domingo, 22 de junho de 2014

Lançamentos: Autêntica, Gutenberg, Nemo.



Oi pessoal, esse grupo editorial veio repleto de lançamentos, tornando assim nosso inverno repleto de opções para nos divertirmos.
Vamos ler que o frio ta ai....


GARFIELD 

A volta triunfante de Garfield aos quadrinhos continua! O roteirista Mark Evanier e o artista veterano das tiras de Garfield, Gary Barker, apresentam o gato preguiçoso, Odie e toda a turma a um grupo totalmente inédito de amigos, incluindo um rato que quer ser um gato (ou um cão), uma múmia viva e a Força PET… Isso mesmo: os maiores super-heróis da galáxia estão em ação e prontos para defender o universo (ou, pelo menos, o planeta Dorkon). Prepare-se para mais uma rodada de diversão para toda a família neste lançamento da Editora Nemo.



MARCADOS
No futuro, o mundo é árido e hostil, dividido entre os que moram dentro do conforto da muralha, o chamado Enclave, e os que duramente tentam sobreviver no miserável lado de fora, como a jovem Gaia Stone. Aos 16 anos, assim como sua mãe, segue o ofício de parteira, e cumpre sem questionar o dever de entregar uma cota dos recém-nascidos para o Enclave. Porém, sem que ela entenda o porquê, seus pais são presos pelas mesmas pessoas a quem eles sempre serviram e desaparecem. Os esforços de Gaia para resgatá-los a levam para dentro da muralha, e ela acaba descobrindo a existência de um código, cujo significado pode colocar muita coisa em risco, mas que também ameaça sua vida e a segurança de sua família.



A EXTRAORDINÁRIA GAROTA CHAMADA ESTRELA
 A garota chamada Estrela. Ela é tão mágica quanto o céu do deserto. É tão estranha quanto seu rato de estimação. É tão misteriosa quanto seu próprio nome. Com um simples sorriso, ela cativa totalmente o coração de Leo Borlock. Com sua alegria, ela incendeia uma revolução por liberdade e autenticidade no espírito de sua escola.No começo, os colegas encantam-se com ela por tudo o que a faz ser diferente. Mas isso começa a mudar, e Leo, apaixonado e apreensivo, percebe que a única coisa que pode salvá-la das críticas é a mesma que pode destruí-la: ser alguém comum.Nesta celebração do inconformismo, o premiado Jerry Spinelli tece um conto tenso e comovente sobre os percalços da necessidade de ser popular e da emoção e inspiração do primeiro amor.





SNOOPY
 A adorada turma do Snoopy está toda aqui, no segundo volume de sua nova série de histórias em quadrinhos. Esta edição apresenta uma mistura de histórias totalmente novas e páginas dominicais clássicas de Charles Schulz. Seja numa aula de desenho do Chiqueirinho, Snoopy versus o gato do vizinho ou Charlie Brown em um parque de diversões, este novo volume da série pela Editora Nemo é garantia de diversão para todos!


A PROFECIA DE SAMSARA 
Quando um dos príncipes do Clã mágico dos Devas é assassinado, as suspeitas recaem sobre sua própria mestra, Draupadi. O irmão do príncipe, o jovem Arjuna, jura vingar sua morte e persegue a criminosa pelos reinos mágicos da antiga Índia. Draupadi inicia sua fuga ao lado de Asti, uma humana a quem chama de filha, que guarda um segredo em seu corpo desde que nasceu: uma maldição ancestral em forma de tatuagem, da qual procura desesperadamente se libertar. Todos os fatos fazem os destinos de Arjuna e Asti convergirem definitivamente, o que torna inevitável a concretização da temível Profecia de Samsara.



NOIVA MECÂNICA 
Muito longe da rebimboca da parafuseta, fica a oficina de Boris Feldman. Uma oficina elegante, onde os mecânicos ouvem música clássica e bebem limonada on the rocks. Esta Noiva Mecânica foi convidada para subir ao altar há, pelo menos, 30 anos. Agora, desposada, quem vai passar a noite de núpcias com esta beleza são os leitores. Os mesmos leitores, também espectadores, ouvintes e internautas de todo o país, no rádio, na TV, no jornal e na internet. Estas ligeiras crônicas sobre rodas são, além de simples e esclarecedoras, éticas. “Éticas???”, pergunta um motorista que passa com o vidro aberto, braço do lado de fora da janela. Sim, afinal, o trânsito hoje é, basicamente, uma questão de educação e ética.Jogue a primeira pedra (ou dê a primeira buzinada) quem nunca carregou criança sem cinto de segurança, fez conversão ilegal, parou em cima da faixa, em fila dupla… só para começar. E jogue a segunda quem conhece os segredos de um capô aberto, os mistérios do efeito do combustível certo no motor… Bem, enquanto a caravana passa, a tecnologia voa. E carro não é avião. Mas, hoje em dia, pouca gente sabe disso.




COMO EU REALMENTE...
Nem sempre o que esperamos é o que realmente acontece na vida real. Para combater a constante quebra de expectativas ao seu redor, Niazinha acabou desenvolvendo uma imaginação um pouquiiinho criativa demais. São seus exageros que fazem cada história do Como eu realmente… um passeio único pelo lado meio esquisito, mas superdivertido da nossa imaginação.



BEAR
 A pequena Raven tem um problema: de algum modo ela conseguiu se perder de seus pais e de seu lar. Em sua busca, ela se depara com um urso marrom (ou seria alaranjado?) que, apesar de rabugento, aceita ajudá-la nessa empreitada. A jornada desses dois acaba de começar.

HISTÓRIA DA CIVILIZAÇÃO MINEIRA
BISPADO DE MARIANA
É lugar-comum afirmar-se o sentido de oportunidade de que se revestem determinadas edições de livros. Aqui e agora, a expressão se aplica à perfeição. Por certo que o Bispado de Mariana não é a obra-prima do sempre recorrente Diogo de Vasconcelos (1843-1927). Todavia, como as demais, foi elaborada na tentativa de reconstituição da realidade sobre a qual versa, a partir de consultas a variadas e amplas fontes documentais. É bem possível que o autor desejasse voltar ao texto antes de vir a publicá-lo. Reparos na estrutura sequencial das ideias expostas e na fixação de acontecimentos, bem como alterações nas interpretações, sugerem o caráter de notas e apontamentos ou de simples transcrições documentais com que o autor identifica inúmeras passagens do texto, que veio à luz após sua morte, em 1927. Tais ressalvas não lhe retiram o mérito, que fica salientado pelo advento desta nova versão. Com efeito, este livro vinha na sequência de importantes contribuições historiográficas de Diogo, no âmbito de seu projeto de conhecimento e análise do que denominou, nos moldes então patentes, História da Civilização Mineira. No fundo, mais um esforço seu na obstinada busca de identificação e entendimento das raízes de Minas Gerais.Católico de indobrável convicção, defensor intransigente da dogmática cristã, Diogo de Vasconcelos utilizou de sua abnegação à pesquisa documental para enaltecer a relevância fulcral da instituição católica na formação da sociedade mineira. A fé católica como fator de unidade social e veículo formador das gentes mineiras. O catolicismo a suplantar o paganismo, a história da Igreja na luta do bem contra o mal como leitmotiv civilizacional por excelência. Para tanto, não se eximiu de agregar contundentes juízos de valor às narrativas dos acontecimentos, nas quais a retórica quase sempre lhes foi companheira. O Bispado de Mariana resulta, assim, em descrição da trajetória de uma Igreja triunfalista, onde a biografia e a atuação dos titulares do trono episcopal se impõem, apologeticamente, como fio condutor e elemento explicativo.
Embora seja consensual a afirmativa de que a compreensão da História do Brasil exige bom conhecimento a respeito da presença e da atuação da Igreja católica entre nós, a produção historiográfica existente não lhe é equivalente. Desse modo, só por isso já seria louvável a iniciativa da reedição da obra _Bispado de
Mariana_, publicada uma única vez, em 1935, agora enriquecida, entre outros atributos, com notas explicativas e de referência, glossário, reproduções fotográficas e cartografia. Se o conteúdo do livro proporciona a apreensão de circunstanciadas informações sobre a vida religiosa das Minas Gerais entre o início do século XVIII e o do XX, a publicação enseja aproximação mais alargada e vertical com os escritos de autor pioneiro e essencial para os estudos mineiro.



MEDEIAS
Quem gosta, ou pensa que gosta, de mitos antigos pode ter neste livro a mais profunda alegria – ou a maior perturbação. Isso porque este belo trabalho organizado e traduzido por Márcio Gouvêa Júnior demonstra como a mitografia (em seu sentido estrito, “a escrita de mitos”) é um fluxo instável de variantes e contradições que convivem no repertório cultural de um mesmo povo, sem a fixidez que tantos esperam quando perguntam algo como “Qual é a história de Medeia?”, ou “Quem é Medeia, afinal?”. E talvez se descabelem quando não há uma resposta.
Em outras palavras, a tragédia Medeia do grego Eurípides é apenas um ponto – talvez o mais famoso, neste caso, já que Píndaro apresenta uma versão anterior, hoje menos conhecida –, um ponto de partida para uma história que nunca termina sua reescrita, mas não é, nem será, seu ponto final, nem deve ocupar o espaço de verdade do mito, porque o mito é o que acontece durante sua enunciação, enquanto for capaz de produzir sentidos para um povo. Não é à toa, afinal, que Medeias permanecem tão fortes em nossa cultura – e muito além da recriação homônima de Pasolini, ou da Gota d’água, de Chico Buarque e Paulo Pontes. Medeia é, no fim das contas, nosso protótipo do feminino, da feitiçaria, do fratricídio, da paixão desmedida, do filicídio, do exílio, do grande “outro” civilizatório, da violência anárquica, etc. Medeia não se resume, se apresenta. E cabe aos leitores do presente revê-la para reapresentá-la.
O que me leva ao que é, para mim, algo ainda mais importante neste livro. Márcio Gouvêa Júnior não é apenas um excelente compilador de mitos em sua versão romana – ele é um excelente tradutor, alguém capaz de devolver poesia àquilo que um dia foi poesia noutra língua, noutra cultura. E, convenhamos, isso importa, isso é o que importa; porque o leitor não vai se deparar com uma mera listagem enfadonha de variantes mitológicas. O que você tem em mãos, com estas Medeias latinas, é a chance de reexperimentar poeticamente as várias faces de Medeia dentro da cultura romana, de encarar o que há de variantes no seu conteúdo também pelas variantes da sua forma – o que só poderia ser feito por alguém que, além de erudito, é também um poeta.



A SABEDORIA TRÁGICA 
Como toda grande filosofia, a obra de Friedrich Nietzsche (1844-1900) se presta a interpretações muito variadas. Reivindicado como inspiração por muitos, o pensador encontrou no então jovem Michel Onfray um leitor criativo e rigoroso, interessado na valorização das implicações libertárias de suas ideias.Neste A sabedoria trágica: sobre o bom uso de Nietzsche, Onfray sublinha o entrelaçamento indissolúvel entre experiência e pensamento promovido pelo filósofo alemão, elemento que confere uma integridade exemplar ao conjunto da sua reflexão. Articulada em torno da alegria de viver e da afirmação da existência, a filosofia nietzschiana reconstruída nestas páginas mostra-se plausível e estimulante, sem prejuízo do reconhecimento das altas qualidades poéticas da prosa de seu autor.O mais importante, contudo, são os encaminhamentos oferecidos quanto ao subtítulo do livro. Situando a leitura proposta em relação ao contexto da recepção francesa do último quarto do século XX, Onfray evidencia a força e a atualidade das ideias em estudo. Com amplo domínio dos temas mais desa-fiadores do repertório nietzschiano, ele estabelece boas razões para admitirmos a crítica às crenças e aos valores tradicionais levada a efeito pelo filósofo para, em seguida, mostrar as promissoras alternativas que decorrem daí. Sem dúvida, um excelente uso de Nietzsche, agora disponível para o público brasileiro.


QUATRO NOVELAS E UM CONTO 
Qual a diferença entre novela e conto? É a pergunta que se fazem Gilles Deleuze e Félix Guattari, filósofos franceses, no capítulo 8 do livro Mil platôs, v. 3 (Editora 34). Para eles, a novela está organizada em torno da questão “o que aconteceu?”. O conto se estruturaria por uma pergunta bem diferente: “o que vai acontecer?”. Eles se utilizam, para ilustrar a tese, de quatro novelas (“Na gaiola”, de Henry James; “O colapso”, de F. Scott Fitzgerald; “História do abismo e da luneta”, de Pierrette Fleutiaux; “A cortina carmesim”, de Barbey d’Aurevilly) e de um conto (“Um jeitinho”, de Guy de Maupassant). Essas ficções são aqui reunidas pela primeira vez, permitindo que sejam consultadas enquanto se lê o instigante ensaio de Deleuze e Guattari. Nada impede, é claro, que sejam desfrutadas sozinhas: a escolha é sua.




10 comentários:

  1. Nossa, quantos lançamentos. Os que achei a sinopse mais interessante foram: Marcados e E extraordinária garota chamada estrela.

    Bjok

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  2. Oi :)

    Quero ler: A Extraordinário Garota Chamada Estrela e Bear (mesmo sendo infantil). Beijos!

    http://euvivolendo.blogspot.com.br/

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    1. também quero ler a extraordinária garota chamada estrela...

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  3. Quero ler A Extraodinária garota chamada estrela. Essa sinopse tá ó <3

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    1. ta bem legal neh... também gostei...

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  4. Quero muito ler Marcados e A profecia de Samsara (escrito pela minha xará).Participei de cortesia para ganhar no skoob, mas a minha sorte é tanta... kkkkkkkkkk

    Beijos,
    Lê.

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    1. Só as capas já dão vontade de ler neh... Boa sorte no Skoob

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  5. Milagres acontecem não mi interessei por nenhum dos lançamentos :P

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    1. não acredito... os títulos são ótimos... quem sabe no próximo mês...

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