quarta-feira, 14 de novembro de 2018

Cine FB: Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindewald.


Título: Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindewald.
Lançamento: 15 de novembro de 2018.
Duração: 2h14min.

Sinopse:
Newt Scamander (Eddie Redmayne) reencontra os queridos amigos Tina Goldstein (Katherine Waterston), Queenie Goldstein (Alison Sudol) e Jacob Kowalski (Dan Fogler). Ele é recrutado pelo seu antigo professor em Hogwarts, Alvo Dumbledore (Jude Law), para enfrentar o terrível bruxo das trevas Gellert Grindelwald (Johnny Depp), que escapou da custódia da MACUSA (Congresso Mágico dos EUA) e reúne seguidores, dividindo o mundo entre seres de magos sangue puro e seres não-mágicos. 

Opinião:

Ontem aconteceu a pré-estreia de Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindewald em Porto Alegre e fui assistir. Uma regra sobre mim é que posso passar anos sem ir ao cinema se necessário (embora ame cinema, a vida de advogada autônoma sem clientes significa pobreza, haha, começo de carreira é ruim ao menos no direito e para quem não tem ninguém da área na família), mas falou em Rowling você VAI me encontrar na pré-estreia mesmo que tenha que vender meus livros para isso (ainda não foi o caso, que bom).

Vamos lá... O fã clube Alohomora criou um evento para os fãs irem assistir no Shopping Praia de Belas o filme e eu e meu namorados fomos lá (meu namorado por ser um bom namorado, pois livros e filmes não são muito a praia dele).

Primeiro tenho que começar dizendo que as pré-estreias de Animais Fantásticos me decepcionam um pouco, pois sempre me lembro da pré-estreia de HP que fui (na época dependia de carona, pois era tarde e não morava na mesma cidade em que tinha a pré-estreia), onde a maioria fazia cosplay e se juntava para ficar gritando de tempos em tempos e era uma energia muito boa, a melhor que experimentei na vida. Mas acho que isso mudou porque agora todos os cinemas tem lugares marcados e naquela época não eram todos que tinham, daí você ficava na fila com a galera toda para pegar bons lugares. Atualmente, todo mundo pode se espalhar pelo shopping e aparecer na hora do filme.

Enfim, mesmo assim é uma reunião legal, pois tinha cosplay lindos (tinha uma Minerva perfeita!) e é ótimo assistir o filme com pessoas que gostam tanto do universo quanto você. Sem falar que os fãs sempre são educados, se tem algo que aprendemos com HP é educação, amizade e coragem.

Mas vamos ao filme:  Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindewald inicia dois anos após Animais Fantásticos & Onde Habitam, com a fuga de Grindewald durante o transporte dele de Nova York para a Europa. Posso adiantar que muita magia é usada nessa cena e que você tem que ficar com os olhos bem abertos para não perder nada.

Após, voltamos a vida do Newt Scamander, com ele tentando ter sua licença para viajar de volta. Nesse momento do filme conhecemos a famosa Leta Lestrange e o irmão de Newt, Teseu.

Sem maiores detalhes para não dar spoiler, logo depois, vemos Dumbledore se encontrando com Newt, ao maior estilo Dumbledore, e tentando convencê-lo a ir procurar Credence em Paris, também ao maior estilo Dumbledore.

Contudo, antes que Newt possa se decidir, Queenie e Jacob aparecem na sua casa. Acontece que Queenie enfeitiçou Jacob para que ele se case com ela, pois naquela época era proibido o casamento entre bruxo e trouxa, o que faz Jacob não querer se casar, pois isso arriscaria a vida de Queenie. É claro que Newt retira o feitiço e Queenie vai magoada para Paris atrás de Tina, que está no local procurando Credence. Saliento que tem uma explicação do porquê Jacob consegue lembrar deles.

Assim, Newt querendo ver Tina e Jacob querendo fazer as pazes com Quennie vão para Paris atrás das duas e obviamente acabam envolvidos na procura de Credence, o qual está por sua vez procurando sua família verdadeira, com ajuda de uma amiga que fez, adivinhem... Nagini.

Agora não me cabe falar mais, pois viraria spoiler do filme. Mas adianto que a cena final é fodástica e que demonstra como um discurso absurdo pode ser comprado por uma população que está cansada do sistema atual (nem lembra nosso país esse ano, imagina).

Quanto aos personagens, Newt continua do mesmo jeito, amando animais e tentando fazer o que é certo. Ele tentando se declarar para Tina é uma das cenas mais fofas e engraçadas do filme.

Tina, embora teimosa, fica mais carismática nesse filme. Ao menos pessoalmente posso dizer que gostei mais dela no segundo filme, pois mostra mais sua humanidade.

Jacob continua trazendo momentos engraçados e leves para o filme com suas trapalhadas, já Queenie é a decepção do filme, pelo destino que J. K. deu para ela, podemos dizer que era necessário, mas certamente não era esperado isso da personagem.

Leta Lestrange e Nagini são as surpresas do filme e ótimas surpresas. Quando terminou o filme, pude dizer que gosto de uma Lestrange e quanto a Nagini você fica se perguntando como ela acabou cobra de Voldemort, não pelo motivo físico que é explicado, mas porque ela não acredita nas coisas que Voldemort pregava. Será a falta de diálogo? Pois ele é a exceção para conseguir falar com cobras... Enfim, vamos esperar para ver.

Referente ao Dumbledore... gosto mais dele nesse filme do que em todas as obras de HP (tenho uma implicância com Dumbledore, pois ele nunca tentou salvar Tom e ao meu ver devia ter tentado quando ele era criança), ele tem suas esquisitices, mas também tem a sua leveza.

Por fim, Grindewald... É complicado falar dele, pois é um personagem que ainda tem muito pela frente, mas podemos dizer que ele acredita fielmente que os fins justificam os meios e que tudo bem matar todos pelo caminho se necessário. Uma das cenas mais marcantes do filme é ele dizendo que não planeja matar todos os trouxas, pois os bruxos vão precisar de servos. Mas J. K. trás um tapa na cara no final do filme, em uma das cenas que envolve Grindewald... espero que fique a reflexão para todos.

Li as críticas quando saíram e adianto, se você é fã vai entender tudo do filme, eu entendi. O problema é pessoas que não assistiram o primeiro filme e também não tem noção do universo de HP querendo ver o segundo filme e entender tudo: você vão vai entender daí. Tinha duas mulheres no banheiro quando sai do filme debochando, mas elas foram ver o segundo (só Deus sabe porquê) sem assistir nem o primeiro pelo jeito, daí complica né!?!

Realmente não é nesse filme que vamos entender porque Credence é importante e também não foi explicado porquê Miverva está no filme se nem havia nascido, em tese, mas acredito que J. K. tenha uma boa explicação futura como sempre.

Se indico o filme? Com certeza. Se voltei para casa com ele? Com certeza. Se estou doida pelo próximo: Com certeza. Hogwarts está lá nos esperando... sempre. E Hogwarts está com nós em nossos corações... sempre.

PS: Senti falta de uma arte foda para tirar foto como teve no primeiro filme. :(



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sexta-feira, 5 de outubro de 2018

Resenha Sedução da Seda de Loretta Chase.


Título: Sedução da Seda.
Autora: Loretta Chase.
Série: As Modistas # 1.
Editora: Arqueiro.
Número de páginas: 304.
Ano de lançamento: 2016.
Cortesia da editora.

Sinopse:
Talentosa e ambiciosa, a modista Marcelline Noirot é a mais velha das três irmãs proprietárias de um refinado ateliê londrino. E só mesmo seu requinte impecável pode salvar a dama mais malvestida da cidade: lady Clara Fairfax, futura noiva do duque de Clevedon. Tornar-se a modista de lady Clara significa prestígio instantâneo. Mas, para alcançar esse objetivo, Marcelline primeiro deve convencer o próprio Clevedon, um homem cuja fama de imoralidade é quase tão grande quanto sua fortuna. O duque se considera um especialista na arte da sedução, mas madame Noirot também tem suas cartas na manga e não hesitará em usá-las. Contudo, o que se inicia como um flerte por interesse pode se tornar uma paixão ardente. E Londres talvez seja pequena demais para conter essas chamas. Primeiro livro da série As Modistas, Sedução da seda é como um vestido minuciosamente desenhado por Loretta Chase: de cores suaves e românticas em alguns trechos, mas adornado com os detalhes perfeitos para seduzir.

Opinião:

Como tenho uma tendência a estranheza, li o segundo livro da série antes do primeiro. Acontece que me apaixonei pela escrita da Loretta e então passei a leitura do primeiro livro. Já adianto que ele não me decepcionou.

As três irmãs Noirot são mulheres nada convencionais para a época em que vivem. São independentes e modistas muito competentes.

Porém elas precisavam de uma estrela para chamar atenção da cidade para suas roupas e assim surge um plano.

Marcelline resolve viajar para convencer o Duque de Clevedon, a quando voltar a cidade, levar seu noiva Lady Clara Fairfax ao seu ateliê.

Considerando que é um romance de época, você já pode adivinhar que essa história não vai acabar bem (ou vai).

Marcelline consegue atrair o Duque com seus vestidos, mas não é somente por eles que Clevedon se sente atraído.

A partir da atração que surge entre eles, Clevedon se vê correndo atrás de Marcelline mesmo sem querer e ela se sente cada vez mais envolvida embora lute contra esse sentimento, pois o que deveria interessar era ter a Lady Clara como cliente, e como ter uma cliente depois de roubar o noivo dela?!

Não se pode dizer que os livros da Loretta são entediantes. Os personagens estão sempre se metendo em confusão ou tendo discussões acaloradas e às vezes muito doidas.

Marcelline e Clevedon conquistam como pessoas individuais e como casal.

É interessante aproveitar o livro para analisar como naquela época os homens tinham vida bem mais fácil que as mulheres e como não podemos jogar fora o avanço que várias pessoas lutaram para conseguir em um mundo machista. Temos que ir em frente e lutar pela igualdade sempre.

Mas voltando ao livro, ainda tem as aparições das outras irmãs Noirot que são sempre interessantes.

Enfim, ao longo da vida já li muitos livros de época e Loretta veio para balançar as estruturas do gênero e mostrar temperamentos fortes femininos naquela época. É como um sopro de leveza em um gênero que estava se repetindo muito. Indico totalmente a obra.



As pessoas viraram o pescoço para olhá-la. Homens dirigiam suas carruagens umas de encontro às outras. Os que estavam a pé batiam a cabeça nos postes, ou uns nos outros. E ela se divertia bastante com tudo aquilo, disso ele não tinha a menor dúvida.
Mas uma costureira? Uma lojista qualquer não era o habitual para Clevedon e qualquer coisa incomum poderia dar um tom diferente aos mexericos. Com esses pensamentos, ela chegou ao andar térreo. Não fizeram nada para acalmar a agitação que sentiam.

-  Tão delicado. Uma das coisas que sempre admirei em você é sua recusa em me tratar com uma mulherzinha imbecil. Em suas cartas, você fala o que sente. Ou, pelo menos, pensei que o fizesse. Bem, talvez você não me conte tudo mesmo.

Não faz mal, disse a si mesma. Sua filha estava viva. Suas irmãs estavam vivas. Começariam de novo. Depois daquela noite, as damas passariam a bater à sua porta.

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terça-feira, 2 de outubro de 2018

Resenha O Duelo dos Imortais de Colleen Houck.


Título: O Duelo dos Imortais.
Precursor da série Deuses do Egito.
Autora: Colleen Houck.
Editora: Arqueiro.
Número de páginas: 112.
Ano de lançamento: 2017.

Sinopse:
Quem são os deuses que regem os caminhos e descaminhos de Amon e Lily, os corajosos heróis da série Deuses do Egito? Por que esses deuses tramam conquistas e vinganças, envolvendo a humanidade em suas maquinações? E por que deixam nos ombros de alguns jovens mortais a responsabilidade pela salvação do mundo? Antes que Lily e Amon se encontrassem, antes mesmo que o caos dominasse o cosmos e os deuses precisassem de três irmãos corajosos para combater o mal, muita coisa já estava em jogo. Em O duelo dos imortais, vamos conhecer a história dos quatro irmãos que assistiam, com seus poderes especiais, o grande Amon-Rá no governo da Terra: Osíris, o generoso deus da agricultura, que ajuda os mortais a crescer e prosperar em seu ambiente natural. Ísis, a linda deusa da criação, que promove a saúde e o bem-estar. Néftis, a doce vidente, que mantém o equilíbrio entre os seres vivos e o universo. E por último Seth, o mais jovem, que cresceu desprovido de poderes e desprezado por todos. Quando, finalmente, os poderes de Seth se manifestam, que efeito sobre a humanidade terá a perigosa mistura de uma infância marcada pela rejeição, uma intensa paixão não correspondida e o incrível poder de desfazer coisas, pessoas... e até deuses? Romance, traição e vingança são os fios que tecem esta trama surpreendente, cujos personagens imortais despertam em nós os mais profundos sentimentos.

Opinião:

O Duelo dos Imortais conta a história dos deuses que vimos em vários momentos nos livros na série Deuses do Egito, com foco em Seth, Osíris, Ísis, Néftis e Amon-Rá.

Seth era o único deus que não tinha poderes e em decorrência disso passava longe de ser o centro das atenções dos irmãos.

Assim, no decorrer dos anos, ele foi acumulando ódio do restante dos deuses por causa disso. Então, quando descobre seu poder de desfazer não o usa para nada produtivo, pois está tomado pelo ódio.

Ainda, Ísis, a deusa da criação, é o objeto de desejo de Seth, que, inclusive, a observa em segredo. Porém, Ísis se apaixona por Osíris, que tenta não se render a deusa, pois o romance entre os deuses é proibido.

Dessa forma, enquanto Osíris ajuda a agricultada a prosperar, Seth destroí ela, as florestas e os animais, inclusive, humanos que passem pelo seu caminho.

Por óbvio não posso contar mais sem entregar todo o livro, que tem sua narrativa própria sobre a história dos famosos deuses.

Gostei da história deles, mas em alguns momentos eles fazem muito mimimi desnecessário. Mas acho que se pode levar como uma lição de que a verdade evita muito caos.

Osíris, ao meu ver, acaba sendo o mais queridinho do livro. Seth é imundo, é a palavra que acho que o descreve. Ísis, as vezes, é sonsa demais e Néftis podia evitar tudo, mas resolve deixar a vida seguir seu curso, o que é bem irritante. Quanto a Amon-Rá, ele se faz de cego além da conta, o que o faz parecer fraco.

Por fim, reitero que é uma boa visão da história e vale a pena a leitura se você acompanhou a série Deuses do Egito.




Com isso, desfez a língua e as mãos do homem que fabricava brinquedos. Foi uma pena, porque o homem obviamente tinha talento, mas não podia existir o risco de ele falar com Ísis antes que Seth estivesse pronto. Com uma saudação debochada, Seth saiu da casa do homem que fazia brinquedos e seguiu para o banquete com seu prêmio.



Então ele se acalmou. Mesmo que Anúbis desconfiasse que era ele o responsável pelas mortes, Amon-Rá não iria necessariamente atribuí-las ao sobrenatural. Ele já tinha sido a causa do óbito de mortais antes; de muitos, na verdade.



Será que isso prejudicaria a mente ou o coração dela? Seria arriscado experimentar algo assim em sua noiva. Ele testaria em outros antes de usar seus poderes nela. Precisava que a mente dela se mantivesse intacta para que pudesse criar feitiços.



Osíris deslizou a mão até a nuca dela e se abaixou para beijar seus lábios carnudos, interrompendo-a no meio da frase e torcendo para que estivesse transmitindo a profundidade de sua emoção naquele beijo.
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quinta-feira, 27 de setembro de 2018

Resenha O Quarto Dia de Sarah Lotz.


Título: O Quarto Dia.
Autora: Sarah Lotz.
Editora: Arqueiro.
Número de páginas: 352.
Ano de lançamento: 2016.

Sinopse:
Em O Quarto Dia, Sarah Lotz conduz o leitor por uma viagem de réveillon que tinha tudo para ser perfeita. Mas às vezes o novo ano reserva surpresas desagradáveis... Janeiro de 2017. Após cinco dias desaparecido, o navio O Belo Sonhador é encontrado à deriva no golfo do México. Poderia ser só mais um caso de falha de comunicação e pane mecânica... se não fosse por um detalhe: não há uma pessoa viva sequer no cruzeiro. As autoridades acham indícios de uma epidemia de norovírus, mas apenas descobrem os corpos de duas passageiras. Para piorar, todos os registros e gravações de bordo sofreram danos irreparáveis. Como milhares de pessoas podem ter sumido sem deixar rastro? Teorias da conspiração se alastram, mas só há uma certeza: 2.962 passageiros e tripulantes simplesmente desapareceram no mar do Caribe.

Opinião:

Vou começar informando que não li o livro "Os Três", então se existem referências interligando as obras, não faço ideia. Mas como obra solo achei muito interessante de acompanhar a história de "O Quarto Dia".

Quem não quer ir em um cruzeiro? Ok, pessoas que tem medo do mar. Mas o ponto é que a maioria das pessoas adoraria. Contudo, se fosse esse cruzeiro você deveria correr para o lado oposto o mais rápido possível.

O Belo Sonhador sai para o mar com o ideal de te entregar um réveillon maravilhoso. Dentro do navio se encontra Celine del Ray e seus amigos, como ela chama as pessoas que acreditam em seus poderes de ver mortos. Como sua assessora se encontra Maddie, que não acredita no "dom" de Celine, e ela tem um guarda-costas para evitar caos nos eventos, chamado Ray (que não presta não).

No começo da obra já descobrimos que Maddie está cansada de Celine, mas se vê continuando no emprego.

Ainda temos no quarto ao lado de Celine, Helen e Elise, duas mulheres idosas que resolveram colocar fim as suas vidas nessa viagem.

Em outro andar, temos Xavier, um blogueiro que está decido a desmascarar Celine. Temos, também, Althea uma empregada que só enxerga a si mesma, inclusive, fingindo ajudar sua colega Mirasol, a qual é preguiçosa.

Logo no começo do livro temos uma crise de Celine que nunca mais retorna a ser a mesma, um assassinato, quando Gary mata uma mulher, e problemas no navio, o que o faz ficar a deriva.

Para ajudar, Jesse, médico do navio, é uma viciado em drogas, que passa a obra tentando não voltar ao seu vício. E a enfermeira Martha não enxerga que cada vez mais ele não se encontra confiável.

O único mais normalzinho é Devi, segurança do navio, que vê o assassinato como um homicídio e não tenta esconder isso e sim descobrir quem matou a mulher.

No meio do desenrolar da história de cada personagem, Maddie tentando lidar com uma Celine que se afastou dela e parece ter adquirido poderes verdadeiros, Helen e Elise enfrentando suas escolhas sobre a morte, Xavier escrevendo em seu blog  e Althea querendo se dar bem na carreira, tem o enredo das pessoas interagindo em um navio parado que não consegue contato com o exterior e não tem os suprimentos necessários.

Você nota que algo estranho está acontecendo com o navio, os passageiros notam, mas ninguém consegue explicar.

Adianto que o que faz o livro ser bom é a jornada, porque não tem explicação nenhuma para tudo que acontece no final.

Ele te deixa ligada nos personagens e na situação durante toda a obra, mas chega ao final com um grande ponto de interrogação.

Embora eu tenha gostado disso, porque talvez uma explicação não fosse satisfatória, se sente a falta de esclarecimentos, te deixa a curiosidade, mas não sei se isso não foi porque não li "Os Três".

O livro pode parecer louco, e é, mas ao mesmo tempo a jornada vale a pena, não tem como explicar exatamente, tentei contar para meu namorado e ele ficou: mas qual a explicação para isso? e não entendeu porque gostei da obra, rsrs.





Então agora ele sabia com certeza que ela fora atacada. Devi fez menção de verificar as imagens do Lounge Sandman, sem dúvida o lugar onde o homem tinha encontrado sua presa. Repassou a agravação, esperando que o programa de reconhecimento facial identificasse o agressor de Kelly. Mas nao havia pontos suficientes para o computador analisar. O rosto do homem estava escondido pelo boné e ele mantivera a cabeça baixa. Devi precisaria verificar quem, do grupo de solteiros, se parecia com a descrição do homem: branco, corpulento, aproximadamente 1,80 metro. Rogelio saberia quem combinava com essa descrição.
Comecei a me sentir mal de novo, por isso voltei à cabine. Sou a única pessoa neste andar. Fede, mas estou cansado demais para me mexer por enquanto.
Ele sorriu de novo. Não era bem o que Maddie chamaria de bonito, e não fazia seu tipo (não que tivesse qualquer tipo nos últimos tempos), mas será que o blogueiro era "completamente vil", como ela e suas amigas costumavam dizer na escola? Meu Deus, de onde isso tinha vindo? Maddie refletiu. Celine era mais do que páreo para Xavier, e talvez fosse interessante assistir.

- Sério. - Ele deu um sorriso amarelo. - Não tive a paciência necessária. Mar curti tábuas de Ouija, mexi com o arcano. Você sabe. Foi um estágio. E vi como era fácil enganar as pessoas.


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terça-feira, 25 de setembro de 2018

Lançamento: Editora Generale.

Oi.
A Editora Generale está com um novo lançamento, com previsão para dia 10 de outubro de 2018. Vamos conferir? :)

Título: Caveiras.
Subtítulo: Toda tropa tem seus segredos.
Autor: Vitor Abdala.
Editora: Generale.
Páginas: 192.
Gênero: Terror.
Previsão de lançamento: 10/10/2018.
Venda: Link.

Sinopse: "O menino correu pelas ruas escuras da favela olhando a todo momento para trás. Seus perseguidores gritavam para que parasse, mas ele sabia que não deveria. Talvez conseguisse chegar à sua casa se tivesse sorte. Era sua única chance. Em sua ingenuidade infantil, esperava que a mãe o protegesse." Numa favela do Rio de Janeiro, Serginho, um menino de apenas 12 anos, é executado com um tiro na cabeça dentro de sua própria casa por cinco homens fardados de preto. Segundo a mãe do garoto, os assassinos são policiais da tropa de elite. O crime está envolto em mistério. Afinal, os caveiras, integrantes do respeitado batalhão, executaram o menino? E por que teriam feito isso? Ivo, um jovem repórter do jornal O Carioca, começa, então, uma busca para saber a verdade por trás dessa história. E, quanto mais ele aprofunda a investigação, mais se aproxima de um terrível segredo que envolve a tropa de elite. Agora, a vida de Ivo e de sua família está em risco. Caveiras é um suspense policial com elementos de horror sobrenatural que mergulha na violência do Rio de Janeiro.
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Uma Capa Encantadora... Uma Dama Fora dos Padrões.


Gosto dessa capa, pois além de bonita, ela faz jus ao título da obra. A expressão da jovem demonstra bem que não vai seguir as regras, o livro já deixa claro que ela sabe pensar e ter suas opiniões e, ainda, adorei a expressão marota dela.

Você tem uma capa de livro que acha encantadora? Então mande a imagem e descreva o porque adora ela para caths_m@hotmail.com e postamos sua capa e opinião aqui no FB.
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quinta-feira, 20 de setembro de 2018

Resenha Maluca por Você de Rachel Gibson.


Título: Maluca por Você.
Autora: Rachel Gibson.
Editora: Jardim dos Livros.
Número de páginas: 120.
Ano de lançamento: 2014.

Sinopse:
Um charmoso policial acaba de chegar à cidadezinha de Lovett, no Texas. Seu nome é Tucker Matthews. Tudo o que ele quer é um pouco de sossego e um lar pra chamar de seu. Seu e de Pinky, sua gatinha de estimação, deixada com ele por uma ex-namorada louca. Mas parece que Tucker tem sorte (ou azar) para mulheres doidas. Sua nova vizinha é ninguém menos que Lily Brooks, ou, a Maluca Lily Darlington, famosa na cidade pelos excessos do passado, como quando entrou com o carro dentro do escritório do ex-marido cretino. Fofocas à parte, Tucker não imaginou que no lugar da suposta barraqueira fosse conhecer uma baita mulher em seus trinta e oito anos, linda, inteligente, sexy e engraçada, que irá virar sua cabeça do avesso. Maluca por você é um romance apimentando e divertidíssimo! Você não vai conseguir parar de ler!

Opinião:

Admito que comprei Maluca por você achando que o livro era maior. Achei ele barato em um site de compras e como gosto das obras que já li da autora coloquei no carrinho.

Acontece que quando chegou achei muito pequeno (levem em consideração que esperava algo grande como os outros que tenho dela, haha), mas como tamanho não é documento e já li livros ótimos com 120 páginas (Stine, adoro!), pensei: É Gibson, deve ser bom e isso que importa.

Porém, não é muito bom não. Basicamente, é sexo e... sexo. A história deixa muito a desejar quanto aos personagens e não te faz mergulhar nela.

Mas vamos  lá...

Lily Brooks, também conhecida como a Maluca Lily Darlington, agora tenta ser uma mulher respeitável, com seu salão de beleza, e uma boa mãe para Pippen, tentando apagar o passado com seu ex e pai de seu filho, chamado Ronnie, que é um perdedor.

Atualmente, ela mora perto da mãe, Louella Brooks, que gosta de dar uma xeretada na vida dos outros e contar as novidades, e leva sua vida de forma pacata.

Contudo, tudo muda quando conhece seu vizinho Tucker Matthews, que se mudou para a casa ao lado junto com sua gata, chamada Pinky.

Então é óbvio que eles sentem uma atração irresistível e acabam fazendo coisinhas por aí, mas as escondidas, pois Lily quer manter a reputação de séria.

Assim, o livro conta sobre o romance deles, mas de forma tão rápida que não te convence que eles se apaixonaram. Parece que transaram, Tucker conquistou Pippen e deu, se apaixonaram.

Os personagens não foram aprofundados. Acho que alguns pedaços ficaram um pouco sem nexo e me senti decepcionada, pois não parecia a escrita da Rachel Gibson que consegue te comover com os romances.

Não é uma porcaria de livro, melhor deixar claro, quem gosta de livro com sexo e mais sexo vai apreciar, só que falta conteúdo para conquistar quem deseja mais do que isso.



Lily fechou os olhos e aspirou o perfume dos cabelos de Pippen. Ela cuidava para que o filho não precisasse ouvir coisas a respeito da mãe esquisita dele na escola. Sabia como era isso. E fazia um esforço muito grande para garantir que nunca o constrangeria e que ele nunca precisasse ouvir os colegas chamando a mãe dele de Maluca Lily Darlington.


Tucker havia dito várias vezes que a queria. Que queria tudo relacionado a ela, mas ele não sabia tudo sobre ela. ele não conhecia seu passado. Não sabia que as pessoas achavam que ela era maluca. Pelo menos, ela imaginava que, se soubesse, ele teria mencionado logo antes de fugir para as montanhas. Não seria ela que diria a ele.



Lily enfiou os óculos no rosto. Bem, era definitivamente o fim do mundo. Não era exatamente uma aprovação absoluta da mãe, pelo menos ela não o estava acusando de crimes contra a natureza.
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terça-feira, 18 de setembro de 2018

Uma Capa Encantadora... O Jardim Esquecido.


Acredito que essa capa me chamou atenção, pois me lembra a Katniss (Jogos Vorazes). Obviamente, deve ser a trança que me lembrou ela, pois o enredo das obras não se relacionam aparentemente (não li este livro).
Também devo admitir que o verde das plantas sempre é um fundo confiável, inclusive e principalmente, para fotos (fica a dica).


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