sábado, 18 de outubro de 2014

Lançamentos: Editora Grupo Autêntica.

Olha que tanta coisa legal de lançamento nesse mês.
Estou querendo vários...

Um acidente de laboratório, envolvendo um raio, dá origem a um ser extraordinário… Esse tema clássico da ficção científica é o ponto de partida da história de Astron, um fantástico robô com consciência própria. Em sua HQ de estreia, descobrimos como ele é criado e vemos as reações da mídia e da sociedade ao surgimento do primeiro ser com inteligência artificial. Para completar, páginas com bastante ação, em que Astron mostra que seu cérebro avançado é acompanhado de muita força física e atos heroicos. Um superlançamento da Editora Nemo para os fãs de ficção científica e HQs com ótimos desenhos!




Esta nova edição traz o clímax da aventura dos viajantes espaciais Stel e Atana pelo Mundo de Edena. Numa mistura de magia, delírio, viagem iniciática e aventura épica, a HQ nos leva pelo universo onírico que só Moebius sabia tecer. Como é comum nas obras desse artista único, o final da história em vez de trazer respostas prontas e fáceis nos apresenta mais enigmas e possibilidades. Com desenhos belíssimos e um acabamento gráfico de primeira, essa penúltima edição da série comprova a singularidade de um dos maiores nomes das HQs e artes visuais de nosso tempo.


 Para nossa alegria, chega uma nova coletânea de HQs de SNOOPY! A turma toda está de volta neste terceiro volume, apresentando novas histórias originais e páginas dominicais clássicas criadas pelo lendário Charles Schulz. Junte-se a Charlie Brown, Linus, Lucy, Chiqueirinho, Schroeder, Sally, Marcie, Franklin, Patty Pimentinha e outros personagens favoritos nesta reunião de histórias divertidas e inteligentes, que nos leva de um campo de beisebol nevado até o topo da casinha de Snoopy. 


 A Bíblia segundo o Gato responde ao longo das suas 200 páginas a todas as perguntas dos homens desde o começo da humanidade. Acabaram-se as dúvidas, chegou a luz. Com esse livro os homens vão finalmente entender o quanto é absurdo se massacrar uns aos outros há tanto tempo. A verdade sobre tudo isso é revelada pelo Gato no décimo primeiro mandamento (o menos conhecido e sem dúvida o mais lindo): “Rirás de tudo, pois, já que vamos todos morrer mais cedo ou mais tarde, só o humor permitirá tomar um pouco de distância das vicissitudes da existência”.


Luxuoso, luxuriante, luxurioso: chega pela Editora Nemo o álbum Garras de Anjo, a obra mais ousada da longa parceria entre Alejandro Jodorowsky e Moebius. Uma edição que une arrebatadoras ilustrações e intensa prosa poética, imagens provocadoras e frases inquietantes. Entre o incrivelmente belo e a surpresa desconcertante, desenhos e textos levam o leitor numa viagem ao reino do erotismo sem limites, como só poderia ser proporcionada pelo talento único de Moebius e Jodorowsky. Indicado para leitores adultos.

 A proposta da coleção Mestres da Arte em Quadrinhos é apresentar a obra e a vida de artistas considerados de destaque na História da Arte. Através dos quadrinhos, o público entrará em contato com os aspectos da vida e da obra que foram determinantes para as criações de cada artista. Os leitores de HQs, os apaixonados pela História da Arte e as pessoas que têm algum interesse sobre o assunto encontrarão entretenimento e informação na medida certa. Para dar início a esta nova coleção da Editora Nemo, ninguém melhor que o genial Leonardo da Vinci!



Que o brasileiro ama cerveja já sabíamos. Não é à toa que é a bebida alcoólica mais consumida no país. O que agora todos saberão é quais são e onde estão as melhores cervejas feitas no Brasil, do Norte ao Sul. Neste livro, os entusiastas da bebida poderão conhecer um pouco mais sobre o fabuloso mundo da cerveja brasileira, que vem experimentando um renascimento no país, com uma explosão de interessados em resgatar sua originalidade e em apreciá-la de um modo diferente e especial.Para este detalhado guia, os autores mapearam e catalogaram praticamente todas as cervejarias, microcervejarias e associações de cervejeiros artesanais que atualmente existem no Brasil. São produtos com cores, aromas e sabores distintos dos convencionais, produzidos em menor escala, com qualidade superior e sempre com o olhar do dono do negócio.Além disso, traçaram os principais roteiros, reunidos por região do país, estado e cidade, que poderão ser percorridos para se encontrar uma boa cerveja, onde quer que você esteja. São mais de 700 cervejas, e mais de 160 locais em que se pode beber o precioso líquido. Nestas páginas, você também obterá dados da região, indicações de hotéis e locais onde ficar, serviços de táxi e tudo o mais que você precisa saber para fazer um verdadeiro tour cervejeiro.


Decidindo que sua vida deveria chegar ao fim, mas sem coragem de cometer suicídio, uma mulher contrata Soares, um matador de aluguel. Resolve que sua morte acontecerá na bela cidade de Barcelona, e para isso envia ao seu futuro algoz a passagem de avião e o endereço de onde ficará na Espanha. Ele deverá matá-la no prazo de quatro meses, quando for mais conveniente. Junto com o pagamento, manda também uma foto sua, para que ele saiba quem ela é. Mas ela não quer saber como é a aparência de seu matador. O destino, porém, nem sempre cumpre à risca os planos que costumamos traçar para ele.


No dia 27 de setembro de 1986, um dos maiores músicos de todos os tempos teve sua vida precocemente interrompida. Aos 24 anos, Cliff Burton, baixista do Metallica, morreu em um acidente de ônibus na Suécia durante uma turnê da banda pela Europa.O Metallica seguiu sua história, mas ela ficou marcada para sempre. Nas páginas desta biografia, você verá um relato de genialidade e tragédia, e conhecerá mais sobre o hippie no meio dos metalheads, seu papel na banda e como ele influenciava os outros integrantes, em um retrato íntimo e revelador desse gigante do thrash metal por meio de depoimentos de amigos e de pessoas que conviveram com ele.Cliff Burton: a vida e a morte do baixista do Metallica traz uma nova visão sobre o período mais criativo da banda e sobre seu mito, de uma maneira que você não esquecerá jamais.

Viver a plenitude do amor é o desejo senão de todas, ao menos da maioria das pessoas. Amar e ser amado incondicionalmente, contar com o apoio de alguém para as horas difíceis e para os momentos alegres, e saber que independentemente do que fazemos, alguém estará ao nosso lado simplesmente pelo que somos é o ideal de vida de muitos.Viver esse amor na prática, no entanto, nem sempre é fácil. E é exatamente sobre felicidade, vida e amor que Ique Carvalho fala neste livro. O autor, que começou escrevendo em seu blog e já tocou o coração de milhares de pessoas que se envolveram e se emocionaram com suas palavras, descreve com perfeição o amor que muitos procuram e poucos realmente encontram. E ele fala do amor em todas as suas expressões: desde o romântico entre duas pessoas até o mais puro e verdadeiro dos laços familiares, que ele tem com seu pai e mentor.Como as relações humanas são frágeis e complicadas, os relacionamentos tornam-se difíceis, o que nos faz buscar a felicidade nos lugares ou nas pessoas erradas. Mas o autor nos faz enxergar a vida de forma diferente. Faça amor, não faça jogo é um lembrete de que, no jogo do amor, não é necessário haver ganhadores ou perdedores. Basta olhar e aceitar novos paradigmas e acreditar no que diz seu coração. E vivenciar isso de verdade.

 Este é um livro diferente, porque é sobre alguém muito especial: você. É um espaço para você fazer coisas que vão colocar um sorriso no seu rosto e deixar sua vida mais alegre e feliz. São pequenas e grandes atitudes que vão lembrar você que tudo sempre pode ser melhor e mais divertido se a gente der uma chance, e que cada segundo da vida vale a pena até quando a gente tende a não a acreditar muito.
Este é um livro sobre amor, felicidade e alegria de viver. Mas ele só vai acontecer completamente se você topar embarcar nessa loucura fazendo-o seu de verdade. Cada minuto que você dedicar a estas páginas farão com que este livro se torne mais completo e mais seu. Então vem! E fica aqui um convite: fotografe e publique tudo o que você fizer no seu Livro do Bem nas redes sociais com tag #livrodobem. Porque o que é do BEM merece ser compartilhado!

 A elaboração de um bom texto literário, qualquer que seja seu estilo ou extensão, exige que o autor tenha uma base técnica de recursos que permitam criar narrativas com consistência e qualidade, para que o objetivo de transmitir uma boa história seja atingido. Este guia fornece as ferramentas necessárias para o aprimoramento de um texto literário, fornecendo exemplos comentados que revelam como:
  • Selecionar os elementos mais adequados para construir uma cena;
  • Caracterizar e construir adequadamente os personagens;
  • Manipular e lidar com a passagem do tempo no relato;
  • Adaptar o ritmo narrativo às necessidades da ficção;
  • Estimular a curiosidade do leitor.

 Shooting my Life’s Script 1: Fani’s Premiere is a charming book, one of those we read compulsively, and miss after we’re done. It’s impossible not to connect with Fani, her discoveries, her aspirations, so typical of a teenager. This is a light-hearted and fun story that captivates the reader with every page.Whether it’s her relationship with her family, with herself and the world; whether it’s the everyday life with her friends, at school and at parties; or the relationship with her best friend and confidant – everything changes in Estefânia’s life when the opportunity comes to live overseas as an exchange student for one year. The ever so revealing talks on-line and on the phone, as well as the notes frequently passed arround in classe, begin to cover a new subject: the upcoming trip.This is what this book is about: the fascinating universe of a teenage girl bursting with expectations, facing the conflict between carrying on with her daily life with friends, family, studies, and her newfound love, or risk going to another country and dive into a world filled with new possibilities.The best scenes in Fani’s life may be yet to come…

 Victoria é sempre impecável. Seus cabelos e unhas brilham, seu quarto não tem nada fora do lugar, sua rotina é precisa. Se há algo que ela pode considerar como um defeito em sua vida é Lawrence, que parece seu oposto: é preguiçoso, desorganizado, anda com a roupa desgrenhada e vive sonhando no mundo da música. Ela nem entende como eles vieram a se tornar amigos. Mas, exceto por isso, sua vida é perfeita na cidade de Belleville.Até que Lawrence desaparece. Ela começa a investigar, e percebe que ele não é o único a sumir na pequena cidade. Por trás de suas ruas tranquilas, há segredos sombrios e assustadores, e as pistas que Victoria encontra parecem apontar para um lugar em especial: o Lar Cavendish. As pessoas entram lá mas saem… diferentes. Ou então não saem.Ignorada pelos adultos, ela se vê como a única capaz de tentar resolver o mistério e trazer seu amigo de volta. Mas, para isso, terá de abrir mão de sua vida perfeita.

Jean-François Sirinelli é um dos nomes mais destacados da historiografia francesa atual, sendo autor de livros importantes no campo da História do Tempo Presente. Várias de suas publicações tornaram-se obras de referência, por abordarem temas fundamentais para a história do século XX, como os intelectuais, as direitas, a cultura de massa e a ebulição político-cultural dos anos 1960. Suas pesquisas situam-se no (ou propõem um) encontro entre o político e o cultural, resultando em reflexões férteis e originais. Além de contribuir para o conhecimento histórico propriamente dito, os trabalhos do autor são inspiradores na busca de instrumentos teórico-conceituais adequados ao estudo dos fenômenos próximos do nosso tempo.Neste belo livro, escrito com elegância e clareza, ele revisita alguns de seus temas prediletos, que implicam questões importantes para os historiadores e demais interessados nesse campo: as relações complexas entre história e memória, o impacto das guerras, a influência das culturas políticas, a história cultural do político, as mídias e a democracia, os dilemas da história política ante a ampliação de escalas espaciais (transcendendo as fronteiras nacionais) e temporais. Um dos pontos altos do livro é sua contribuição para o debate sobre os limites cronológicos da história do tempo presente, em que Sirinelli usa a bem inspirada metáfora do pôlder.Muitas são as razões para ler este livro. Quem o fizer não se arrependerá.

Indo, muitas vezes, na contramão dos discursos pedagógicos que circulam entre nós, Nadja Hermann, destacada especialista em Filosofia da Educação, apresenta-nos um valioso estudo acerca das relações entre ética e educação. Num texto em que estão combinados o rigor e a leitura acessível, bem como os argumentos claros e a inventividade filosófica, a autora parte do entendimento de que só existem processos educativos na medida em que sempre há um outro a educar, numa relação carregada de ambiguidades e atravessada pela ética. E a própria ética, por sua vez, “se constitui nas complexas respostas produzidas pela interação com o outro”. Importantes questões – tais como alteridade, diferença, igualdade, formação na contemporaneidade e singularidade – perpassam toda a obra e são minuciosamente discutidas em sua complexidade.Desnaturalizando a presença do outro e o par sujeito-objeto na modernidade, Nadja Hermann recorre às contribuições de, entre outros, Schopenhauer, Nietzsche, Habermas, Freud, Gadamer e Derrida, de modo a traçar uma breve genealogia da alteridade. Como epílogo, a autora coloca a perturbadora pergunta: “pode a educação fazer justiça à singularidade do outro?”. Sem pretender chegar a uma resposta definitiva, ela propõe recorrer ao diálogo e à experiência estética “para o estabelecimento de uma reciprocidade possível entre o eu e o outro”.

“Aquela música estranha fazia os ponteiros do relógio andarem no sentido anti-horário, pois era tocada ao contrário, invertida. Quando isso acontecia, o cuco, um passarinho que sai de dentro do relógio a cada hora completa, sugava as crianças desavisadas que passavam pela calçada naquele momento. Por isso é que a janelinha da porta da rua ficava sempre aberta.”Dona Isaurinha, vizinha da narradora desta história, tinha no mínimo trezentos anos de idade, e não envelhecia porque todas as vezes que tocava piano o tempo andava para trás. Era isso, mais o cuco que sugava o futuro das crianças, que aterrorizava a meninada daquela rua…

 Mais do que apenas mostrar amor, carinho e respeito pelos cães, este livro pretende denunciar as crueldades frequentemente cometidas contra esses nossos alegres, divertidos e fiéis companheiros de quatro patas, como maus-tratos e abandono. Algo, para o autor, tão inaceitável quanto incompreensível.Por isso, ele pediu a Totó, Caçula, Lord, Dado, Pitty, Bulla, Xereta e até ao mal-humorado Nick que o ajudassem a denunciar esse problema que, infelizmente, é real e acontece todos os dias por aí.Escrito inicialmente como peça de teatro, o texto foi convertido em prosa narrativa e sai agora publicado nessas duas versões: de um lado, o texto dramatúrgico, pronto para ser encenado na escola, na família, no clube, na vizinhança; de outro, virando-se o livro ao contrário, o texto narrativo. Duas capas que dialogam entre si e com o leitor, dois registros de uma mesma história que diverte, emociona e faz pensar.

 “A história de Hurry é o relato de como um burrinho pintado de zebra conseguiu trazer alegria a um grande grupo de crianças que viviam uma realidade desoladora. Uma vitória da imaginação infantil sobre o ódio e as guerras impostos pelo mundo adulto – mas o livro é baseado em um caso real.”


Em terras egípcias, no Templo de Sortudor, três ocorrências policiais desafiam o leitor: na primeira, ele deverá descobrir o autor de vandalismos em um afresco; na segunda, vai investigar o desaparecimento de um arqueólogo na pirâmide onde fica o sarcófago do faraó Ameiassoquet; na terceira, vai procurar o autor da sabotagem acontecida durante as filmagens de As harpas do faraó.


Na mansão do Barão de Toalia, aberta à visitação pública, o leitor deve investigar três ocorrências policiais: no primeiro caso, ele deve descobrir quem roubou algumas telas de Picasso; no segundo, quem sequestrou o cachorro do Barão; no terceiro, quem passou a noite na cama usada pelo rei.


Neste livro, as pequenas coisas do ilustrador e escultor francês Gilbert Legrand desembarcam em Nova York. Objetos cotidianos como cabides, isqueiros, pás e raladores ganham vida e se transformam em táxis, índios, músicos e até no Superman. Em meio a releituras inesperadas e instigantes de objetos “apenas úteis”, as ruas da Big Apple são tomadas, em ritmo acelerado, por cenas espirituosas e provocativas que revelam, sem palavras, um olhar sensível e original.


Como todos sabemos, Marilena Chaui é uma filósofa, e uma das maiores do país. O que nem todos sabem é que em sua trajetória ela jamais se contentou em manter a filosofia no panteão da busca da verdade universal e desinteressada. Pelo contrário. Seguindo muito do ensinamento da filosofia do século XX, sua obra manteve intenso diálogo com o que o francês Maurice Merleau-Ponty chamava de “não-filosofia”, ou seja, tudo aquilo que não sendo primordialmente filosofia pode fornecer conteúdos ao filósofo e lhe inspirar o pensamento.Este volume apresenta um caso paradigmático do rico diálogo travado pela obra de Marilena com as ciências sociais brasileiras a partir de uma questão fundamental: o que é a cultura popular e qual forma específica ela assume em nosso país? O ponto mais alto dessa incursão foi Conformismo e resistência. Aspectos da cultura popular no Brasil, aqui republicado junto a diversos ensaios, depoimentos, conferências e artigos de jornal produzidos nas décadas de 1970 e 1980. No conjunto, o material, especialmente revisto para esta edição, reconstitui uma investigação aprofundada em que a filósofa se esforça em apreender a originalidade da cultura popular como uma lógica ou um saber particulares, que, ao mesmo tempo em que adere ao status quo e reproduz o autoritarismo das elites, também é capaz de opor-se ao sistema e expressa o desejo de liberdade próprio das classes populares.
Pela primeira vez, esses textos aparecem reunidos num único volume, o que permite aos leitores descobrir (ou redescobrir em toda a sua envergadura) o quanto o trabalho da filósofa Marilena Chaui pôde propor uma interpretação original de um dos aspectos mais importantes da sociedade brasileira: a sua cultura popular, tal como se apresenta com suas peculiaridades.

O Brasil está entre os países mais violentos do mundo. A ocorrência cotidiana de homicídios e assaltos atinge patamares inadmissíveis. E essa violência cresceu nas últimas décadas, sem dar sinais de trégua. O mais intrigante é que a deterioração da segurança pública na sociedade brasileira está acontecendo paralelamente a significativos avanços nos indicadores socioeconômicos, especialmente a partir dos anos 2000. Diminuímos a pobreza absoluta, o acesso à educação básica se universalizou, o acesso dos jovens mais pobres à universidade foi ampliado, a taxa de analfabetismo diminuiu, a esperança de vida ao nascer foi incrementada e até a desigualdade na distribuição da renda nacional diminuiu. Alçamo-nos à posição de sexta economia do planeta, a inflação permaneceu relativamente controlada, o desemprego e a informalidade no mercado de trabalho caíram.Estamos vivenciando uma situação inusitada: há menos pobres e mais crimes. Como explicar esse aparente paradoxo? Como é possível uma sociedade que reduz a exclusão social sofrer com o recrudescimento da violência?A proposta deste livro é oferecer respostas a essas indagações. Na verdade, não se trata de um paradoxo. O argumento defendido é o de que a dinâmica da violência na sociedade brasileira não é mera derivação da dinâmica da estrutura socioeconômica.Podemos reduzir a violência e nos tornar uma sociedade mais civilizada e pacífica se formos capazes de formular e implementar políticas públicas de controle da criminalidade consistentes. E para começar, é primordial um diagnóstico mais preciso do fenômeno. Essa é a principal contribuição deste livro.

Em meio às inúmeras formulações,extremamente fecundas, que atravessam o conjunto dos textos reunidos neste livro, destacamos, em primeiro lugar, a importância da etnografia no curso das investigações antropológicas sobre a educação. Mais do que somente um instrumento metodológico, a etnografia tem possibilitado um profundo e significativo processo de reflexão epistemológica na produção do conhecimento antropológico referente à educação. Em segundo, o papel da história na compreensão tanto das relações entre essas duas áreas quanto da dimensão política na constituição dessa relação. Afinal, a história não deve ser vista somente como pano de fundo na apresentação do processo de interação entre a antropologia e a história no mundo ibero-americano, mas também como elemento fundamental na composição da “etnografia educacional” desenvolvida a partir de então.


 Este é o terceiro livro da Coleção Tendências em Educação Matemática cuja temática central refere-se ao uso de tecnologias.Com base em suas experiências enquanto docentes e pesquisadores, associadas a uma análise acerca das principais pesquisas desenvolvidas no Brasil sobre o uso de tecnologias digitais no ensino e aprendizagem de Matemática, os autores apresentam uma perspectiva fundamentada em quatro fases. Inicialmente, os leitores encontram uma descrição sobre cada uma dessas fases, o que inclui a apresentação de visões teóricas e exemplos de atividades matemáticas características em cada momento. Baseados na “perspectiva das quatro fases”, os autores discutem questões sobre o atual momento (quarta fase). Especificamente, eles exploram o uso do software GeoGebra no estudo do conceito de derivada, a utilização da Internet em sala de aula e a noção denominadaperformance matemática digital, que envolve as artes.
Este livro, além de sintetizar de forma retrospectiva e original uma visão sobre o uso de tecnologias em educação matemática, resgata e compila de maneira exemplificada questões teóricas e propostas de atividades, apontando assim inquietações importantes sobre o presente e o futuro da sala de aula de Matemática. Portanto, esta obra traz assuntos potencialmente interessantes para professores e pesquisadores que atuam na educação matemática.


8 comentários:

  1. Achei os lançamento bem variados! Curti muuuito!
    Assim todo mundo fica feliz ! haahah

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    1. Concordo... Adoro trazer novidades variadas assim... E esse grupo é campeão em fazer isso!

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  2. Olá,o livro Mate-me Quando Quiser,me interessou. Essa ideia louca da personagem,provavelmente dará um belo romance.
    E essa coletânea do Snoopy,deve ser o máximo!
    Adoro essa turminha!

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    1. É verdade... Quem sabe um belo romance...
      E a turminha do Snoopy deve ser muito animada... E se for como os desenhos, cheio de lições e reflexões...

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    1. Essa é a nova geração dos quadrinhos!

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  4. Pri!
    Muitos lançamentos, porém apenas dois me chamaram a atenção: Snoopy que amo e Garras de anjos.
    Cheirinhos
    Rudy
    http://rudynalva-alegriadevivereamaroquebom.blogspot.com.br/

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