quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Lançamentos: Grupo Autêntica.


A história do povoado de Canudos e de sua destruição pelo exército brasileiro, em fins do século XIX, é recontada nesta HQ inédita. Partindo de referências históricas e relatos da época, os autores mostram, em páginas de quadrinhos dinâmicas e detalhadas, todo o drama e a intensidade de um dos episódios mais marcantes de nossa história.








O pequeno Boule está na cozinha com seu pai, que prepara alguns crepes para eles comerem. Entra em cena seu amigo Bill, um cãozinho sempre agitado e bagunceiro. Tudo vai bem até que Boule decide que também quer preparar um crepe… Começa aí uma história bem-humorada, que mistura elementos dos quadrinhos e dos livros infantis. Uma HQ em formato diferenciado, que encanta pela leveza de sua história e de seus desenhos.




Bruna Vieira está cada vez mais longe dos quinze, e sabe que crescer nunca é tão simples. Considerada uma das blogueiras mais influentes do mundo, mais uma vez ela dá vazão ao seu talento como escritora com este seu novo livro de crônicas e pensamentos, em que mostra o quanto amadurecer e conquistar a independência é maravilhoso, mas tem seus desafios e poréns. A garota do interior que usa batom vermelho e que realizou seus maiores sonhos continua inspirando adolescentes de todo o país. Para ela, as páginas deste livro significam o bater de asas das borboletas que colecionou dentro do peito por algum tempo e que agora, finalmente, pode deixar que voem livres por aí.




“Você já olhou para alguém e teve a certeza de que queria ficar com essa pessoa pela vida inteira? Talvez você nunca tenha vivido um amor assim. Mas você também tem sorte, porque nunca sofreu. É estranho e absurdo, mas meu maior medo sempre foi que um de nós dois morresse e eu não tivesse falado o quanto eu o amava. O quanto o amo. Como não há ninguém como ele no mundo todo. As lembranças mais marcantes da minha vida são as de quando o conheci. E contar esta história é como viver de novo a época em que a vida era doce… Doce como morangos. Esta história é sobre aquele tipo de amor que só acontece uma vez na vida, mas que, quando acontece, faz você olhar para trás e sentir que tudo valeu a pena.”



A vida de Anna está cercada de segredos. Seu pai trabalha para a Agência e lidera um projeto confidencial: monitorar e coordenar o tratamento de quatro rapazes alterados geneticamente, que vivem no laboratório localizado no porão de sua casa. Nick é formal e taciturno, Cas é alegre e brincalhão, Trev é inteligente e carinhoso, e Sam é o dono do coração de Anna. Por algum motivo, eles perderam a memória e não se lembram de fatos fundamentais que viveram. Quando a Agência decide que é hora de levá-los, Sam organiza uma fuga, e o pai de Anna a instiga ir com eles. Diante desse estranho acontecimento, e do pedido dele ao jovem para que mantenha a filha longe da organização a qualquer custo, ela começa a questionar tudo o que achava saber sobre si e logo descobre que ela e Sam estão conectados de uma maneira que jamais poderiam imaginar. E, se ambos quiserem sobreviver, deverão juntar as peças que reconstituem seu passado antes que a Agência roube deles o que ainda resta de sua vida.



Stark McClellan tem 14 anos. Por ser muito alto e magro, tem o apelido de Palito, mas sofre bullying mesmo porque é “deformado”, já que nasceu apenas com uma orelha. Seu irmão mais velho, Bosten, o defende em qualquer situação, porém ambos não conseguem se proteger de seus pais abusivos, que os castigam violentamente quase todos os dias. Ao enfrentar as dificuldades da adolescência estando em um lar hostil e sem afeto – com o agravante de se achar uma aberração –, o garoto tem na amizade e no apoio do irmão sua referência de amor, e é com ela que ambos sobrevivem. Um dia, porém, um episódio faz azedar terrivelmente a relação entre Bosten e o pai. Para fugir de sua ira, o rapaz se vê obrigado a ir embora de casa, e desaparece no mundo. Palito precisa encontrá-lo, ou nunca se sentirá completo novamente. A busca se transforma em um ritual de passagem rumo ao amadurecimento, no qual ele conhece gente má, mas também pessoas boas. Com um texto emocionante, personagens tocantes e situações realistas, não há como não se identificar e se envolver com este poético livro.



Publicado pela primeira vez em 1860, este livro conta as aventuras de Cadichon, um burro sábio que escreve suas memórias. Por causa de sua esperteza e inteligência, ele acaba ensinando muito aos humanos e mostrando a importância de refletir sobre as próprias ações, de se arrepender e procurar corrigir os erros cometidos. E, sobretudo, de tratar bem os animais, de amá-los, respeitá-los, pois são grandes amigos nossos. Cadichon viveu num tempo em que a vida era completamente diferente da que levamos hoje e pertenceu a diversos donos. Com cada um, teve um tipo de vida: ora triste e sacrificada, ora feliz, tranquila, ora muito, muito engraçada e aventurosa… Uma vida cheia de movimento, de perigos e armadilhas, de dificuldades e também de alegrias e de aprendizados, que fez do simpático burrinho um herói – às vezes, desastrado, mas herói…



Kim é um órfão irlandês, o “amigo de todo mundo”, que vive ao deus-dará pela cidade de Lahore, na Índia dominada pelos ingleses, até que se torna o discípulo de um lama, um sábio tibetano engajado numa busca mística. Ao mesmo tempo, aproveitando seu grande talento para o disfarce e a facilidade que tem de dominar vários dialetos, torna-se agente do coronel Creighton, o sagaz chefe do Serviço Secreto que investiga os detalhes de uma conspiração na qual espiões russos estão envolvidos. Kim se entrega de corpo e alma ao que, ao longo da narrativa, é chamado de Grande Jogo. Publicado pela primeira vez em 1901, este livro vem encantando e seduzindo várias gerações de jovens e adolescentes em todo o mundo, com as aventuras e a absoluta disponibilidade de Kim, o menino que podia se mover livremente por todo o território indiano, disfarçar-se, viver ao ar livre, sem entraves, quase sem regras.



Carvalho, belo carvalho, não me expulse. Se eu descer, os lobos que correm na noite irão me comer. – Saia, Emmi, saia! – retrucou a voz, ainda mais suave. – Belo carvalho falante – Emmi retrucou também, num tom de súplica –, não me mande para os lobos. Você me salvou dos porcos, foi bonzinho comigo, continue assim. Sou um pobre menino infeliz, não posso nem quero lhe causar mal algum. Acolha-me esta noite: se quiser, irei embora pela manhã. A voz não retrucou mais, e a lua prateou brandamente as folhas. Emmi concluiu que lhe fora permitido ficar, ou, então, que sonhara as palavras que pensava ter ouvido. Adormeceu – e, coisa estranha, não sonhou mais e dormiu a sono solto até o amanhecer.”



A ponte é a mesma, sob a qual passam diferentes águas: as margens se unem pela solidez de blocos, que revelam harmoniosa curvatura de arcos. A língua latina, uma colossal edificação da inteligência humana, constitui passagem obrigatória, um caminho largo, via de mão dupla por onde transitam, em muitas dimensões, o passado que se traz ao presente, o presente que se perpetua no passado. Muito além de meramente reconhecer e explicar que o português é uma das línguas descendentes diretamente do latim, está a certeza de que um texto escrito em latim, há dois mil anos ou mais, pode guardar um ilimitado universo à espera das muitas interpretações. Este dicionário é um dos meios auxiliares para aqueles que pretendem o acesso ao universo da língua latina. Ele recomenda, pelas suas definições, o pudor que reverencia, em cerimonioso recato, as sagradas instituições romanas, mas não deixa de recomendar também que se busque o deleite, o puro prazer de que a ingênua e efêmera natureza humana tanto necessita e que foi tão admiravelmente expresso pelos escritores latinos.



Em Roma, a oratória havia sido sempre a grande escola de formação de cidadãos de liderança, mas essa oratória entrou em declínio, nos termos em que o aponta a inquietação inicial de Fábio Justo, a quem Tácito vai responder. Ora, concentram-se aí todos os pontos que o Diálogo põe em discussão: os papéis políticos da oratória e do orador, a importância social e cultural da poesia e sua indissociabilidade das outras áreas de conhecimento que fazem parte da formação de um cidadão; a “decadência” da oratória, na sua correlação com a decadência das instituições de ensino e das práticas pedagógicas utilizadas na formação do orador; a baixa estima que essa escola suscita entre os jovens; os fatos de ordem política responsáveis por esse alegado declínio.


7 comentários:

  1. As sinopses são bem interessantes! O que mais me chamou a atenção foi o livro Época de Morangos! =)
    beijos ♥
    quemprecisadetvparaverbeyonce.blogspot.com.br

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  2. Gostei muito da capa do novo livro da Bruna Vieira. Tenho certo receio em relação à história, mas... Gostei muito da sinopse de Amnésia, parece ser muito envolvente, já sei que o livro é muito bem visto e alguns sites literários já divulgaram a respeito do lançamento, então estou bem curiosa.

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  3. Que linda a capa de A menina que colecionava borboletas e Época de morangos, e de todos os lançamentos acho que leria Amnésia.

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  4. Achei estes lançamentos super interessantes e diversificados, mas confesso que somente dois deles me chamaram a atenção que foi Épocas de Morangos e A menina que colecionava borboletas!!
    MIl beijos ♥

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  5. Temos alguns lançamentos incríveis desse mês, eu quero ler desses Épocas de Morangos, A menina que colecionava borboletas, Amnésia e Minha Metade Silenciosa.

    Meu Mundo, Meu Estilo

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  6. A menina que caçava borboletas me chama bastante atenção por causa desta capa maravilhosa, Época de Morangos parece ser bem legal!

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  7. Quero muito ler A Metade Silenciosa, adorei a sinopse!
    Também achei linda a capa, assim como a de Época de Morangos e de A Menina que Colecionava Borboletas!

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