quarta-feira, 19 de março de 2014

Lançamentos Editora Autêntica.

A Província de Minas é a segunda parte da Coleção História de Minas Gerais, dedicada à história de Minas nos períodos colonial, imperial e republicano. Nos dois volumes que a constituem, reúnem-se 43 historiadores e experts de áreas vizinhas à História, cuja contribuição é inestimável para se compor um cenário mais amplo do Oitocentos mineiro. Esta obra reflete a profunda renovação por que tem passado a produção historiográfica das últimas décadas sobre Minas Gerais – seja do Setecentismo, do Oitocentismo ou da Minas Republicana –, que tem sido marcada pela introdução de novas temáticas e novas abordagens e pela utilização de uma multiplicidade de novas fontes. Ao lado dessas novas abordagens, registra-se a incorporação de uma multiplicidade de novos objetos historiográficos – a morte, as festas, a sexualidade, as relações clientelares, as redes de poder, a cultura política, a cartografia, as bibliotecas, as práticas de leitura e escrita, e as inconfidências no plural, entre outro – os quais o leitor poderá vislumbrar nesses dois volumes dedicados à historiografia do Período Provincial.

                     ABCenário
 Os desenhos do livro ABCenário, de Alex Lutkus, abrem, creio, uma janela nova no rico panorama dos livros ilustrados brasileiros. Para além da técnica primorosa, são imagens que remetem à metáfora visual, misturam realismo com surrealismo, técnica com poesia e, assim, acabam por criar situações inventivas, inesperadas e insólitas. Enquanto isso, os textos de Leo Cunha surgem como comentários bem-humorados, poéticos e ligeiros que dialogam e brincam com as ilustrações, dando a elas novos e ricos significados. Como resultado, a conversa entre os desenhos e os textos consegue virar o velho e bom alfabeto de cabeça para baixo. Que legal que leitores de qualquer idade possam ter nas mãos um livro como este!


 A Província de Minas é a primeira parte da Coleção História de Minas Gerais, dedicada à história de Minas nos períodos colonial, imperial e republicano. Nos dois volumes que a constituem, reúnem-se 43 historiadores e experts de áreas vizinhas à História, cuja contribuição é inestimável para se compor um cenário mais amplo do Oitocentos mineiro. Esta obra reflete a profunda renovação por que tem passado a produção historiográfica das últimas décadas sobre Minas Gerais – seja do Setecentismo, do Oitocentismo ou da Minas Republicana –, que tem sido marcada pela introdução de novas temáticas e novas abordagens e pela utilização de uma multiplicidade de novas fontes. Ao lado dessas novas abordagens, registra-se a incorporação de uma multiplicidade de novos objetos historiográficos – a morte, as festas, a sexualidade, as relações clientelares, as redes de poder, a cultura política, a cartografia, as bibliotecas, as práticas de leitura e escrita, e as inconfidências no plural, entre outro – os quais o leitor poderá vislumbrar nesses dois volumes dedicados à historiografia do Período Provincial.



Em Kafka: Por uma literatura menor, Deleuze e Guattari arrancam a arte e a escrita do regime da interpretação e advogam uma concepção completamente nova da literatura. Uma obra não propõe uma ficção imaginária que seria preciso analisar através da personalidade de seu autor, nem um modelo simbólico de transposição cuja estrutura seria preciso descobrir, reencontrando seu sentido eterno. É uma toca, espaço de habitação, de deambulação e de reserva nutritiva, uma máquina política e experimental que transforma realmente nossas experiências e leva o leitor, assim como a literatura, a caminhos novos. Não uma metáfora, passagem do sentido próprio a um sentido figurado, mas uma metamorfose, produção de sentido, cartografia prática através dos signos que, por ser uma experiência nova, devem primeiramente ser construídos. Contra toda hermenêutica do imaginário e do simbólico, a máquina literária menor não reproduz os códigos estabelecidos, mas faz passar algo do real através da escrita para transformar nossas maneiras de ver e de sentir. A literatura não tem nada de um lazer inofensivo, mas é uma máquina de guerra, uma experimentação política.Anne SauvagnarguesProfessora da Universidade de Paris X
 
A publicação de O descredenciamento filosófico da arte é um acontecimento importante para a reflexão estética no Brasil (e em outros países de língua portuguesa), pois, por um lado, Arthur Danto, falecido em outubro de 2013, é considerado um dos mais influentes estetas da atualidade. Por outro lado, a posição ocupada por este livro no conjunto da obra do filósofo é de grande importância, já que a redação da maioria dos seus ensaios é imediatamente posterior à publicação de A transfiguração do lugar-comum – considerado por Danto seu principal livro de estética – e retoma, desenvolvendo-os, pontos considerados por ele ainda não suficientemente trabalhados.
A relevância deste livro foi reconhecida pelo próprio filósofo numa mensagem pessoal, na qual ele expressa também gratidão pela receptividade ao seu trabalho no Brasil: “O livro contém alguns dos meus ensaios mais centrais, incluindo, obviamente, ‘O fim da arte’. E sinto-me muito próximo dos leitores brasileiros, que têm sido grandes apoiadores desde o início!”.
Os ensaios reunidos neste livro recolocam, com a inconfundível verve de Danto, temas importantes da estética, tais como as relações nem sempre respeitosas da filosofia para com a arte, a interpretação das obras artísticas e a situação – assim como as perspectivas de sobrevivência – da arte no mundo contemporâneo. Por tudo isso, trata-se de uma leitura imprescindível para filósofos, artistas e demais interessados na cultura e em seus desdobramentos.
            PÂNICO NO PACÍFICO
 Em pleno cruzeiro, o transatlântico Pacífico é sacudido por três ocorrências criminosas. No primeiro enigma, o leitor é convidado a descobrir quem saqueou a suíte de uma princesa durante uma escala do navio. No segundo enigma, o desafio é deduzir qual cozinheiro agrediu o chefe de cozinha do transatlântico para roubar três caixas de caviar e cinco garrafas de vinho. No terceiro enigma, o leitor deve desmascarar o passageiro que roubou o cofre-forte do transatlântico, durante um recital na sala de concerto.

  
                          

DINO MALUCO O Tyranic Park é vítima de três ocorrências policiais, que o leitor deve investigar. No primeiro caso, é preciso descobrir quem roubou dois ovos de dinossauro de uma vitrine. No segundo, a investigação deve revelar o culpado por sabotar o mecanismo de funcionamento de uma maquete em tamanho real de um terrível dinossauro. No terceiro caso, o leitor deve descobrir quem pichou os dinossauros do parque.

 
O LIVRO DOS GRANDES OPOSTOS FILOSÓFICOS   Desde muito pequenos, aprendemos sobre os opostos.
Desde a mais tenra idade, descobrimos que as ideias se opõem, e que compreendemos uma ideia por causa da outra: alto é o contrário de baixo; quente, de frio; escuridão, de claridade.
Quando crescemos, nosso pensamento se torna mais sutil, é capaz de entender noções mais abstratas, ideias mais complexas. Mas ainda tem necessidade de opostos. Pois são essas grandes oposições universais que estruturam nosso espírito, que permitem, seja a uma criança grande ou a um grande filósofo, refletir. Como pensar no espírito sem o opor ao corpo, no infinito sem o opor ao finito, no ser sem o opor à aparência? Sem opostos, sem contrários, não podemos pensar.
Este livro apresenta doze pares de opostos, primeiro definidos pelo que os opõe, depois ligados por uma pergunta e sua resposta, que mostra em que cada um tem necessidade do outro.
As ilustrações fascinantes que acompanham essas etapas dão corpo e vida às ideias, pois o pensamento se nutre de imagens, como o abstrato se nutre de seu contrário, o concreto.
Um livro para contemplar, um livro para pensar, um livro único…

 
O LIVRO DOS GRANDES OPOSTOS PSICOLÓGICO
 Desde a infância, a gente aprende a conhecer a si próprio, ao mesmo tempo que descobre os outros.
Interagimos com pessoas que são como nós e com outras de caráter completamente diferente. Existem os sérios e os brincalhões, os simples e os complicados, os expansivos e os discretos…
Aos poucos, a gente descobre que por trás dessa aparente simplicidade se escondem personalidades complexas e cheias de peculiaridades. Procurar entender, entrar na psicologia desses personagens humanos é dar um grande passo em direção àqueles que podem nos parecer estranhos, mas também em direção a nós mesmos.
Por meio de textos muito simples e de ilustrações magníficas, este livro apresenta dez pares de temperamentos opostos. Dentro de cada par, cada personalidade é definida – primeiro, de forma simples, depois, em todos os seus matizes, suas riquezas e seus excessos.
Esses opostos psicológicos são representados por personagens ao mesmo tempo estranhos e cativantes, fora do tempo e do espaço, com os quais cada um de nós pode se identificar.
Pois mesmo que ninguém nunca seja a encarnação de um único e mesmo caráter, existe um pouco desses personagens em cada um nós.
Um livro para começar a descoberta de si mesmo e dos outros.

 O livro ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA NA EDUCAÇÃO BÁSICA  traz alguns trabalhos que foram apresentados no V Seminário de Estudos em Educação e Linguagem, promovido pelo Centro de Estudos em Educação e Linguagem do Centro de Educação da Universidade Federal de Pernambuco (CEEL/UFPE) e realizado em novembro de 2011, no Centro de Convenções de Pernambuco. Seus autores – pesquisadores e professores de diversos níveis de ensino e diversas instituições – debruçaram-se sobre o tema do currículo, explorando várias de suas dimensões e relações com o ensino, a aprendizagem e a avaliação.
Os estudos aqui compilados foram agrupados em três grandes blocos. No primeiro, problematizam-se os objetos de ensino, buscando-se responder à pergunta: o que se ensina quando se ensina português? No segundo, enfatiza-se a prática docente, tendo como perspectiva a relevância dos conhecimentos a serem ensinados/aprendidos. No terceiro, as temáticas anteriores são mantidas, mas a elas se acresce um tratamento mais aprofundado das práticas avaliativas.
Pretende-se, pois, com esta obra coletiva, oferecer aos leitores mais um conjunto de discussões sobre a prática pedagógica de Língua Portuguesa, contribuindo para a formação e a atuação profissional de docentes, seja da educação básica, seja da educação superior. 


4 comentários:

  1. Não teve nenhum livro dos lançamentos deste mês que me chamaram atenção :(

    Beijos.

    http://livrosleituraseafins.blogspot.com.br/

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  2. hahahahahaha gente, como eu amei essas capas do "O livro dos grandes opostos filosóficos". Muito divertida.

    Beijos.

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  3. Bastantes lançamentos, mas nenhum que me desperta-se vontade de lê-lo...

    Meu Mundo, Meu Estilo

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  4. Nenhum me chamou a atenção agora, mas são temas interessante...

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