quinta-feira, 3 de julho de 2014

Resenha: Vamos fazer de conta que isso nunca aconteceu...


Nome: Vamos fazer de conta que isso nunca aconteceu...
Autora: Jenny Lawson.
Editora: Gutenberg.
Numero de Páginas: 284.
Ano de Lançamento: 2013.
Compre: Saraiva.
Cortesia da Editora.

Sinopse: Ria das suas desgraças Não existe vida perfeita e não há quem não passe por momentos difíceis. Mas existe uma boa maneira de enfrentar complicações: não se leve tão a sério. Essa, pelo menos, é a fórmula de Jenny Lawson. Neste livro absolutamente engraçado e divertido, a autora – famosa blogueira norte-americana, com milhares de seguidores na internet – narra sua hilariante e pouco provável vida. Com ela, vamos ao Texas, sua terra natal, para conhecer como cresceu a filha de um taxidermista obsessivo que a fez viver experiências bizarras, sua adolescência conturbada e o casamento tortuoso de 15 anos com Victor, que lhe deu uma linda filha, com a qual vários gatos disputam a atenção. Tudo em seu cotidiano parece muito estranho e, como ela diz, “difícil de acreditar” (e por isso ela coloca fotos, para provar que é tudo, bem, verdade…), mas também superengraçado. Sua escrita é ligeira, descontraída e “blogueira” (no bom sentido), com alto teor de sarcasmo e ironia, muito bem dosados ao longo da narrativa. Diversão à parte, fica a ideia do título: os momentos mais vergonhosos de nossa vida, aqueles que a gente quer fazer de conta que nunca aconteceram, são os que nos definem de verdade. Tudo o que precisamos, portanto, é aprender a rir da desgraça.

Opinião:

Esse livro é escrito da seguinte maneira: cada capitulo é um história diferente, a autora colocou em ordem cronológica, começa com ela e sua irmã pequenas contando histórias meio estranhas onde aparecem muitos animais, tanto vivos quanto mortos... Sim eu digo mortos porque o pai dela é taxidermista (profissional especializado em ‘conservar’ animais) e acha muito interessante ter qualquer tipo de animal ou como bichinho de estimação ou como enfeite nas paredes. Acho que isso tornou uma pessoa mais divertida, porque se levasse a sério todas as coisas "estranhas" que aconteceu com ela, precisaria de um psicologo.

Com o passar do tempo vemos que as historias mudam para coisas que acontecem no serviço, eventos e principalmente com seu marido Victor... Acredito até que eles foram feitos um para outro, pois ele entra no embalo das maluquices dela e tem diálogos bem engraçados.

O diferente nesse livro é que a autora esta contando a história e no meio coloca o diálogo separando no inicio quem disse o que com o nome da pessoa, como se fosse história infantil.




Nota-se também a parte blogueira dela, pois é tudo contado de forma informal, as vezes utilizando até alguns palavrões. (Jenny tem o blog The Bloggess, além de ser jornalista.)

O livro é de uma leitura média, em função de trocar de situação com muita frequência então você não sabe o que esperar na próxima história. Não achei as situações TÃO engraçadas, achei algumas mais estranhas do que engraçadas. Mas quem gosta desse tipo de livro vale a pena ler.


Quando Lisa e eu estávamos praticamente quicando das paredes de pura empolgação de ir ver um filme ele nos mandou ligar para os dois cinemas de uma cidade vizinha e nos fez anotar todas as sessões para que pudéssemos decidir o que íamos ver.
Escutamos a gravação das sessões repetidamente até conseguir anotar tudo e, depois de trinta minutos de trabalho intenso, compilamos a lista e vários motivos por que Muppets - O filme era a unica escolha lógica. Aí meu pai concordou alegremente e todos comemoraram. Em seguida ele se inclinou sobre nós e disse, "Então. Vocês tem dinheiro?" Minha irmã e eu olhamos uma para a outra. Claro que não tínhamos dinheiro. "Bem", disse meu pai, com um grande sorriso no rosto, "eu também não tenho dinheiro. Mas foi bem legal quando achávamos que íamos ao cinema, não foi"
KAREN: Não consigo acreditar que você não tem jeans. Calças jeans são incríveis e super confortáveis. É como ficar de calcinha. É como ficar andando por ai de calcinha.
EU (de dentro do provador): Não. Vestidos são como ficar só de calcinha, pois adivinha o que tem debaixo do vestido? Só uma calcinha. E as vezes? Nem isso.

3 comentários:

  1. Olá!!

    Eu não conhecia esse livro e não em empolguei em nada para procurá-lo, uma pena... O título e a capa são atrativas, mas acho que eu também não ia aproveitar muito a história. :/

    Beijos,

    Samantha Monteiro
    http://www.wordinmybag.com.br/

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