãos e impedir um mal em forma de um deus chamado Seth, de dominar o mundo.
Opinião:

Eu admito que estava doida por esse livro da Colleen Houck, pois sou uma apaixonada pela Saga Tigre (não, não tenho mimi com a Kelsey) então eu não pude deixar de comparar e existem alguns pontos em comuns, mas acho que todos os pontos negativos que os leitores apontaram na Saga Tigre ela conseguiu enfrentar nesse e não cair neles.

O Despertar do Príncipe é o primeiro livro da série Deuses do Egito e conta a história de três irmãos (não existem laços de sangue entre eles) que para salvar o mundo acordam de mil e mil anos e realizam uma cerimônia que mantém Apófis (Deus do Caos) afastado por mil anos.

Porém dessa vez tem um empecilho: tiraram o sarcófago de Amon do local onde deveria estar ao lado dos seus irmãos, sendo ele o primeiro a acordar deve guiar seus irmãos pelo caminho com o olho de Amon-Rá para despertá-los também. O pior é que além disso seus vasos canópicos não estão junto, onde ficam guardados seus órgãos que no caso dele são poderes, então ele termina se ligando a Lilliana para poder usar a energia dela até encontrar seus vasos e seus irmãos.

Lilliana estava preparada para um dia no Museu enquanto escolhia sua faculdade e se debatia entre seus sonhos e os dos seus pais, mas procurando um lugar isolado termina indo na área egípcia do Museu e conhecendo Amon, primeiramente acredita que ele é um louco, mas um maluco bem atraente, até que ele usa seus poderes e Lilliana vê que está metida em uma confusão, mas resolve embarcar nela, deixar de ser a cautelosa Lilliana e ser a corajosa Lily.

Existem vários traços em comum com a Saga Tigre ao meu ver, como Lily ajudando Amon e os irmãos, também deixou margem para um dos irmãos vir a se interessar por ela (mas acredito que Colleen não vá ir por esse lado) e o banho de cultura, dessa vez, egípcia.

Mas como disse os pontos que o pessoal reclamou na referida Saga não foram utilizados aqui, Lily é totalmente independente, embora tenha seus medos como todos os seres humanos, ela foca em algo e vai em frente, também não tem aquela divisão nas buscas, nessa mesma obra encontram todos os irmãos e chegam ao ponto final, o que me deixou pensando o que virá depois, mas como tem uma capítulo extra (o primeiro capítulo do próximo livro) no final você termina tendo uma noção. 

Acho que Colleen conseguiu utilizar os melhores ingredientes da Saga Tigre sem pecar nos pontos que os fãs não curtiram muito. Mas eu admito que a Saga Tigre ainda continua sendo meu amorzinho. <3

Outro ponto que aprecio muito é o bromance que tem entre os três irmãos, Amon, Asten e Ahmose, cada um tem sua personalidade e jeito marcante e que te conquista de maneiras diferentes, tenho a impressão que nossos corações ainda serão destroçados com essa série.

O Despertar do Príncipe conquistou e provou que o talento da Collen continua firme e forte e que muitas coisas diferentes vem nessa série, ao mesmo tempo que vai continuar nos dando um banho de cultura. Quanto a capa é nítido que achei linda, pelo simples fato que ela está tremendamente maravilhosa.


Ao me virar para ir embora, olhei para baixo e de repente percebi duas coisas: primeiro, que o sarcófago cheio de palha não continha nenhuma múmia; segundo, que a serragem exibia outro conjunto de pegadas além das minhas, pegadas deixadas por pés descalços e que se afastavam do sarcófago.
– Bom, pelo menos eu posso riscar 'canibal' da minha lista. Estava com medo de que você fosse me picar em pedacinhos e então sacar uma frigideira.
- Amar algo tanto assim seria um golpe cruel do destino para alguém que passa a maior parte da existência na Terra dos Mortos.
Eu conseguia distinguir as cores das estrelas a olho nu, algo que sabia ser impossível. Identifiquei os anéis de Saturno, uma estrela binária e uma galáxia distante. Então, de repente, o mundo se modificou.

3 comentários:

  1. Catrh!
    Nossa! O livro parece bem fascinante ainda mais que os Deuses do Egito se fazem presentes, não tem como não gostar.
    “Quanto mais nos elevamos, menores parecemos aos olhos daqueles que não sabem voar.”(Friedrich Nietzsche)
    cheirinhos
    Rudy
    http://rudynalva-alegriadevivereamaroquebom.blogspot.com.br/
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  2. Não li nada da autora ainda, e acabei perdendo o interesse na saga do tigre, mas este por conta do enredo envolvendo o Egito acabou me interessando, Vamos ver se leio.
    Bjs, Rose.

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  3. Olá,
    Estou ansiosa pra viver essa aventura no Egito, ja me imagino naqueles filmes da múmia que inclusive adoro... muito boa sua resenha me só fez meu interesse aumentar.
    Bjocas

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