segunda-feira, 28 de julho de 2014

Lançamentos: Grupo Autêntica.

Oi gente!!! 
O que falar desses lançamentos, fiquei com vontade de ler quase todos... 
Acho que são ótimas dicas de diversão para toda a família.

SAFADAS LINGERIE 



Sensuais, erótica, explícitas… safadas! Chega pela editora Nemo o terceiro volume da deliciosa coleção de HQs em que o sexo e o erotismo são os temas principais. Jogos de sedução, o revelar e o esconder de uma peça de roupa, o mostrar e o deixar por ver estão nesta terceira coletânea Safadas: Lingerie. Um álbum produzido por quadrinistas europeus renomados, para leitores adultos que gostam de HQs envolvendo beleza e sensualidade.

MOEBIUS
O MUNDO DE EDENA


Perdido no deserto de Edena, Stel tem apenas um objetivo: encontrar sua amada Atana. Mas ele acaba capturado por um grupo de seguidores da terrível Paterna e é enviado para um destino desconhecido. Sua única certeza é a de que “A Deusa”, sua Atana, morrerá se nada for feito. Este quarto volume da saga de O Mundo de Edena mostra-se em alguns momentos terrível e opressor. Talvez uma vontade do autor de falar sobre o desejo por poder e a loucura que ele traz… Mas, em uma trama cheia de surpresas, como sempre acontece nas HQs de Moebius, o leitor encontrará reviravoltas até a última página.


GREGÓRIO DE MATOS - VOL. 3

Na sátira atribuída a Gregório de Matos e Guerra, o caráter e as paixões do personagem satírico que vitupera vícios e viciosos são inventados retoricamente com categorias e preceitos éticos, jurídicos e teológico-políticos da “política católica” ibérica, sendo repetidos nos poemas como esquemas opositivos de ação verbal: catolicismo X heresia e gentilidade; brancura X não brancura da Pele; discrição X vulgaridade; fidalguia X plebe; honestidade Xdesonestidade; liberdade X escravidão; masculino X feminino; sexo natural Xsexo contra naturam. Constituindo-se como semelhança virtuosa das categorias positivas, o personagem satírico compõe os tipos viciosos como semelhanças malvadas das negativas, afirmando ser tipo virtuoso, por isso indignado contra a corrupção da sua Cidade segundo uma afetação retórica de indignação, como ocorre na Sátira 1, 79, de Juvenal: […] si natura negat, facit indignatio versum. Quando declara que a ordem racional do seu mundo está corrompida e que sua indignação faz o verso, o personagem de Juvenal afirma também ignorar o valor da disciplina poética. Com verossimilhança dramática, alega viver num mundo caótico em que expressa sua indignação caoticamente, como se o discurso fosse expressão informal da sua ira. Obviamente, é artifício dizer que “não há artifício” no que é retoricamente dito. A irracionalidade da indignação do personagem é inventada racionalmente, enfim, pela técnica de contrafação do fingimento poético que produz estruturas “indignadas” e “excessivas”. No século XVII, vulgares as recebiam como ausência de artifício.


GREGÓRIO DE MATOS - VOL. 4

As imagens dos poemas líricos e satíricos atribuídos a Gregório de Matos e Guerra são representativas e avaliativas. Põem em cena lugares-comuns retóricos e poéticos conhecidos, particularizando-os com a paráfrase, a estilização e a paródia de matérias não poéticas das instituições portuguesas e da murmuração informal e de matérias de autoridades poéticas do gênero lírico e cômico; simultaneamente, avaliam a representação para o destinatário, composto ora como discreto, ora como vulgar, na maior ou menor erudição e obscuridade dos estilos. Representativa e avaliativamente, as imagens dão-se à recepção como variações metafóricas das significações correntes no campo semântico geral dos autores e seus públicos empíricos, sendo inventadas segundo o padrão retórico da agudeza, conceito engenhoso ou ornato dialético. No soneto lírico-amoroso “À margem de uma fonte que corria/ lira doce dos pássaros cantores/ a bela ocasião das minhas dores/ dormindo estava ao romper o dia”, por exemplo, as palavras agudas da elocução vêm para o primeiro plano da representação e, fundindo aspectos sonoros, olfativos e visuais, figuram artificiosamente a beleza da dama que, ao abrir os olhos, faz a manhã nascer: “Não dão o parabém à bela Aurora/ Flores canoras, pássaros fragrantes,/ Nem seu âmbar respira a rica Flora./ Porém abrindo Sílvia os dois diamantes,/Tudo à Sílvia festeja, e tudo a adora/ Aves cheirosas, flores ressonantes”.


PARA QUE TODOS ENTENDAIS POESIA ATRIBUIDA A GREGÓRIO DE MATOS E GUERRA

Na Poética, 1449, 5, Aristóteles fala brevemente sobre o cômico: “A comédia é a imitação de homens de qualidade moral inferior, não em toda espécie de vício, mas no domínio do ridículo, que é uma parte do feio. Porque o ridículo é uma feiura sem dor nem dano; assim, por exemplo, a máscara cômica é feia e disforme sem expressão de dor”. O trecho refere o feio em geral, aiskhrón, para especificar um subgênero dele, gheloion, que a latinidade e autores dos séculos XVI, XVII e XVIII chamaram de ridiculum, ridículo. O exemplo da máscara teatral sintetiza dois elementos que definem o feio: a deformação inofensiva, que é tratada ironicamente como gheloion, ridículo; a deformação nociva, tratada agressivamente com psógos, maledicência. Nos dois casos, a definição do cômico como deformação pressupõe o conceito grego e latino do belo-bomcomo unidade racional sem deformação e mistura. Sensivelmente, a feiura é deformação do belo-bom; moralmente, é vício e, intelectualmente, erro. A matéria geral dos poemas cômicos do Códice Asensio-Cunha é a feiura física, do corpo, e a feiura moral, da alma. A feiura do corpo corresponde a inumeráveis espécies de deformações e misturas; a da alma divide-se em duas, estupidez e maldade. Nos poemas, a feiura física metaforiza a feiura moral de vícios fracos, ridicularizados, e vícios fortes, vituperados com maledicência.


MINHA PARIS


Nomeado um dos dez melhores romances de 1999 pela revista Quill & Quire.

Gail Scott redefiniu a paisagem de modo a incluir todos os climas, interiores e exteriores, incluindo o sexo e uma visão sexual feminina – uma visão de ser que é pura animação, uma ação composta de todas as janelinhas de informação que constantemente abrem e fecham no ritmo de quem aos poucos descobre um lugar no tempo, no seu caso, Paris. A sua Paris é uma obra de arte extasiante. 
Eileen Myles



Que esta obra tenha recebido tantos elogios não surpreenderá os leitores, pois qualquer um que aprecia a literatura séria vai reconhecer este tour de force de técnica, estilo e alma. Este é um romance de lugar, de um lugar urbano; um romance tão sobre Paris, que, por mais que soe como um clichê, Paris se torna a principal protagonista. 
Brad Hooper


Minha Paris não é para os que não gostam de experimentações gramaticais. Mas para aqueles que, sim, gostam de brincar com a linguagem, este livro de memórias (divulgado como romance) sobre seis meses em Paris em 1993 é um prazer. Mary Soderstrom


JAMES HETFIELD
O LOBO A FRENTE DO METALLICA

Nas mais de três décadas em que o Metallica se manteve em evidência tanto entre as bandas de thrash metal dos anos 1980 quanto em meio aos atemporais gigantes do rock, uma figura se destacou como fator de mudança e de retorno às raízes musicais: o vocalista, guitarrista e compositor James Hetfield. A cada dramático passo da banda rumo à sua popularização e ao que muitas vezes pareceu ser o fim definitivo do quarteto, ele estava lá.

Mas o que se passa na cabeça – e na vida – desse carismático frontman? Como ele lidou com os inúmeros problemas internos do Metallica, com a morte de familiares, com seus vícios e batalhas pessoais? Com relatos de amigos e músicos de bandas contemporâneas da cena, esta biografia veio para mostrar a verdadeira personalidade do lobo à frente da alcateia mais celebrada do heavy metal.


MANUAL DE INSTRUÇÕES DO BEBÊ
PARA QUEM ACABA DE SER PROMOVIDO A PAI


Engana-se quem acha que criar filhos não requer qualificações tão ou mais exigentes que as do mercado de trabalho. Hoje, para ter sucesso na profissão, são necessárias habilidades tanto “masculinas” quanto “femininas” para ambos os sexos. E adivinhe? Para cuidar de filhos também. Por isso, com este manual útil e divertido, escrito em uma linguagem que os homens entendem e gostam, você poderá encarar a função de ser pai como um novo trabalho, e ainda por cima desenvolverá qualidades que serão também muito úteis na sua profissão:

  • Administração financeira: quanto custa criar um filho?
  • Gestão de crise: como trocar fraldas?
  • Redução de estresse: o que dar de comer à criança?
  • Gerenciamento de tempo: como equilibrar trabalho e paternidade?
  • Inteligência emocional: como entender o significado do choro do bebê?
  • Trabalho em equipe: como dividir tarefas com a mãe?
  • Motivação e liderança: o que fazer para ter um filho feliz?

A ESCOLA DO BEM E DO MAL


No povoado de Gavaldon, a cada quatro anos, dois adolescentes somem misteriosamente há mais de dois séculos. Os pais trancam e protegem seus filhos, apavorados com o possível sequestro, que acontece segundo uma antiga lenda: os jovens desaparecidos são levados para a Escola do Bem e do Mal, onde estudam para se tornar os heróis e os vilões das histórias.

Sophie torce para ser uma das escolhidas e admitida na Escola do Bem. Com seu vestido cor-de-rosa e sapatos de cristal, ela sonha em se tornar uma princesa. Sua melhor amiga, Agatha, porém, não se conforma como uma cidade inteira pode acreditar em tanta baboseira. Ela é o oposto da amiga, que, mesmo assim, é a única que a entende. O destino, no entanto, prega uma peça nas duas, que iniciam uma aventura que dará pistas sobre quem elas realmente são. 

Este best-seller é o primeiro livro de uma trilogia que mostra uma jornada épica em um mundo novo e deslumbrante, no qual a única saída para fugir das lendas sobre contos de fadas e histórias encantadas é viver intensamente uma delas.




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