sábado, 5 de julho de 2014

Resenha Um Milagre Chamado Grace.


Título: Um Milagre Chamado Grace.
Autora: Kristin Von Kreisler.
Editora:Única.
Numero de páginas: 288.
Ano de Lançamento: 2014.
Compre: Saraiva.
Cortesia da editora.

Sinopse:
Depois de ter sobrevivido a uma tragédia em que vários de seus amigos foram mortos, Lila Elliot sabe que suas cicatrizes só amenizarão com o tempo. E ela é grata pelo carinho de sua melhor amiga, que a hospedou em sua casa para que ela não ficasse sozinha e recebesse seus cuidados. Entretanto, algo em seu coração não consegue esquecer a tristeza e a dor desse trauma. Até que ela conhece Grace, uma golden retriever que sofreu abusos e maus tratos, mas que havia sido resgatada por Adam, um homem de bom coração que não suportou ver um animal tão triste e sofrido. Lila, que tem verdadeiro pavor de cães desde a infância, terá de dividir o espaço com Grace. As duas precisam de amor e de tempo para superar suas tragédias pessoais. Grace mantém distância de Lila, pressentindo o medo que ela sente. Aos poucos, porém, Lila consegue enxergar pelos olhos de Grace o amor e a coragem que são tão importantes para seguir em frente. Um romance apaixonante, sobre os dramas da vida, as incertezas e o amor que chega inesperadamente.

Opinião:

Eu achei que iria me desfazer em lágrimas lendo esse livro, por sorte isso não aconteceu, fiquei revoltada em algumas partes sim, mas a autora não fez um drama enorme, conseguiu retratar as dificuldades/maldades sem deixar o leitor às lágrimas. 
 
Lila vai para seu trabalho normalmente e o dia poderia ser como outro qualquer se um funcionário não entrasse atirando nos colegas. Por sorte, ela consegue se salvar com somente um braço machucado. 
 
Depois de sair do hospital, Lila vai para a casa de Cristina se recuperar. Acontece que Lila tem um trauma com cachorros desde que um lhe mordeu quando criança, então não fica muito animada quando Cristina vai viajar e deixa ela tomando conta da casa e de Grace, uma golden retriever, que foi resgatada de maus tratos por Adam. 
 
Lila não pode negar o pedido de sua amiga de ficar com Grace até Adam arrumar um lar para ela. 
 
Admito que no começo do livro eu queria xingar Lila, pois sou bem mais como Adam, amo animais e para mim é inadmissível que façam algo de ruim com eles, e Lila é bem teimosa no seu pavor de cachorros, eu mesma sou daquelas que brinco com qualquer cão de rua, e o único que me mordeu até hoje foi meu cachorro, pois estava cansado de me aguentar, rsrs. 
 
Mas no decorrer do livro, Lila vai vendo que Grace não é perigosa e, depois de muitos erros, elas entram em um determinado concenso de convivência. Ao mesmo tempo, Lila quer descobrir o que motivou seu colega a atirar nas pessoas, e não consegue deixar essa assunto de lado. 
 
Assim uma acaba ensinando valiosas lições à outra. Eu me apaixonei no decorrer da leitura, mesmo Lila me irritando até a metade, Grace me conquistou de imediato e passei o livro todo com medo do futuro de Grace. 
 
Adam foi o personagem que mais adorei depois da Grace, tem aquele estilo másculo, mas suave ao mesmo tempo, e todo um instinto protetor com animais, tendo ele mesmo resgatado Grace de onde ela "vivia". 
 
Ao final da leitura eu estava encantada, e prometo a você que é como eu, sensível aos animais, que não vai achar drama demais, vai estar realista sem mostrar as atrocidades que os "seres humanos" cometem com eles. 
 
Mas fica um pedido no final da resenha, não compre animais, adotem. Tem tantos precisando, não tem porque dar lucro para as pessoas que usam eles dessa forma.
 

 Você tem que proteger Grace. Ela já passou por muita coisa que cachorro nenhum deveria passar. Seria criminoso se algo ruim acontecesse com ela de novo.

São vinte e nove dias além do meu limite. Tenho que retomar minha vida. Grace está sugando minhas energias. Preciso melhorar...

Talvez todas essas irritações foram somadas, e Yuri fosse infeliz e louco. E daí? Várias pessoas tinham irritações como as dele, mas não saiam atirando em ninguém.

Você não pode ser essa pessoa? Não vai me dar uma casa, que é o que mais quero no Imploravam os olhos de Grace.

4 comentários:

  1. Achei a capa muito bonita. Gosto muito de cachorros.
    Não conhecia esse livro, mas pela sua resenha senti vontade de lê-lo.

    Beijos!

    http://ymaia.blogspot.com.br/

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  2. OOOOOOOOOOOOOI, Cath! Tuuuuudo bom? ♥ Aaaah, esta é uma resenha que eu tenho um imenso prazer em ler! Amooooooo cachorrinhos, são minha paixão, hahaha! Eu também achei um absurdo essa da Lila, hein? E também brinco com toooooodos os cachorros da rua, meus vizinhos são ressabiados comigo, uahsuhauhs! Porque, se eu pudesse, pegava e adotava toooodos, pois são muito mal cuidados :c ENFIM! Eu sou como você, muito sensível com esses bichinhos! Este livro me conquistou por completo, amo histórias que envolvem animais e pessoas, que aprendem lições umas com as outras! *0* Sabe, sobre esse negócio de adotar... Sei lá, eu acho suuuuuuuper certo e eu com certeza irei adotar tooooodos os cachorros que eu puder quando for mais velha, mas acho que comprar cachorrinhos não uma coisa errada. Afinal, veja só: adotar? Qualquer um pode, sendo do bem ou não. Comprar? As pessoas do mal não irão gastar uma dinheirama com algo que não gosta, né? =D

    Um enoooooorme e grande beijo,

    Juu-Chan || Nescau com Nutella

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  3. O enredo parece ser muito bonito e emocionante, mas não estou querendo ler, pelo menos por hora.
    Bjs, Rose.

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  4. Pela capa super fofa e o título do livro, eu também imaginei que fosse uma daquelas histórias de arrancar litros de lágrimas. Adorei saber que o livro não é tão dramático assim. Confesso que eu sou do tipo medrosa, e muito. Acho cachorros lindos de morrer, mas morro de medo quando um chega perto de mim, até ma acostumar com ele, aí sim eu consigo brincar... rsrs
    Concordo também com outro ponto que você colocou sobre adotar os animais, que é sobre a adoção. Concordo plenamente com isso, acho super errado gente que vive de colocar os bichinhos pra cruzar só pra vender o filhotes.
    Mas enfim, fiquei bastante interessada em ler o livro.

    Bjok

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