terça-feira, 6 de novembro de 2012

Lançamentos Objetiva.


Sinopse - Fim de Jogo, 1945 - O capítulo que faltava da Segunda Guerra Mundial. - David Staffo. - Retirado do Skoob.

Concluir a narrativa da Segunda Guerra Mundial no Dia da Vitória é deixar a história apenas parcialmente contada. A guerra não termina quando cessam as batalhas. Soldados derrotados enfrentam longos dias como prisioneiros, os feridos continuam a morrer, pais buscam obstinadamente pelos filhos desaparecidos e os vitoriosos embarcam em missões épicas para caçar líderes inimigos. Em Fim de Jogo, 1945, o historiador David Stafford preenche algumas lacunas do conhecimento sobre o fim da Segunda Guerra. Ele revela como, para muitas pessoas, 8 de maio de 1945 - o Dia da Vitória na Europa - foi apenas uma breve pausa na ação. O horror e a dificuldade continuaram por muito tempo depois que os Aliados aceitaram a rendição incondicional da Alemanha nazista. Para narrar em detalhes o contexto do final do conflito, o autor entrelaça as vidas de pessoas comuns com as maquinações de líderes políticos e militares. Baseando-se em cartas, diários, testemunhos pessoais, memórias e uma extensa bibliografia, ele remonta a elaborada teia de eventos que levaram à verdadeira resolução da guerra. A invasão soviética, o suicídio de Hitler e a consequente rendição por parte do Eixo são partes-chave da história, mas não eram as únicas tramas em jogo à época. Stafford relata a história de homens e mulheres notáveis. Entre eles, um jovem soldado americano que tenta manter a alma intacta em meio à brutalidade da batalha, lutando em território italiano; Robert Reid, um correspondente de guerra viajando com o exército do general George Patton; Reginald Roy, um soldado canadense que enfrenta bravamente a resistência nazista na costa holandesa; e Francesca Wilson, que trabalha na ajuda humanitária e tenta desesperadamente mitigar o sofrimento trazido pela guerra. Aclamado pela crítica, Fim de Jogo, 1945 reconstrói os meses turbulentos que moldaram o mundo moderno. Mais do que os principais eventos que levaram ao fim do maior conflito humano já ocorrido - como as mortes de Hitler e Mussolini e a libertação dos prisioneiros dos campos de Buchenwald e Dachau -, o livro oferece um panorama pouco conhecido de homens e mulheres comuns, da Europa em meados dos anos 40 e da derrota do fascismo. 



Sinopse - Agora e Sempre - Memórias. - Diane Keaton. - Retirado do Skoob.

"Mamãe adorava provérbios, citações, lemas. Havia sempre bilhetinhos pendurados na parede da cozinha. Por exemplo, a palavra PENSAR. Achei PENSAR pregado num quadro de avisos de seu estúdio fotográfico. Vi a palavra presa com fita adesiva numa caixa de lápis que ela cobriu com colagem. Encontrei até um panfleto com o título PENSAR na sua mesinha de cabeceira. Mamãe gostava de pensar." Assim começam as inesquecíveis memórias de Diane Keaton. Atriz mundialmente conhecida, musa única de Woody Allen e brilhante intérprete de filmes de sucesso, ela se deu conta de que para escrever sobre si mesma também tinha de escrever sobre a mãe e como a estreita relação que construíram definiu suas vidas. Em um notável ato de criação, Diane se revela para nós de forma absolutamente honesta e apresenta a mãe nos mais íntimos detalhes. Durante a vida, Dorothy escreveu 84 diários - literalmente milhares de páginas - nos quais falava sobre o casamento, os filhos e, mais detalhadamente, sobre si mesma. A atriz vasculhou todas essas páginas para pintar um retrato corajoso da mãe - uma mulher inquieta e criativa que lutava para encontrar uma válvula de escape - e da família inteira, recontando uma história que perpassa quatro gerações e quase cem anos. Mais do que a autobiografia de uma atriz lendária, Agora e Sempre é um livro sobre família e sonhos. 




Sinopse - O último homem americano. - Elizabeth Gilbert. - Retirado do Skoob.

A autora de Comer, rezar, amar apresenta nesse livro a trajetória de uma figura brilhante e carismática, que deixou uma vida confortável e mudou-se para as montanhas Apalaches, onde vive até hoje em contato com a natureza e estimula cada vez mais pessoas a seguirem seus passos. O naturalista Eustace Conway sempre dominou diversos conhecimentos sobre a natureza. Aos sete anos, já sabia caçar com facas. Aos 12, partiu para a floresta, sozinho e de mãos vazias, construiu um abrigo e sobreviveu durante uma semana se alimentando do que tirava da terra. Quando completou 17 anos, foi acampar e acabou por deixar a casa da família de uma vez por todas, partindo para as montanhas. Enquanto estudava na Appalachian State University em Boone, na Carolina do Norte, adotou de vez a vida selvagem. Morou numa tenda indígena projetada por ele próprio, fez fogo esfregando gravetos, banhou-se em riachos gelados e vestiu as peles dos animais que havia caçado e comido. Formado em Antropologia e Letras em 1984, Eustace levou poucos anos até completar o sonho de infância: construir uma área de preservação ambiental que servisse como uma "escola da natureza". Ao comprar um grande terreno próximo a Boone, iniciou a Turtle Island Preserve, que até hoje atrai crianças e adultos para aprenderem mais sobre a vida natural e apreciarem uma vivência simples e rústica. Certos episódios na trajetória do naturalista não são dignos de elogios, apesar da idolatria que muitos nutrem por ele. Com honestidade, Gilbert mostra como a personalidade de Eustace é dotada de contradições. Entre namoradas de quem se distanciou e aprendizes de Turtle Island ofendidos por ele, Eustace foi acusado diversas vezes por um suposto apego material - mesmo pregando o contrário -, além de se mostrar estranhamente severo com alguns de seus seguidores. Apesar das críticas dos detratores, os relatos que Gilbert descreve têm uma verdade em comum: o naturalista é uma figura cativante, original e dedicada. A autora conta ainda as extraordinárias aventuras selvagens dele, incluindo a caminhada de 3,2 mil quilômetros na trilha dos Apalaches e uma jornada lendária empreendida pelo naturalista, na qual atravessou os Estados Unidos a cavalo.

3 comentários:

  1. Gostei muito da sinopse do Fim de Jogo, 1945, ainda não o tinha visto pelos blogs literários.
    Este com certeza vai fazer parte das minhas leituras de 2013, a lista só aumenta.

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  2. Não me interessei em nenhum livro, que pena, eu adoro essa editora.
    Mas as capas são lindissimas.

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