segunda-feira, 19 de maio de 2014

Batalhas do Novo Mundo #57 e #58 (Edição Dupla)



Livro 1 - Conspiração   (último arco)
Arco VI - Conspiração
Cap. 57 - Fim



O sol do segundo dia já estava se pondo quando o grupo chegou ao Monte Palidor. O cansaço estava estampado nos rostos de cada um, eles tinham caminhado a noite inteira para tentar escapar do sulfure. Por sorte conseguiram despista-lo, embora em seu interior todos sabiam que provavelmente Tarlian havia servido de isca. Jacques parecia o mais abatido com a escolha da barda.
-Não fique assim ladino, ela é forte e sabe se virar. -falou Morn tentando animar o garoto que apenas respondeu com um sorriso de canto de boca.
-Vamos procurar alguma caverna para passar a noite. -falou Gwenh para mudar o rumo dos pensamentos.
Por alguns minutos até surtiu efeito e todos começaram a procurar por algum lugar onde pudessem parar. O monte não era muito alto, mas sua extensão era longa, precisariam de no mínimo um dia para dar a volta nele.
Depois de quase duas horas procurando, Thargon chamou os companheiros para mostrar sua descoberta. Ele havia encontrado uma pequena escadaria que levava até uma caverna.
-Deve ser um modo de atravessar o monte por dentro. -comentou Vëon. -Pela perfeição nos degraus, eu diria que foi criada por anões.
-Acho que não temos muitas opções. -falou Morn tomando a frente.
A escadaria não era grande, pouco mais de dois metros, não demorou para que chegassem na caverna. Ela era iluminada por tochas de chama continua, as paredes e o teto cobertos por azulejos brancos perfeitamente alinhados, e o chão de pedra não apresentava nenhuma deformidade.
-Isso não está me cheirando bem. -comentou Jacques.
-Este túnel deve ter sido escavado por anões da Ordem de Khalmyr, para ajudar viajantes. -respondeu Vëon enquanto analisava as pedras.
-Vamos ver até onde vai, qualquer coisa só temos que voltar. -finalizou Gwenh,
Lentamente o grupo percorreu o largo túnel. Não era uma caminhada difícil e ninguém se sentia cansado, uma leve brisa refrescava o local.
De repente uma porta de pedra surgiu diante do grupo, no topo dela era possível ler algumas inscrições em algum dialeto antigo, nenhum deles conseguiu identificar as palavras. Ela estava aberta de modo convidativo, ao fundo era possível ver o fim do túnel a alguns passos de distância.
Durante alguns minutos o grupo ficou em silêncio, fitando a porta como se ali estivessem todas as respostas. Morn foi o primeiro a se movimentar.
-Ficarmos aqui não ajudará em nada. - exclamou o orc dando de ombros e atravessando-a.
Um a um, os heróis seguiram o companheiro em direção a saída. A caminhada durou poucos minutos, que para cada um pareceu uma eternidade. Quando chegaram ao final do túnel, eles encontraram uma paisagem inesperada.
Longas planícies verdes, com a grama perfeitamente alinhada ocupavam quase tudo que a vista alcançava. O horizonte era decorado por montanhas incrivelmente alinhadas, pra não dizer idênticas. Até mesmo as árvores eram simétricas, como se plantadas com a mesma distância entre elas, e os animais corriam pelos campos sempre em pares, até pararem para beber em rios com margens planas, sem curvas ou deformidades.
-Por Tenebra, onde viemos parar? -exclamou Gwenh.
-Em Ordine! -respondeu Thargon descendo uma escada simétrica que levava a planície. -Estamos no reino de Khalmyr.
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Horas (ou anos) antes.
Khalmyr permanecia em silêncio na espera dos últimos dois. Incluindo a sua, dezoito das vinte cadeiras estavam ocupadas, faltava apenas a de Tauron e a de Nimb. O primeiro não tinha o costume de se atrasar, fazia parte de sua rigidez militar. O segundo fazia de propósito, era o deus do Caos, nada poderia estar em ordem, e Khalmyr era o deus da ordem, ele detestava aquele caos de Nimb, embora soubesse que um não poderia existir sem outro.
A porta se abriu com um forte estrondo, pela porta cruzou o poderoso minotauro com a cabeça em chamas. Ele era imponente e forte.
-Está atrasado. -provocou Hynnin.
-Um deus nunca se atrasa, trapaceiro -a voz de Tauron ecoou como um trovão. -Um deus chega exatamente quando quer.
O deus dos ladinos deu uma risada, adorava provocar os mais sérios como Tauron, Khalmyr e Keen. Ele então se virou para a vigésima cadeira que agora já estava ocupada.
-E você? -perguntou provocador.
-Eu fui mijar e me atrasei. -respondeu o deus caótico, arrancando risos do palhaço. -E então Khalmyr, vamos começar?
O deus da justiça se levantou, sua armadura ressoava conforme caminhava.
-Você sabe porque está aqui Nimb, você foi acusado de traição.
-Traição? -riu Nimb, ele então assumiu sua forma gasosa e flutuou até a cadeira vazia de Khalmyr, então ele voltou a forma solida, mas havia um bico de pato em sua orelha. -Traição por ter brincado com um reles grupo de mortais?
-Filhos de outros deuses. -respondeu o juiz.
-Então deixe que eles me acusem. Tenebra? Wynna? Hynnin? -ele se botou de pé e caminhou até a cadeira que durante anos esteve vazia. -Talvez você Valkaria? Você passou mais tempo com eles do que eu.
-Então você admite que interferiu com mortais protegidos por outros deuses? -indagou Thyatis, deus da ressurreição.
-Sim, eu fiz isso. Mas porque eu fiz isso? -ele ficou em silêncio aguardando a resposta óbvia, mas ninguém respondeu. -Eu sou o deus do caos, se querem ordem e justiça, cobrem Khalmyr e não a mim. Eu estava entediado e decidi me divertir com mortais. Seus deuses padroeiros sabiam e nada fizeram, então não sou culpado de nada.
Ele estava certo. Khalmyr deu de ombros e voltou a sua cadeira.
-Ok, então iremos resolver isso apenas com os patriarcas. Peço que apenas aqueles com filhos envolvidos permaneçam aqui, os outros podem voltar a seus reinos.
Maioria se levantou. Apenas Hynnin, Tenebra, Wynna, Alihanna e Valkaria permaneceram na sala, além de Nimb e Khalmyr.
-Um dos seus está envolvido Tauron. -falou Khalmyr para o deus da força.
O guerreiro minotauro parou e encarou os olhos dos demais deuses, havia desprezo em seu rosto.
-Apenas um traidor, não perderei meu tempo com seres assim. -finalizou dando as costas.
-E eu que sou o caótico. -provocou Nimb.
-Pois bem, vamos votar então. -finalizou Khalmyr batendo na mesa.
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O grupo caminhou durante horas até alcançar o perfeito castelo simétrico que se erguia no centro exato de toda a planície. Era feito com pedras lisas, completamente encaixadas, sem nenhum vão ou deformidade entre eles. Chegava a assustar de tão perfeito. Na porta um anão, vestido com os mantos de Khalmyr esperava o grupo se aproximar.
-Estávamos aguardando vocês.
-Nos aguardando? -perguntou Arwen.
-Calma druida, esta jornada mentirosa chegou ao fim. Me acompanhem para que possam entender.
Ele deu as costas e partiu em direção ao interior do castelo, com o grupo de aventureiros em sua cola. Eles caminharam durante alguns minutos pelos corredores de pedra e por alguns salões, todos estavam vazios.
Por fim eles pararam diante de uma porta de madeira, o anão apenas apontou para ela e se afastou. Os guerreiros ficaram parados, encarando a perfeita porta. Então Morn respirou fundo e a abriu.
Havia um amplo salão com vários quadros do deus da justiça e algumas armas de decoração, em seu centro tinha uma mesa de madeira com vinte cadeiras, mas apenas algumas estavam ocupadas. Na ponta oposta ao grupo estava Khalmyr, seu avatar tinha a mesma altura de Morn, mas mesmo assim todos sentiram como se fossem infinitamente menores que o deus. Na verdade eles se sentiam menores que qualquer coisa ali.
-Se aproximem. -a voz do deus ecoou pelas paredes e atingiu seus ouvidos como explosões.
Cautelosamente eles se aproximaram da mesa, pela primeira vez viram os rostos dos demais deuses. Como esperado, lá estavam Tenebra e Wynna, as mães de Gwenh e Vëon. Mas então eles congelaram, incrédulos no que viam. Como puderam ser tão idiotas? Era como se todas as respostas atingissem suas mentes de maneira tão óbvia que doía.
Como era possível Jacques ter perdido sua memória e nem mesmo eles reconhecerem o ladino? Que tipo de pessoa seria capaz de enfrentar um dragão sozinha? E principalmente, quais as chances de aventureiros tão diferentes dos mais distantes pontos do reinado, receberem a mesma carta de um vilarejo tão distante e desconhecido?
-Você! -gritou Morn puxando seu machado e apontando para o velho sentado em uma das cadeira.
Todos os guerreiros sacaram suas armas, mais por instinto do que por vontade de lutar, mas o alvo apenas gargalhava. Com um movimento das mãos do deus, todas as armas caíram no solo.

-Tenham calma meus caros. Não é muito "sadio" apontar armas para um deus. -provocou Nimb. -Principalmente pra mim.
Continua...  (abaixo)





Livro 1 - Conspiração   (último arco)
Arco VI - Conspiração   (penúltimo capítulo)
Cap. 58 - Recomeço



Todos permaneciam em silêncio, com exceção de Nimb. O deus do caos havia conjurado uma galinha frita para comer, o problema era que ela estava viva e ele tentava pega-la com uma espátula de gelatina.
-Você está caçoando de nós? -gritou Morn. -O que diabos está acontecendo aqui?
-O que você está fazendo aqui? -perguntou Thargon para Linnáe.
-Não é obvio? -falou Albino, provavelmente o mais calmo do grupo. -Ela é uma deusa, assim como todos os outros. Valkaria, não estou certo?
Todos os deuses encaravam o elfo, como que esperando uma explicação. Até mesmo Nimb fez sua galinha desaparecer e voltou para a cadeira.
-Como você descobriu? -perguntou a deusa da ambição.
-Agora tudo faz sentido, desde o começo você esteve mais preocupada com a Laurëa do que com o resto do grupo. Principalmente quando descobriu que ela era clériga de Valkaria. -completou Albino.
Todos os aventureiros estavam incrédulos, pois aquilo fazia todo o sentido.
-Então o palhaço e Hynnin. -exclamou Arwen. -Por isso Cavendish estava sobre suas ordens e...
-E por isso me capturou. -finalizou Jacques apavorado.
O palhaço começou a aplaudir os aventureiros de modo sarcástico, como se os lidasse com crianças.
-Finalmente descobriram tudo. -falou ele. -Achei que nunca chegariam ao óbvio.
-Chega de conversa. -falou Khalmyr com sua voz firme. -Eu os trouxe até meu reino para que saibam o que foi decidido em seu julgamento.
Os guerreiros gelaram, eles haviam sido julgados sem nem saber o motivo.
-Como podem ver, cada um de seus respectivos patronos participou da votação e foi decidido que vocês não tem culpa sobre as atitudes de um deus louco, principalmente com suas divindades compactuando com isso. -o deus da justiça fez uma pausa e encarou os irmãos deuses. -Com isso, chegou ao fim essa aventura louca de vocês e agora cada um deve partir em busca de seu próprio destino. Agora cada um partirá com seu respectivo deus e esse assunto estará terminado aqui.
Os aventureiros não sabiam o que dizer naquela situação, os deuses nem mesmo perguntaram o que cada um queria. Tudo terminaria de uma forma tão banal, como se nunca tivesse existido.
-Eu não aceito isso. -esbravejou Morn chutando uma mesa. -Não podem nos proibir de continuar o bando.
-Esse bando não passa de um devaneio da cabeça de um velho louco. -falou Valkaria. -O que isso lhes trouxe? Morte e sofrimento. Se eu não estivesse naquele pico vocês teriam sido mortos pelo dragão, ou talvez estivessem mortos em Dagba se não fosse pela interferência de Tenebra.
As palavras da deusa calou o grupo de heróis por alguns minutos.
-Qualquer grupo enfrenta perigos minha senhora. -falou Vëon. -Seja para simplesmente salvar um vilarejo ou enfrentar um deus.
-Isso não e uma opção mestre Vëon. - finalizou Wynna, havia tristeza em sua voz. -Você voltará para a academia e cuidara de seus afazeres, ponto final.
O gênio se calou diante da deusa, como uma criança repreendida pela mãe. A deusa da magia se aproximou do feiticeiro e o abraçou, imediatamente os dois desapareceram.
-Lá se vai o primeiro. -sussurrou Nimb.
Valkaria lançou um olhar reprobatório para o deus caótico, mas ele apenas riu. O próximo a deixar o grupo foi Arwen, que partiu ao lado de Alihanna, mãe da natureza sem nem mesmo se despedir dos companheiros.
-E então Jacques, você virá comigo ou terá que ser pela força novamente? -perguntou Hynnin de modo assustador para logo em seguida começar a gargalhar. -Estou brincando, você será bem vindo em meu circo como um de meus escolhidos, se não aceitar, irei envia-lo para onde quiser.
-O que você acha? -perguntou o ladino para sua mente.
-Não confio nele, peça que ele deixe Khalmyr nos enviar para Valkaria. -respondeu Sardo.
O garoto fez o pedido para os deuses, Nimb e Hynnin riram da resposta de Jacques. O deus da trapaça aceitou o pedido e Khalmyr enviou o garoto para a capital do reinado, para logo após ser a vez de Hynnin desaparecer.
-Também partiremos. -avisou Valkaria.
-Para onde minha senhora? -indagou Laurëa.
-Para o meu reino. Você ficará comigo em Odisseia até quando quiser. -respondeu a deusa da humanidade com um sorriso amável no rosto.
Laurëa se despediu dos companheiros com lágrimas nos olhos, durantes os últimos meses aqueles guerreiros tinham sido a família que nunca tivera. Ela então abraçou sua guardiã, tentando esconder a dor que sentia no colo da deusa, e as duas desapareceram.
Restavam apenas Albino, Morn e Thargon no salão. Antes que os deuses dissessem algo, o elfo se adiantou.
-Minha senhora, eu gostaria de não ser enviado para Dagba. Não agora. -pediu decidido.
A dama da noite abriu um sorriso bondoso, ela entendia os sentimentos do elfo.
-Não irei manda-lo para lá agora. Você está livre para ir onde quiser, pois eu sei que um dia você voltará para casa.
-Eu gostaria de ir para o continente do sul, em Lamnor. -pediu o elfo, provocando espanto nos demais. - Acho que lá conseguirei me tornar forte o suficiente para um dia me opor aos deuses e suas loucuras.
A deusa abraçou seu guerreiro como uma mãe orgulhosa com o filho.
-Você será querido. -finalizou dando um beijo na testa do elfo, que desapareceu. Imediatamente o rosto da deusa mudou para uma feição de ódio ao encarar Nimb, e então ela também sumiu.
-Ok, e nós? -perguntou Morn.
Thargon era quem provavelmente estava mais abatido de todos, não apenas pelo fim do grupo, mas por que pela primeira vez ele se sentiu aquilo que sempre soube ser, um desertor. Nem mesmo o deus por quem tanto rezou esteve ao seu lado como os demais estavam de seus devotos.
-Não fique assim minotauro. -falou Khalmyr. -Tauron apenas vê força bruta e maldade. Eu vejo justiça e caráter. Desde sua demonstração de bravura em Kagett eu lhe tenho acompanhado e dado minha benção. Durante todo esse tempo vi você fiel a alguém que lhe desprezava. Quero apenas que saiba que tem um deus que respeita sua bondade mais que sua lealdade. -ele se virou para o orc também. -Quero que os dois saibam disso, vocês são grandes, não apenas na força, mas em seus corações. Prova de minha benção, irei enviar ambos para um lugar que poderão chamar de lar.
Então os dois guerreiros desapareceram e apenas os últimos dois deuses permaneceram na sala. Nimb fez um movimento com as mãos e um tabuleiro de xadrez surgiu entre os dois. Khalmyr se sentou em sua cadeira e fez surgir suas peças, de mármore branco e impecáveis. Nimb também fez surgir as suas, caóticas e distorcidas, os cavalos eram na verdade Laurëagos e as torres cogumelos. De um lado a ordem, do outro o caos. Mas era apenas um jogo de xadrez.
-Você vai se arrepender disso Khal. -falou Nimb de olhos baixos.
-Isso é uma ameaça? -respondeu Khalmyr sem erguer os olhos.
-Não meu caro, apenas uma intuição. -respondeu o velho de cartola.
Khalmyr colocou a mão em um de seus peões e fez seu primeiro movimento.
Era apenas um jogo de xadrez.
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Cosamhir, reino de Tyrondir
Thargon surgiu no meio da praça central. Ao lado ele via a loja onde estava a taverna em que conheceram a barda. Agora ele entendia as palavras de Khalmyr. O guerreiro pegou seu machado e caminhou lentamente para o único lugar que suas pernas conheciam o caminho. Lá estava a pequena casinha de dois andares, feita de madeira com detalhes de barro. Uma pequena fumaça saia da chaminé. Ele se aproximou, e antes que pudesse bater à porta se abriu.
-Você voltou rápido, a comida ainda não está pronta capitão. -falou o médico.
-Por favor senhor Niguel, apenas Thargon. -respondeu o guerreiro com um sorriso no rosto.
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Ralandar, reino de Lomatubar
Ele conhecia bem aquele vilarejo. Quanto tempo desde que partira dali atrás da tal missão em Koonji? Agora tudo parecia tão distante e sem importância. Será que isso era obra de Khalmyr? Ele não se importava, nunca foi muito religioso, apenas quando convinha.
Ele caminhou até a taverna, algumas crianças na rua gritavam seu nome, como se um herói estivesse voltando de uma longa guerra. Provavelmente teria que contar algumas histórias para essas crianças depois, ou não teria paz. Histórias, tudo parecia tão estranho, como se tivesse sido um sonho.
Então seus pés pararam, ali estava a taverna do velho, onde tudo havia começado. As crianças ainda gritavam, alguns bêbados o saudavam. Então a porta se abriu e dela saiu o humano careca de bigode farto, ele tinha lágrimas nos olhos, como um pai que vê seu filho depois de anos. O velho correu e abraçou o orc, em quantos lugares do reinado isso acontece? Nenhum provavelmente.
-Seu idiota, demorou muito. Podia mandar uma carta, ou não sabes escrever? -soluçava Gin.
-Calma velho, eu voltei pra casa. -finalizou Morn.
Continua...
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N/R: Capítulo duplo pessoal o/
Com isso teremos apenas mais um capítulo para o final deste livro. Semana que vem encerramos o Conspiração.

Vou colocar uma curiosidade pequenininha em suas cabeças: este capítulo 58, foi a última vez que os protagonistas apareceram. Mas ainda tem um último mistério para ser revelado no 59. Qual será????

Não percam semana que vem o capítulo final do primeiro livro de BdNM. o/

Até lá.

9 comentários:

  1. Olá
    Adorei esses dois capítulos. Fiquei curiosa para saber o que vai acontecer no capítulo 59.

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    1. O último capítulo já vai ser um "empurrão" para o livro 2.
      Ele vai revelar os motivos de tudo que aconteceu durante o primeiro livro, principalmente essa "preocupação" de Nimb, que o levou a manipular os heróis. :D

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  2. Até hoje não tomei coragem pra ler a história toda,mas acho que esse fim de semana sem falta eu leio .
    Beijos :*

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    1. Semana que vem vou liberar os pdf's de todos os arcos e um do livro completo. :D
      Sem contar que em junho vai começar um resumão de toda a história. :D

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  3. Cada vez melhor!! E que venha logo o capítulo 59!!!!!!!

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  4. Como estou bem atrasada com os capítulos acabei não lendo eles ainda, mas espero que consiga colocar os capítulos em dia logo =)

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  5. Eu estou acompanhando as postagens do blog tem pouco tempo e nao tive a oportunidade de acompanhar desde o primeiro capitulo, mas eu gostei dos comentarios e estou curioso sobre esta historia.

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  6. Mais um capítulo que eu deixo de ler por não conhecer toda a história :(
    Mas espero poder acompanhar desde o início o próximo :)

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  7. Como falei... preciso me atualizar e ler um monte de capítulo ainda =(
    Agora que estou de férias vou pegar para ler todo, hehe.

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