terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Lançamentos : Companhia das Letras.

Oi mais uma vez.
A Companhia das Letras divulgou seus lançamentos mais recentes. Como não poderia ser diferente, já sinto a lista, é, aquela tal lista de desejados, crescer!









Como ser babá do vovô -  Jean Reagan 

Cuidar do vovô pode ser muito divertido — basta saber como é que se faz. Nas páginas deste livro, você vai descobrir dicas essenciais, que incluem: como brincar com o vovô, coisas para se fazer num passeio, lanches que o vovô gosta. Assim, da próxima vez que ele vier, você já vai estar preparado, com os lápis de cera, os tubarões de pelúcia e o ketchup a postos!













O mundo de Tainá - Cláudia Levay

Olá! Meu nome é Tainá e eu moro na Floresta Amazônica, um lugar cheio de histórias, povos, bichos e plantas que você talvez não conheça. Já ouviu falar do tupi? Essa língua era falada há muito tempo no Brasil pelos índios e colonizadores que viviam por aqui, e várias palavras desse idioma acabaram virando parte do português e são muito usadas por todo mundo até hoje. Neste livro, eu explico o que quer dizer abacaxi, arara, capim e muitas outras palavras na língua dos índios e também conto algumas lendas que todas as crianças daqui da floresta conhecem. Com certeza você vai se divertir bastante — afinal, no Brasil todo mundo tem coração de índio!













Cidadania, um projeto em construção - André Botelho e Lilia Moritz Schwarcz

Definir com exatidão o significado de cidadania não é tarefa fácil. Desde a Antiguidade, o termo foi sendo adaptado às novas práticas políticas, sociais e econômicas. Mas se existe um fio condutor, ele certamente diz respeito às relações do indivíduo com a sociedade, e talvez por isso hoje esteja tão ligado à luta dos cidadãos pelos direitos civis e políticos. Os textos aqui reunidos tratam de alguns dos principais temas do Brasil contemporâneo: o acesso à justiça, o combate à desigualdade, a distinção entre o público e o privado, a liberdade de culto, a segurança pública, a luta contra o racismo, o reconhecimento da diversidade sexual e a defesa do meio ambiente, temas tão complexos quanto cruciais, cujo debate de ideias é fundamental para a formação desse imenso projeto em construção chamado cidadania.









Nem preto nem branco, muito pelo contrário - Lilia Moritz Schwarcz

Publicamente, em entrevistas à imprensa e pesquisas de opinião, a discriminação racial é condenada por unanimidade pela população brasileira. No entanto, apesar de não se declararem racistas, quase todos os brasileiros afirmam conhecer alguém que seja. A existência do preconceito é reconhecida, mas sua prática é sempre atribuída ao outro. O racismo ganha assim contornos de uma estranha invisibilidade: apesar de não aparecer na forma de políticas oficiais ou manifestações públicas abertamente discriminatórias, está presente nos contatos mais elementares das relações cotidianas. Em Nem preto nem branco, muito pelo contrário, a antropóloga Lilia Moritz Schwarcz aborda um dos temas mais recorrentes na discussão sobre racismo no Brasil: a ambiguidade. Em um estudo abrangente, que trata das relações sociais no país desde a época colonial, este ensaio revela que existe muito mais entre o branco e o preto no Brasil contemporâneo do que supõe o velho mito da democracia racial.











Índios no Brasil - Manuela Carneiro da Cunha

Nos textos aqui reunidos, a antropóloga Manuela Carneiro da Cunha desfaz preconceitos recorrentes e responde a perguntas muitas vezes levantadas: como se determinou a configuração dos territórios indígenas? Quais os fundamentos dos direitos indígenas consagrados na Constituição? Quem pode ser considerado índio? A autora resgata, assim, a história dos índios no Brasil e a história da política indigenista. Mostrando como as ideias de progresso e desenvolvimento mudaram desde os anos 1970, como se conferiu novo valor à diversidade cultural e como foi abandonada a proposta de assimilação, de que eles deveriam “ser como nós”, Índios no Brasil debate a relevância dos povos indígenas para um projeto democrático de futuro.











As figuras do sagrado - Maria Lucia Montes

O Brasil não é mais um país cuja religiosidade pode ser medida pelo número de católicos. A implantação do Estado laico, a chegada das igrejas protestantes, a ascensão do espiritismo e dos cultos afro-brasileiros e a influência crescente das igrejas pentecostais e de diferentes formas de misticismo foram alguns dos motivos que tiraram a igreja católica do centro da religiosidade no país. Historicamente influenciado pela religião, que por quatro séculos esteve associada à vida pública, o Brasil assistiu a vida social se tornar múltipla e fragmentária, sendo então o indivíduo, que não tinha mais uma única força para orientar a sua conduta, convidado a depender cada vez mais de si para eleger os valores que lhe são significativos. As figuras do sagrado faz uma análise importante desse tema central da vida brasileira e mostra que a sua complexidade vai muito além da constatação do tão aclamado sincretismo religioso.












Ceci e o vestido do Max - Thierry Lenain

Max quer de todo jeito que Ceci use um lindo vestido de princesa cheio de laços e fru-frus. Mas ela odeia essas coisas de menina e decide que só vai experimentá-lo se Max fizer o mesmo antes. Será que ele topa?












O segredo do lago - Arnaldur Indridason 

Uma pesquisadora especializada em hidrologia faz medições no lago Kleifarvatn, nas proximidades de Reykjavík. O lago está quase seco, graças a um fenômeno de drenagem natural, e no leito de areia a cientista encontra um esqueleto com um buraco no crânio. Chamada ao local, a polícia descobre que a ossada está amarrada a um antigo dispositivo transmissor russo — graças ao peso do aparelho, o cadáver deve ter permanecido submerso por décadas. O inspetor Erlendur, seu assistente Sigurdur Óli e a detetive gourmet Elínborg mergulham  em uma investigação que os fará reconstituir um crime ocorrido muitos anos antes, mas que continua a refletir na vida cotidiana e na memória dos moradores da capital da Islândia. Nesta história que recua para os tempos da Guerra Fria e alterna-se entre a Reykjavík atual e a Leipzig da Alemanha Oriental dos anos 1950, o consagrado autor islandês Arnaldur Indridason constrói uma intrincada trama investigativa e existencial, que surpreende o leitor até as últimas páginas.







Origens do totalitarismo - Hannah Arendt

Publicado pouco depois da Segunda Guerra Mundial, em 1951, este livro é considerado a história definitiva dos momentos políticos totalitários e um marco na obra de Hannah Arendt. No ensaio, a autora elucida o crescimento do antissemitismo e analisa o imperialismo colonial europeu, para então centrar-se nos dois principais regimes totalitários da nossa era, a Alemanha nazista e a Rússia stalinista. A transformação de classes em massas, o papel da propaganda e o uso do terror são fatores essenciais, segundo Arendt, para o funcionamento desse tipo de regime. Como destaca o professor Celso Lafer, “a incisiva e inesgotável sugestividade do abrangente pensamento de Hannah Arendt torna este livro ponto de referência indispensável para a reflexão político-filosófica no mundo contemporâneo”.




Até a próxima!

6 comentários:

  1. Adorei tudo, afinal, leio também livros que explicam partes da História, como esse último "Origens do totalitarismo". Fiquei super curiosa, adoro esse tipo de leitura, ainda mais para utilizar como complemento nas minhas pesquisas quando faço uma postagem sobre partes da História no meu blog. Curto também livros infantis, apesar de não ter filhos ainda, mas amo de paixão. Sei que o dia em que eu tiver um filho, não irá faltar livros para ele, hehehe!

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  2. Para falar a verdade não me interessei em nenhum. No momento não estou lendo esse tipo de livros, leio mais romances. Mas quem sabe um dia.
    Bjs

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    1. Joyce, pelos seus comentários, acredito que temos um gosto parecido ^^

      Mas, de vez em quando eu leio Hanna Arendt por causa do meu curso de Direito.

      Dentre todos o livro que me interessou foi o "Ceci e o vestido do Max" :D
      Parece fofinho, gostaria de ler com a minha little sister de 9 anos. Ela é minha "desculpa" pra me divertir com coisas infantis. *-*

      Beijinho!

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  3. Este post me fez lembrar que quando eu era pequena todo mundo me chamava de Tainá, então eu tenho que ler este livro! Adorei os novos lançamentos!

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  4. Gostei de Origens do totalitarismo, parece ser muito bom!

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  5. Alguns livros parecem ser bons, mas não sou muito fã desse estilo de leitura.Não me interessei realmente por nenhum deles.

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