quinta-feira, 14 de maio de 2015

Resenha Ligeiramente Maliciosos de Mary Balogh.


Título: Ligeiramente Maliciosos.
Autora: Mary Balogh.
Editora: Arqueiro.
Número de Páginas: 288.
Ano de Lançamento: 2015.
Cortesia da editora.

Sinopse:
Após sofrer um acidente com a diligência em que viajava, Judith Law fica presa à beira da estrada no que parece ser o pior dia de sua vida. No entanto, sua sorte muda quando é resgatada por Ralf Bedard, um atraente cavaleiro de sorriso zombeteiro que se prontifica a levá-la até a estalagem mais próxima. Filha de um rigoroso pastor, Judith vê no convite do Sr. Bedard a chance de experimentar uma aventura e se apresenta como Claire Campbell, uma atriz independente e confiante, a caminho de York para interpretar um novo papel. A atração entre o casal é instantânea e, num jogo de sedução e mentiras, a jovem dama se entrega a uma tórrida e inesquecível noite de amor. Judith só não desconfia de que não é a única a usar uma identidade falsa. Ralf Bedard é ninguém menos do que lorde Rannulf Bedwyn, irmão do duque de Bewcastle, que partia para Grandmaison Park a fim de cortejar sua futura noiva: a Srta. Julianne Effingham, prima de Judith. Quando os dois se reencontram e as máscaras caem, eles precisam tomar uma decisão: seguir com seus papéis de acordo com o que todos consideram socialmente aceitável ou se entregar a uma paixão avassaladora? Neste segundo livro da série Os Bedwyns, Mary Balogh nos conquista com mais um capítulo dessa família que, em meio ao deslumbramento da alta sociedade, busca sempre o amor verdadeiro.
Opinião:

Ligeiramente Maliciosos é o segundo livro da Série Os Bedwyn, mas as obras podem ser lidas independentemente, como foi no meu caso.

O irmão de Judith Law é muito mimado e acaba gastando o que a família tem e o que não tem, já que o pai sempre socorre ele, por esse motivo Judith acaba sendo mandada para a casa da sua tia, já que está ajudou sua família, só que a tia não é boazinha e quer ela mais como uma dama de companhia para a avó (que se mostra adorável no decorrer da obra).

Assim quando acontece um acidente na estrada e Rannulf Bedwyn a convida para subir no seu cavalo e ir com ele até a cidade, Judith pensa em viver sua primeira e última aventura e se passar por Claire Campbell, uma atriz experiente. O problema é que Rannulf também não disse sua verdadeira identidade e se passou pelo simples Sr. Bedard.

Tudo começa a se desenrolar e eles passam um tempo aproveitando bem a paixão, mas quando chega o momento Judith engana Rannulf e pega uma nova diligência para cumprir seu dever na casa da tia, caso contrário seria descoberta sua farsa e uma das irmãs teria que ir no seu lugar.

Mas o baque vem quando Rannulf chega na casa de sua tia e descobre que ela está se encaminhando para a morte e quer que ele conheça sua vizinha, Srta. Julianne Effingham, que é prima de Judith.

Quando os dois acabam se encontrando já perceberam a confusão, o que era para ser somente uma aventura termina se tornando muito mais complicado.

A autora conseguiu demonstrar todas as nuances da personalidade de Judith, uma garota que foi criada numa família religiosa e rigorosa, na qual sempre disseram que ela era feia (sendo que era bem o oposto) e que a fizeram acreditar seriamente nisso e a mulher decidida e forte que foi se tornando.

Rannulf desde o inicio demonstrou ser um homem que preste, mas apareceu seu mal humor durante a obra, que sempre tinha a ver com esconder o que realmente sentia.

Além do romance que foi muito bem retratado a obra incluiu também um "que" de aventuras e confusões daquela época, onde era tão difícil provar algo sem ter influencia e que armações eram muito fáceis de se desenvolver.

No fim, o livro me ganhou por juntar temperamentos humanos, romance gostoso e uns pingos de aventura que não deixavam ele cair na melosidade exagerada.

A capa retrata uma das cenas da obra e eu achei simplesmente linda. #queroesseruivoparamim


Havia esquecido, pensou da forma mais tola, o quanto ele era atraente.
Ela faria a própria felicidade. Faria. Não teria expectativas absurdas para si mesma. Se permitira alum tempo para sofrer, mas não chafurdaria na própria tristeza. Não se atolaria em autopiedade.
Quando entrou no quarto, quase sentiu medo de que Claire fosse uma deusa. Ele sempre admirara deusas, mas nunca fora para a cama com uma. Gostava de mulheres de carne e osso.

6 comentários:

  1. Cath!
    Nossa! Que situação, hein?
    Fiquei daqui interessadíssima em poder vivenciar esse romance que é no mínimo hilário.
    Quero saber como tudo irá terminar.
    “Nada é por acaso...Acredite em seus sonhos e nos seus potenciais....Na vida tudo se supera..”(Mema velame)
    Cheirinhos
    Rudy
    http://rudynalva-alegriadevivereamaroquebom.blogspot.com.br/

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  2. Eu ainda não li o primeiro livro e estou querendo ler essa saga!!! Amei a capa... Como sempre visual rsrsrs, Mas a história em si me cativou!!!
    Não podemos julgar o livro somente pela capa e pelo seu título, e confesso que estava receoso para lê-lo...

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  3. Sei que a Arqueiro está arrasando no gênero romance de época, pois vejo bastante comentários positivo sobre isso. Ligeiramente Maliciosos aparenta ser um livro bem legal. Apesar disso, eu não tenho interesse em lê-lo, por questão de gosto mesmo! ;)

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  4. Confesso que não sou muito de romances de época mas esse conseguiu me interessar, e alem do mais a varias pessoas falando tão bem, e recomendando que acho que não posso deixar de ler para ter a minha opinião

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  5. Parece até ser bom, mas não gosto de romances. Talvez eu leia. Bjus.

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  6. Não sei o que acontece, mas, mesmo não sendo necessário ler o primeiro volume, para depois ler esse, não consigo ler fora de ordem. No mais, achei a trama bem interessante. Gosto de protagonistas que não sejam mimizentas e de tramas com essas pitadas de aventura também.

    @_Dom_Dom

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