terça-feira, 3 de setembro de 2013

Resenha Quando Cai O Raio.


Nome: Quando Cai O Raio.
Série: Desaparecidos.
Autora: Meg Cabot.
Editora: Galera Record.
Numero de páginas: 272.
Ano de lançamento no Brasil: 2011.

Sinopse:
Mandaram que eu escrevesse um relato, em primeira pessoa, sobre o que aconteceu comigo, falando toda a verdade e nada mais do que a verdade. Então tá. O que aconteceu comigo: fui atingida por um raio. Tudo culpa da Ruth, que resolveu que queria voltar da escola andando, para queimar uns quilinhos... Acabou que eu é quem fui queimada. Ninguém acreditou em mim, nem eu mesma, pra ser sincera. Eu não estava me sentindo mal, não tinha nenhuma marca ou machucado... Nem estava chamuscada! Mas logo as coisas começaram a mudar. Quando acordei no dia seguinte, de alguma forma sabia onde estavam as duas crianças cujas fotos estampavam a caixa de leite, aquelas do Disque-Desaparecidos, sabe? Pois é. Eu tinha certeza absoluta sobre onde elas estavam. O problema é que eu achava que estava fazendo uma coisa boa! Liguei para o Disque-Desaparecidos e avisei à simpática senhorinha onde estavam essas duas crianças, e depois mais outras... Até que dois não-tão-simpáticos agentes federais apareceram na minha escola para conversar comigo. Até parece! Agora sou foragida da justiça, tenho que ajudar um dos meninos que foram encontrados e ainda preciso disfarçar o quanto o motoqueiro da sala de detenção mexe comigo... Ainda bem que um raio não cai duas vezes no mesmo lugar... Certo?

Opinião:
Eu tive que copiar a sinopse e colocar exatamente assim, pois é como começa o livro, com Jessica contando o que aconteceu.
Esse livro, essa série foi quem me fez adorar a escrita da Meg Cabot, não vou mentir para vocês, é como entrar na cabeça de uma adolescente que acabou de ser atingida por um raio e consegue do nada achar pessoas desaparecidas, mas que nem por isso deixa de ser uma garota, como comprova seu interesse pelo motoqueiro da sala de detenção, Rob Wilkins (até eu me interessaria, mas ok).
Claro que quando Jessica liga algumas vezes com informações que levam a crianças desaparecidas, o FBI se interessa por descobrir como ela tem essas informações e vai atrás dela. 
Nisso Jessica consegue se meter em confusões com seu jeito espontâneo, você acaba se divertindo com ela, pois não é aquelas personagens que ficam sentadas esperando o salvador, ela mesma é sua salvadora, tendo 1,57 metros de altura consegue bater em caras bem mais altos e se impor.
Obviamente, para quem gosta de um romance também encontra, Rob é um dos melhores personagens que Meg criou, eu acho.
Li esse livro há muitos anos, antes mesmo que fosse publicado aqui no Brasil, conhecia a série como 1800 Onde Está Você? e não posso dizer que vá me acostumar a chamar de Desaparecidos, gosto do nome original.
Admito que depois que você ler A Mediadora, da mesma autora, talvez veja algumas semelhanças no jeito da Jessica e da Suzannah, aquela maneira dinamica de resolver seus assuntos.
São cinco livros que não te decepcionam, a Galera Record publicou até agora dois, Quando Cai O Raio e Codinome Cassandra.

Curiosidade: 1-800- Onde Está você? deu origem a uma série de televisão canadense chamada "1-800 MISSING", lançada em 2003 no Canadá e lançada em 2009, com o nome Missing pela Globo no Brasil. Ela teve apenas três temporadas, contando com Caterina Scorsone no papel principal, de Jessica Mastriani. Eu não tinha ideia disso, descobri agora vendo mais informações sobre a autora, depois que ver o seriado, que é óbvio que assistirei, falo o que achei lá no facebook.

Autora:

* Meggin Patricia Cabot, é conhecida como Meg Cabot, Patricia Cabot ou pelo pseudônimo Jenny Carroll.
* Já tem mais de 60 livros.
* Vive em Nova Iorque com o marido.
* Passava horas a ler as obras completas de Jane Austen, Judy Blume e Barbara Cartland. 

* Em setembro de 2009, Meg Cabot veio ao Brasil durante a Bienal do Livro e se disse fã da escritora Clarice Lispector, e ainda recomendou um livro seu, Laços de Família.
* No ano de 2013 Cabot lançou o " Livro das Princesas " em parceria com as autoras brasileiras Paula Pimenta e Patrícia Barbosa e outra autora americana, Lauren Kate.



Classificação: 10/10. 

— Por quê? É só uma tempestade idiota. Já ficamos presas em tempestades antes. — Recostei-me em um dos postes que sustentavam as arquibancadas. — Lembra aquela vez no quinto ano quando ficamos presas em uma tempestade enquanto voltávamos da sua aula de violoncelo?


17 comentários:

  1. Estou com o ebook desse livro para ler e não li ainda por preguiça porque ele é bem pequeno, fiquei curiosa agora que você disse sobre as semelhanças entre as personagens porque gostei demais de A Mediadora. Vou procurar a série também, apesar de sempre me decepcionar com as adaptações dos livros da Meg, estou esperançosa.
    Abraços,
    Raquel.

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    1. Eu também me decepciono com as adaptações. =(
      Leia sim o livro. =)

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    2. Eu sempre me decepciono com qualquer adaptação haha! Gostei de o O Diário da Princesa, mas tenho certeza que vou gostar menos se ler o livro.

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  2. Meu pré-conceito existe tanto para Stephenie Meyer quanto para Meg Cabot (apesar da ultima ter um pouco do meu respeito)... Mas confesso que por essa resenha eu quebrei a cara.Acabou acontecendo que eu gostei da história, esse lance de coisas 'paranormais', como saber das crianças desaparecidas e ter agentes atrás dela foge do estilo chick lit da autora, expandindo para novos públicos.

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    1. Meg também? haha.
      Acho que deveria tentar ler essa série.

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    2. Qualquer escritora 'chik lit' já não tem moral comigo,HAHAHA... se eu já não gosto de romance,imagina literatura de menininha?
      Mas Meg só não tem moral comigo (repensando depois dessa resenha), já Stephenie Meyer é desprezo mesmo.

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    3. Chick lit não é um tipo de leitura que agrada homens né, ainda mais Meg Cabot que gosta de explorar bem defeitos e qualidades das mulheres e quase sempre colocando a mulher como a heroína, deixando os homens até um pouco para escanteio.
      Também não morro de amores Stephenie Meyer, mas ela nem ao menos escreve chick lit, ela escreve um monte de baboseiras que inspira outros a escreverem baboseiras, mas enfim kkk não quero irritar nenhum fã dela.

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    4. Bom, eu concordo em partes com o Marcos. Mas eu achei a história até "atraente". Imaginei a situação: uma garota é atingida por um raio e ganha um dom. Isso pode dar uma história interessante de se acompanhar sem compromisso.

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    5. A Raquel foi bem "apocalíptica". Mas eu tenho uma opinião que se encontra com a dela quando diz que a Meyer inspira...

      Cinquenta tons de cinza é um exemplo muito claro disso.

      Beijos!

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    6. É desse bendito livro que eu me refiro! Mas tem público para tudo, eu posso não gostar como "enis" pessoas, mas tem outros tantos que a admiram.
      Acho que fui um pouco direta demais hahaha

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    7. "um monte de baboseiras que inspira outros a escreverem baboseiras" concordo com a parte que ela inspira os outros a fazerem baboseira, tá ai Cinquenta tons de cinza pra provar.

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    8. O gosto é realmente relativo. Só para vocês terem uma ideia, eu fiz a resenha de Cinquenta tons de cinza no meu blog e tem um número explosivo de visualizações diariamente. Imagino como será a adaptação...

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    9. Sim, tem muita gente que gosta (mesmo eu não entendo como), mas gosto é gosto né.

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  3. Confesso que nunca li nada da Cabot, mas várias das resenhas/sinopses de suas obras me conquistam. Tenho uma amiga que é louca pela série Diários da Princesa e nunca entendi o porque até ler a sinopse.
    Estou prestes a comprar a série A mediadora, só arrumar um emprego que faço o pedido no Sub.
    Esse livro também parece ser interessante e recheado de humor e sarcasmo o que eu simplesmente adoro.

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    1. Eu assisti o filme e gostei bastante, com certeza o livro deve superar e muito o filme né... Também quero muito ler A mediadora!

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    2. Também nunca li nada dessa autora, mas dentre todas as sinopses dos livros dela, essa foi a que mais me interessou.

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  4. Lendo a sinopse dá muita vontade de ter o livro pra continuar lendo. Infelizmente eu ainda não li nada da Meg Cabot, mas acho que qualquer livro dela que irei gostar pelo menos um pouco. Parece ser bem divertido mesmo *-*

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