sexta-feira, 12 de abril de 2013

Resenha O Cemitério.

O Cemitério 

Autor: Stephen King.
Editora: Objetiva.
Numero de páginas: 243.

Louis se mudou com a familia para um casa na cidade de Maine, espaçoso, o unico problema é a estrada que tem na frente, onde os caminhões passam rapidamente, mas isso não é algo que o preocupe muito a não ser pelo gato deles, mas parecem que ele se adapta bem.
Se da bem com seu vizinho Crandall e a esposa dele que está doente, digamos que Crandall e ele adoram se reunir para tomar umas cervejinhas, não gente eles não são bebados, cerveja normal, pessoalmente não vejo atração, detesto cerveja, eca.
Voltando, uma das filhas de Louis vê uma trilha então eles saem num passeio com Crandall para o cemitério de animais, onde as pessoas enterram seus animais, até aí tudo bem, mas chega o dia em que Crandall conta o que tem além do cemitério de animais, quem você enterrar lá volta a vida, mas não de uma maneira saudavel.
Eu não vou contar o que acontece depois, mas Louis vai uma baita cagada com ajuda do Crandall, King vem com mais um livro que é perfeito, dês da sua maneira de escrever a história que te deixa pensando no que vai acontecer.

Personagens
Louis: ele me irrita por não ser homem o suficiente para fazer o que deve e por escolher sempre fazer a coisa pior que tem disponivel, um clássico ser humano.
Crandall: esse me irrita ainda mais, porque ele sabe o que é a tentação, já viu isso com os próprios olhos e mesmo assim indica o caminho para a pessoa, da vontade de sacudi ele.
Tem a familia do Louis também, mas normalmente quem é mais importante para a história são os dois, são quem mais vão ver nela.

Escrita: Stephen sempre arrasa na escrita, nem preciso comentar.

Capa: eu não tenho essa capa ai de cima, vou colocar abaixo a que eu tenho, eu gosto do tom sinistro delas.

Enredo: gosto de como King enquadra os seres humanos com seus erros e pontos fracos e leva isso ao limite e volta de forma magnifica, esse livro demonstra bem isso.

Classificação: 10/10.

 
Essa é a capa que eu tenho.

Tem o filme, como podem ver acima, eu não me animei a olhar, pois todas as vezes que adaptam um livro do King eu detesto a adaptação.

Os gatos vivem perigosamente e com frequencia tem mortes trágicas, em geral antes de suas próprias expectativas de vida. Ali estava Church, cochilando ao sol (ou, pelo menos parecia), Church, que toda noite dormia pacificamente na cama da sua filha, Church, que fora tão engraçadinho quando filhote, que certa vez ficara todo emaranhado num novelo de lã. E, no entanto, Louis já o vira atacar de surpresa um pássaro com a asa quebrada, enquanto seus olhos verdes brilhavam de curiosidade e – sim, ele seria capaz de jurar – frio prazer. Raramente Church matava aquilo que conseguia pegar, mas tinha havido uma importante exceção, um  grande rato, provavelmente apanhado na viela entre o prédio de apartamentos onde moravam e o prédio vizinho. Church realmente preparara o ataque àquele rato. Ao vê-lo junto do rato e com o focinho salpicado de sangue, Rachel, havia seis meses grávida de Gage, tivera de correr para o banheiro e vomitar. Vidas violentas, mortes violentas. Os gatos podem ser atacados e dilacerados por um cachorro, pois nem todos os cachorros são como os cães enfatuados e tolos dos desenhos animados; podem também ser apanhados por gatos mais fortes, mortos por uma bola de veneno, atropelados por um carro. Os gatos são gângsteres do mundo animal, vivem fora da lei, e frequentemente morrem por causa disso. Era muito grande o número dos que não envelheciam ao pé da lareira.





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