sexta-feira, 8 de março de 2013

Keep Watching The phantom of the opera.



Hey people! Estou de volta com mais uma resenha clássica para vocês! Ok, o filme de hoje não é tão antigo assim, mas a história é mais velha que os meus pais (Beijo mãe!). Estou falando de “O Fantasma da Ópera”, indicado ao Oscar nas categorias de Melhor direção de arte, Melhor fotografia e melhor canção original com Learn To Be Lonely. A lindíssima Sarah Brightman interpretaria Christine Daaé, mas seu divorcio com Andrew Lloyd Webber (Produtor, Compositor e Roteirista do filme) complicou a situação, então grandes nomes como Keira Knigthley, Charlotte Church e Anne Hathaway fizeram testas para pegar o papel. Katie Holmes chegou e ser cotada para a personagem, mas o diretor desistiu, por considera-la muito velha para assumir Christine Daaé nas telonas, fazendo Emmy Rossum levar a maior e conquistar o papel quando tinha apenas dezesseis anos, a mesma idade de sua personagem. John Travolta e Antonio Banderas chegaram a fazer testes para o papel do Fantasma, mas foram superados por Gerad Butler. Pesquisando bastante, descobri que há um erro na capa do filme: Nela, o fantasma aparece com a máscara do lado esquerdo do rosto, enquanto no filme, a máscara está do lado direito. Outra curiosidade é que o Fantasma fala apenas quatorze linhas, o restante, é tudo música, e na cena do incêndio, as chamas eram reais! Sim, o diretor botou fogo no set do teatro! Então, vamos ver a “ficha técnica” do filme independente mais caro já realizado?

Sinopse:
La Carlotta (Minnie Driver) é a diva de uma conceituada companhia teatral, que é responsável pelas óperas realizadas em um imponente teatro. Temperamental, La Carlotta se irrita pela ausência de um solo na nova produção da companhia e decide abandonar os ensaios. Com a estreia marcada para o mesmo dia, os novos donos do teatro não têm outra alternativa senão aceitar a sugestão de Madame Giry (Miranda Richardson) e escalar em seu lugar a jovem Christine Daaé (Emmy Rossum), que fazia parte do coral. Christine faz sucesso em sua estreia, chamando a atenção do Visconde de Chagny (Patrick Wilson), o novo patrocinador da companhia. O Visconde e Christine se conheceram ainda crianças, mas ele apenas a reconhece na encenação da ópera. Porém o que nem ele nem ninguém da companhia, com exceção de Madame Giry, sabem é que Christine tem um tutor misterioso, que acompanha nas sombras tudo o que acontece no teatro: o Fantasma da Ópera (Gérard Butler).

Trilha Sonora:
Trinta músicas! Exatamente, leitores! Esse filme tem uma trilha sonora de trinta músicas, dispostas em dois discos. Levando em consideração que este é um musical com quase três horas de duração, é até entendível essa quantidade monstruosa de músicas, ou seja, se você não viu o filme, e domina bem o inglês, será capaz de saber e entender toda a história do filme só de ouvir as músicas. Ok, chega de papo furado, vamos logo aos comentários das músicas. Claro que eu não gosto de todas as trinta músicas, mas algumas são indispensáveis, e seria quase um crime não comentá-las. A primeira é Think Of Me, música de estreia da Chrstine. Ela é bem suave, como uma ópera romântica, e tem até duas linhas (fala) de Raoul, o galã apaixonado por Christine. Eu seria capaz de tirar todas as músicas entre Angel Of Music e The Phantom of the Opera, de longe as minhas músicas preferidas. Elas se encaixam perfeitamente, explicando bem a história. Outra que me encanta muito é All I Ask of You e sua reprise, que tratam de promessas feitas pelos amantes Christine e Raoul, enquanto o pobre Fantasma ouve tudo. Down Once / Track down this Murderer, duas faixas de uma única cena, farão você chorar, se tiver o coração fraco como o meu, pois é quando Christine Daaé precisa decidir entre o Fantasma e Raoul e eu confesso que não fiquei nada contente com a escolha dela, e ok, eu não vou contar. Alguém me dá um lencinho? Próximo item, por favor!

Primeiras impressões:
Não lembro exatamente quando vi esse filme pela primeira vez, porque eu nem prestei atenção nele, mas ano passado eu o assisti novamente, e que filme! Notas musicais de tirar o fôlego, literalmente falando. Apesar da longa duração, o diretor e o roteirista conseguiram explicar perfeitamente a trama e as aventuras do triângulo amoroso ali formado. É exatamente como um filme deve ser, tendo um início que dá uma introdução à trama, um meio, que é o desenvolvimento dela e um final, até porque, filmes com finais são até um pouco dificeis ultimamente. Apesar de muita gente não gostar de clássicos musicais, eu super indico para as pessoas que não negam um romance sofrido.

Eu espero que tenham gostado e não tenham se assustado com essa resenha monstruosa, mas eu não consegui resumir mais do que isso. Deixem seus comentários e dicas. Até a próxima!!


Chrsitine e O fantasma
Christine Daaé
The Phantom of the opera






11 comentários:

  1. Acredita que ainda não assisti o filme? Meu Deus, estou muuuito desatualizada, hahaha.

    Beijokas flor!!!
    Blog da Mylloka

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    1. Nooossa como isso? É tão perfeito i.i Veja!! Vc não vai se arrepender o>

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  2. Eu já perdi as contas de quantas vezes vi o filme. Não sabia que tinha tanta música assim.

    Beijos,
    Carissa

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    1. Eu também não sabia que tinha tanta música! Mas depois me liguei que por ser um musical enorme, com ctz deveria ter tudo isso .-. Obrigada por comentar ^^'

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  3. Gosto de Filmes envolventes e muito sensuais, entretanto que sejam ''vulgares'' Não e a toa que esse Clássico é um Az quando o assunto é Musica boa + Sensualidade!

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    1. Com certeza!! Legal saber que você gosta de filmes assim! Me deu uma ideia para resenha de um filme bem nesse estilo.

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  4. Eu assisti esse filme, mas ja faz um BOOM tempo isso, deu uma saudade, vou assisti-lo de novo u.u

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    1. Sim sim assista! É sempre bom relembrar um bom filme *0*

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  5. Adorei a resenha e acredita que ainda não vi este filme? Vou ver ele com certeza!

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