domingo, 22 de maio de 2016

Resenha Guia das Séries de Priscila Harumi e Vana Medeiros


Título: Guia das Séries.
Autoras: Priscila Harumi e Vana Medeiros.
Editora: Generale.
Número de páginas: 360.
Ano de Lançamento: 2015.
Cortesia da editora.

Sinopse:
O livro apresenta as 100 séries mais comentadas, discutidas e populares dos últimos 25 anos. Em uma curadoria das jornalistas Priscila Harumi e Vana Medeiros, o produto tem resenhas críticas de cada uma das séries selecionadas, com curiosidades e ponto de vistas das profissionais, que também são fãs e consumidoras. Além das resenhas críticas, há conteúdo interativo e engajador sobre o universo das séries no geral, como, por exemplo, como é gravada uma sitcom ou como tudo começou.
Opinião:

O Guia de séries, como o próprio nome já sugere, nos trás informações sobre várias séries atuais ou não do mundo da televisão. Além disso, ele também mostra várias informações legais, como por exemplo várias nomenclaturas do universo das séries, explicações sobre os prêmios mais importantes e etc.

Cada série ganha um espaço de duas páginas, sendo a da esquerda uma grande imagem com informações técnicas, como ano de lançamento, número de temporadas e elenco. Já na página da direita, temos um resumo da história a ser apresentada pelo programa e umas seis curiosidades. O mais bacana é que, quando alguma informação ou curiosidade pode expor demais o enredo, a página vem com um símbolo de spoiler. Confesso para vocês que minha lista de séries aumentou consideravelmente depois de folhear as páginas...

Como a louca das capas, preciso dizer que não gostei muito dessa. Ok que só pelo nome, o livro já atrai olhares, mas a montagem com imagens de séries não é muito agradável aos meus olhos. Outra coisa que não gostei muito por parte da Generale foi o formato do livro + cola usada na lombada. Por ser um livro grosso, talvez fosse melhor usar o formato convencional, pois isso, unido a uma cola ruim, fez com que a lombada do meu exemplar começasse a soltar. Cheguei no final da leitura com a parte de cima solta e a parte de baixo ameaçando se desprender também. O Guia de Séries foi impresso em papel Couchê 90g.

Apesar de gostar bastante do fato de terem disposto as séries por ordem alfabética, acredito que uma ordem cronológica tornaria o guia ainda mais interessante, como uma viagem "no túnel do tempo" até os dias de hoje com as séries mais atuais.

É um livro maravilhoso para as pessoas viciadas em séries, como eu, pois temos a oportunidade de conhecer outras mais, só que o lado ruim é que esse universo é muito rápido, todo ano estreiam muitas séries, varias outras são canceladas ou renovadas, então o guia acaba logo ficando defasado. Para se ter uma ideia, o programa sensação, Game of Thrones estava em sua quarta temporada na época do fechamento da edição, e agora estamos acompanhando a sexta temporada. Mas ainda assim, vale para todo sériemaniaco!

Bem vindo a este mundo fantástico! Não seja tímido e fique à vontade.
Por definição, série ou seriado de TV é um programa de entretenimento em que uma história é contada de forma fragmentada, através de episódios, que formam uma temporada.
Completando uma década de sucesso, o fim foi planejado com cuidado - pois os atores estavam decididos a se dedicar a outros trabalhos ou à vida pessoal. Eram amigos, estavam ali um pelo outro. Ponto final.
 

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sexta-feira, 20 de maio de 2016

Promoção Aniversário de 5 anos do Doce Letras.


Hoje o blog Doces Letras está completando 5 anos e para comemorar nada melhor do que um belo sorteio! Obaaa
O Doces Letras se uniu a alguns blogs amigos e traz para vocês um sorteio de 2 lindos kits.
Vamos festejar?

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Cine FB: Amor e Inocência.

Olá, amendoins! Como vão?

Hoje vim falar de um filme muito muito muito legal. Não sei vocês, mas eu gosto muito de filmes de época, ainda mais quando fala de pessoas que a gente já ouviu falar. Sim sim, nesse filme temos ninguém mais ninguém menos que Jane Austen! Para quem não sabe, Jane Austen foi uma das melhores autoras de romances da Idade Média, tendo títulos como Orgulho e Preconceito, Razão e Sensibilidade, Abadia de Northanger, Emma, etc. Espero que gostem!

Título: Becoming Jane (Amor e Inocência).
Gênero: Biografia/Romance
Ano: 2008.
Direção: Julian Jarrold
País de Origem: UK/Irlanda.
Duração: 120 minutos.


Sinopse:

1795. Jane Austen (Anne Hathaway) tem 20 anos e começa a se destacar como uma escritora. Enquanto ela está mais interessada em desvendar o mundo, seus pais querem que ela logo se case com um homem rico, que possa assegurar seu status perante a sociedade. O principal candidato é o sr. Wisley (Laurence Fox), neto da aristocrata Lady Gresham (Maggie Smith), mas Jane se interessa é pelo malandro Tom Lefroy (James McAvoy), cuja inteligência e arrogância a provocam.


Opinião:

Particularmente, não sou muito fã de filmes de romance. Mas tenho que admitir, tem alguns que me conquistam e esse filme foi um desses. Não posso nem falar muito, porque eu sou super fã dos romances da Jane Austen (lembrando de que eu não sou fã de romances em geral), então foi amor à primeira vista. No filme, a Jane Austen (interpretada pela diva da Anne Hathaway) se apaixona pelo advogado Thomas Lefroy, que foi obrigado pelo seu tio a passar um dia com seus parentes. Nisso, ele conhece a Jane. No começo, ele começa implicando muito com ela. Jane é bem diferente, tem um jeito de pensar único e gosta muito de ler. Então ele fica zombando dos livros dela, mas depois começa a perceber a graça nas peculiaridades de Jane.


O filme é baseado em algumas cartas da própria Jane Austen em correspondência com a sua irmã e outras pessoas. Então você realmente se sente na pele da Jane e vê tudo o que ela passou. No começo ela não tinha nenhuma pretensão de se apaixonar pelo Lefroy, nem ele por ela, mas é algo tão devagarinho e inevitável que você falta morrer de amores. Nisso, eles resolvem finalmente se entregar ao romance e aí é que você morre de fofura. É como se tudo o que você sonhou (não sei vocês, mas eu tenho uns sonhos impossíveis assim) fosse vivido pela Jane e ele.


Mas, como todo mundo sabe, nem tudo são flores. Com o tempo, começam a aparecer problemas entre as famílias deles, empatando um pouco o romance. Nisso, você vê o crescimento da maturidade da Jane e o surgimento de sua carreira de escritora. É exatamente como o título sugere, ela vai se tornando a Jane que a gente conhece. É gracioso observar o quanto da vida dela ela conseguia colocar nos seus livros. Suas paixões, anseios e até um pouco do que ela estava vivendo, assim como o desenvolvimento de sua criatividade e sua forma suave de conquistar leitores - que perduram até hoje né.

O filme é lindo, super leve. Tem uma fotografia e um figurino dos mais impecáveis, definitivamente deslumbrantes. Incrível ver como a Jane transcendia as mulheres da geração dela. Lindo demais ver as semelhanças da vida de Jane e da Cassandra (irmã dela) com Elizabeth e Jane Bennet de Orgulho e Preconceito. Difícil ver como ela sofreu por se tornar um ícone da literatura, mas o quanto ela foi forte como mulher e como escritora. Ela queria apenas mostrar o que era escrever com o coração, mesmo o dela passando por tempos tão confusos.


Enfim, se eu me delongar muito vou contar o filme todo! Só quero dizer que esse é um dos filmes biográficos mais lindos que já vi na vida! Não tem como não se apaixonar pela Jane e tudo o que fez ela se tornar essa autora maravilhosa que influenciou e influencia gerações por séculos. E sou suspeita para falar, porque eu também sou super fã dos dois atores principais. E ainda de quebra temos as lindas da Maggie Smith e da Julie Walters. Filme maravilhoso.

Nota: 9,0.

Trailer:

"I'm yours, heart and soul..."

Isso não te lembra algo tipo:

"You have bewitched me body and soul... "

Hein, hein, hein?

Isso é tudo, pessoal!

E aí, ficou com vontade de assistir? Espero que sim! Se já tiverem assistido ou se assistirem e gostarem, me avisem, por favor! Se vocês quiserem comentar sobre o filme, falar sobre os filmes das dicas anteriores se vocês assistiram ou não (assistiram A Estranha Vida de Timothy Green e Frequencies? Quero muito saber a opinião de vocês, viu?), falar sobre novos filmes, dar dicas pros próximos posts ou falar sobre qualquer outra besteira, comenta aqui em baixo!

Beijinhos nas sobrancelhas.
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quarta-feira, 18 de maio de 2016

Projeto Resenhando. - Sua resenha pode lhe dar um livro! #1


Olá.
Nesse mês, que é aniversário do Fantastic Books, tive a ideia de um projeto super simples.
Já pensou em fazer uma resenha de qualquer livro da editora e concorrer a outro livro? Bem simples né!?! E é assim que vai ser. Vou colocar as regras abaixo para você entender.
Regras:
* 1ª Etapa: Entre o dia 18 de maio de 2016 e o dia 01 de junho de 2016 você deve enviar para caths_m@hotmail.com uma resenha de algum livro da Editora Chiado. Você pode escolher qualquer livro que já tenha lido da referida editora.
* 2ª Etapa: Sua resenha será publicada no Facebook do blog no dia 04 de junho de 2016 em um álbum com o nome do projeto.
* 3ª Etapa: O(A) autor(a) da resenha que tiver mais curtidas (vale reações, como "amei", "triste", etc) até o dia 24 de junho de 2016 poderá escolher um dos livros de uma lista que será enviada pela Editora Chiado.

Observações:
* Devido ao projeto ser experimental e não sabermos como será a aceitação deste pelo público, somente seguirá para a segunda etapa se tiver no mínimo 10 participantes na 1ª etapa. 
* Válido uma participação por pessoa.

Então a partir de amanhã você pode enviar sua resenha para caths_m@hotmail.com de qualquer livro da Editora Chiado e concorrer a outro livro!
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terça-feira, 17 de maio de 2016

Resenha O Caminho Para Casa de Kristin Hannah.


Título: O Caminho Para Casa.
Autora: Kristin Hannah.
Editora: Arqueiro.
Número de páginas: 352.
Ano de lançamento: 2012.
Cortesia da editora.

Sinopse:
Durante 18 anos, Jude pôs as necessidades dos filhos em primeiro lugar, e o resultado disso é que seus gêmeos, Mia e Zach, são adolescentes felizes. Quando Lexi começa a estudar no mesmo colégio que eles, ninguém em Pine Island é mais receptivo que Jude. Lexi, uma menina com um passado de sofrimento, criada em lares adotivos temporários, rapidamente se torna a melhor amiga de Mia. E, quando Zach se apaixona por ela, os três se tornam companheiros inseparáveis. Jude sempre fez o possível para que os filhos não se metessem em encrenca, mas o último ano do ensino médio, com suas festas e descobertas, é uma verdadeira provação. Toda vez que Mia e Zach saem de casa, ela não consegue deixar de se preocupar. Em uma noite de verão, seus piores pesadelos se concretizam. Então a vida dá uma guinada, levando os personagens a viver sentimentos intensos – amor e ódio, culpa e perdão – que qualquer um de nós poderia experimentar. Uma decisão muda seus destinos, e cada um deles terá que enfrentar as consequências – e encontrar um jeito de esquecer ou a coragem para perdoar. O caminho para casa aborda questões profundas sobre maternidade, identidade, amor e perdão. Comovente, transmite com perfeição e delicadeza tanto a dor da perda quanto o poder da esperança.
Opinião:

Faltava esse livro da Kristin Hannah para ler do catalogo da Editora Arqueiro e não me aguentei e pedi. Novamente a obra me destroçou, me fez chorar muito e me deixou em depressão. Me perguntou meu namorado porque eu leio os livros dela se acabo assim. A resposta é que ao mesmo tempo que os livros acabam com você, eles acrescentam em você.

Jude é a mãe perfeita. Como sua mãe, Caroline, foi o oposto disso, ela sempre quis que os filhos soubessem que são amados. Então Zach e Mia cresceram numa família basicamente perfeita. Jude vivia em volta dos filhos e Miles sustentava a casa, sendo médico e a família sendo rica.

Por outro lado, Lexi teve suas esperanças destruídas várias vezes. Sua mãe era drogada e sempre que saia da prisão pedia sua guarda de volta. Dessa forma, Lexi vivia trocando de casa. Até que sua mãe morre e ela vai morar com sua tia-avó, Eva.

Eva conseguiu uma vaga para Lexi em uma boa escola, junto com os filhos de famílias ricas. O que é o oposto do que elas são. Eva trabalha em um mercado e as duas moram em um trailer velho alugado.

No primeiro dia de aula Lexi resolve não almoçar no refeitório e sai para o jardim do colégio. Ela vê uma garota embaixo de uma árvore lendo um exemplar de O Morro dos Ventos Uivantes. Quando Lexi pergunta se pode sentar com a garota, Mia responde que isso é suicídio social. Mas Lexi não liga e senta. Assim as duas se tornam melhores amigas.

É nesse mesmo dia que Lexi descobre que o garoto que falou com ela na primeira aula e por quem ela se encantou é irmão de Mia. Quando Jude leva Lexi para casa conta que Mia teve uma grande decepção com outra amiga que se aproximou dela só para ficar com Zach. Por conseguinte, Lexi promete a si mesma enterrar seus sentimentos por Zach.

Anos passam e a amizade entre Mia e Lexi continua extremamente forte. Quando Lexi descobre que Zach gosta dela há anos também eles se vêem tendo que contar para Mia, que, felizmente, reage bem. Assim os três se tornam inseparáveis.

Até que um acidente acontece e tudo muda. Um deles morre. Outro vai preso. Isso acaba com Jude, ela não consegue se recuperar, não consegue agir normalmente e nem deixar a dor e raiva de lado por anos. Até que a pessoa que dirigia no acidente é solta e Jude se vê tendo que enfrentar os fantasmas e decidir entre continuar com raiva ou perdoar.
Não tem como não se emocionar nos livros da Kristin Hannah. Ela conseguiu desconstruir Jude, da mulher que amamos no início do livro à uma pessoa que temos vontade de sacudir para ver se volta ao normal, e ao mesmo tempo entendemos que isso acontece, as vezes você quebra e é extremamente difícil voltar a se colar.

Lexi é uma personagem que da vontade de você estender a mão. Sempre passando por coisas difíceis. Quando ela acha que a vida vai melhorar acaba recebendo uma rasteira e mesmo assim ela continua tentando escolher o que é melhor para os outros. Mia é adorável, um tanto quanto mimada, mas incrivelmente boa. Zach foi o que menos gostei, achei ele fraco perto dos outros personagens.

Novamente a autora trouxe personagens femininos mostrando a força da mulher. O Caminho Para a Casa na verdade é um livro de descobrimento de como encontrar o caminho para chegar ao seu lar, seja ele qual for. Como voltar depois de tudo ter sido destruído.

A capa é linda e acho que a garota representa bem a Mia. Indico totalmente esse livro, mas aviso que é bom ler com um lencinho por perto se você é de chorar em livros. Eu que não sou muito de chorar lendo fiquei até com o rosto inchado.

Jude franziu a testa. Tudo isso a pegara de surpresa. A situação toda a preocupava, mas ela não queria ser o tipo de pessoa que julga alguém só pelas circunstâncias. E, naquele instante, Lexi parecia ser a adolescente mais sofrida que ela já vira. Tudo nessa menina irradiava derrota. Sem dúvida alguma, ela já sofrera muitas decepções na vida.
Eles estavam pegando a estrada errada. Ela precisava pisar no freio, dizer que não era uma boa eles se apaixonarem e esquecer tudo. Agora, enquanto ainda era capaz disso. Devia dizer que não, que ela não faria nada que comprometesse sua amizade com Mia. Mas, ao olhar para ele, não teve forças para rejeitá-lo. Ele fazia toda a dor cessar.
Lexi queria dizer que não, ou ao menos ficar indecisa quanto ao que fazer, mas não era assim. Algumas medidas eram óbvias. Ela já tinha escolhido o caminho errado antes, pondo em risco a amizade com Mia e seu lugar nesta família. Naquele momento, como agora, o amor e o desejo a haviam cegado. Era um erro que ela se recusava a repetir.
Jude deveria se sentir envolvida pelo carinho da amiga, mas não conseguia sentir nada. Não naquele momento, enquanto olhava para o lindo anel inacabado, com um espaço vazio onde deveria estar a pedra.
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domingo, 15 de maio de 2016

Resenha As Crônicas de Della Tsang de C. C. Hunter.


Título: As Crônicas de Della Tsang.
Autora: C. C. Hunter.
Editora: Jangada.
Número de páginas: 144.
Ano de lançamento: 2014.
Cortesia da editora.

Sinopse:
Esta é uma introdução à história de Della Tsang, uma das melhores amigas sobrenaturais de Kylie. Independente e destemida, Della não acredita em fantasmas até que vê seu falecido primo atravessando um beco escuro. Ela também não acredita em vampiros, até que se transforma em um deles! Agora Shadow Falls está enfrentando um problema que pode finalmente expor os sobrenaturais ao resto do mundo! Seres humanos estão sendo assassinados e vampiros criminosos podem ser os culpados. Della é então designada para ajudar a encontrar os responsáveis pelos assassinatos, junto com Steve, um metaformo supergato, e que ela acha atraente demais para ser confiável. Mas ela precisará de sua ajuda, pois se tiver êxito em sua missão, Della talvez até consiga o emprego dos seus sonhos: trabalhar para a UPF o FBI do governo sobrenatural.
Opinião:

As Crônicas de Della Tsang tem dois contos, um chamado Transformada na calada da noite e outro denominado Salva ao nascer do sol que introduz a história de Della Tsang.

Não li a série Acampamento Shadow Falls então fui muito interessante para descobrir o passado da personagem antes de começar a ler o livro Renascida. Della é uma das melhores amigas de Kylie que é a protagonista da série original.

Transformada na calada da noite conta como Della se transformou em vampira. Era uma garota normal, forte, que tinha um pai oriental com mania de cobrança, uma mãe que abaixava a cabeça demais e uma irmã mais fraca que Della acredita precisar cuidar. Della é mestiça, tendo somente o pai oriental. Um dia quando ela está esperando o namorado vir buscá-la em uma festa vê o seu primo morto e resolve ir atrás dele. Só que chegando no local é atacada por um bando de lobisomens, sendo salva pelo seu primo. Porém, Della machucou a mão e quando encosta no primo ativa o gene de vampiro. Assim, começa a conta a transformação dela e como terminou no Acampamento Shadow Falls.

No conto Salva ao nascer do sol Della é estudante do referido Acampamento e recebe uma missão junto com outro estudante, Steve, devendo eles se disfarçarem e tentarem entrar em uma gang de vampiros, para descobrir se é esse grupo que anda matando humanos na iniciação. Ocorre que Della foge de Steve durante a noite para ver como está a família e o ex-namorado e o que descobre não é muito bom. No decorrer do conto começa a rolar um clima entre ela e Steve, que acredito ser explorado durante os livros da série.

Se você tem a oportunidade de começar a leitura por esse livro acho muito proveitoso. Como não li a série, me deixou doida para começar Renascida logo, visto que adorei a personagem, é forte e tem uma boa personalidade. Certamente, promete ser uma série muito boa.

A capa é linda e acho que escolheram perfeitamente a modelo para a capa, é feminina e ao mesmo tempo demonstra poder.

- Merda! - sussurrou Della. - Está acontecendo de novo. - E quando ela olhou para a enfermeira, aquela coisa louca na testa tinha aparecido novamente. Era como se Della pudesse ver dentro da cabeça da enfermeira, como naqueles filmes de terror baratos. Ela podia ver a frente... do cérebro dela! Sim, parecia um cérebro, só que não eram os miolos. Eram linhas estranhas em zigue-zague, como um cruzamento entre arte moderna ruim e hieróglifos antigos.

- Não, você não vai morrer - disse Chan, mas Della viu a dúvida nos olhos dele. - Você é muito teimosa. Della Cabeça-Dura não pode morrer. Está me ouvindo? Você não pode morrer, Della. Precisa aguentar firme.

- Ele saberia que isso não é verdade mesmo que não pudesse ouvir a mentira nas batidas do seu coração. Se você me irritasse, eu não teria parado num olho roxo. Você ficaria com hematomas no corpo todo.

Engolindo um nó na garganta, cheia de arrependimento, ela se forçou a dizer. Parte dela esperava que não tivesse que insistir. Mas isso era para covardes. E Della Tsang não era covarde. Além disso, Steve merecia saber de antemão que o problema não era ele. Era ela.

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sábado, 14 de maio de 2016

Lançamento: Cinco Anos - Os desafios da vida a dois.

O Fantastic Books fez resenha do livro Cinco Anos em 2014 (pode ler clicando aqui) e agora vem apresentar para vocês a continuação da referida obra.

Marcos e Ângela estão prontos para iniciar seu "felizes para sempre" e compartilhar tudo: as alegrias, tristezas, e dificuldades do dia a dia. A vida do casal passa por vários estágios e eles conseguem continuar unidos mesmo com a pressão do novo trabalho de Ângela em uma revista feminina, a criação do filho pequeno, as viagens impostas pelo trabalho de Marcos como jornalista, e a complicada relação entre ele e o pai. Quando uma sucessão de eventos recai sobre a família Andrade, colocando-os em conflito, caberá a Marcos decidir até que ponto permitirá que a mágoa do passado interfira em seu futuro. Poderá um grande amor sobreviver à tempestade? 



Cristiane Broca é autora de várias obras, sendo a mais conhecida o romance Cinco Anos. Iniciou sua carreira literária em 2012 e desde então escreve histórias românticas e realistas que visam entreter e provocar reflexões em seus leitores. Possui alma de poeta, e além de escritora é blogueira, youtuber e nerd da informática. 





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sexta-feira, 13 de maio de 2016

Lançamentos: Grupo Autêntica.

Olá.
O Grupo Autêntica vem com lançamentos para todos os gostos no mês de maio. Me conte qual seu livro preferido dos expostos abaixo.

Esse é um livro cheio de aventuras, mas com aquele toque de amor e motivação para realizar os sonhos, porque a gente sabe que às vezes faz falta um empurrãozinho no meio da luta diária. Além de explorar o que você sente, convidamos você a sair da zona de conforto e observar o mundo à sua volta, seja viajando, seja conhecendo sua cidade, seja tomando coragem para conhecer as pessoas e as coisas que estão por perto e que você nem sempre nota. Este é um livro sobre viagens – dentro e fora do seu coração. É um mapa para as coisas pequenas e especiais da vida. Cada minuto que você dedicar a ele tornará sua visão de mundo ainda mais ampla e especial. Mas ele só vai te mostrar os caminhos se você topar embarcar nesta loucura, fazendo-o seu de verdade. Com frases e reflexões, ilustrações fofinhas, fotos e tarefas que fazem a gente sentir vontade de largar tudo e ir viajar na hora, além de playlists para embalar os dias… E aquela carinha de diário que ajuda tanto na hora de abraçá-lo e fazer as atividades como se fosse seu melhor amigo. Nunca se esqueça de coloca-lo na bolsa! E fica aqui um convite: fotografe e publique tudo o que você fizer no seu Livro do Bem nas redes sociais com tag #livrodobem. Porque o que é do bem merece ser compartilhado. - Número de páginas: 192.

Diana Highwood estava destinada a ter um casamento perfeito, digno de flores, seda, ouro e, no mínimo, com um duque ou um marquês. Isso era o que sua mãe, a Sra. Highwood, declarava, planejando toda a vida da filha com base na certeza de que ela conquistaria o coração de um nobre. Entretanto, o amor encontra Diana no local mais inesperado. Não nos bailes de debute em Londres, ou em carruagens, castelos e vales verdejantes… O homem por quem ela se apaixona é forte como ferro, belo como ouro e quente como brasa. E está em uma ferraria… Envolvida em uma paixão proibida, a doce e frágil Diana está disposta a abandonar todas as suas chances de um casamento aristocrático para viver esse grande amor com Aaron Dawes e, finalmente, ter uma vida livre! Livre para fazer suas próprias escolhas e parar de viver sob a sombra dos desejos de sua mãe. Há, enfim, uma fagulha de esperança para uma vida plena e feliz. Mas serão um pobre ferreiro e sua forja o “felizes para sempre” de uma mulher que poderia ter qualquer coisa? Será que ambos estarão dispostos a arriscar tudo pelo amor e o desejo? - Número de páginas: 144.

Zoé trabalha em excesso e ainda precisa suportar o namorado desempregado e grosseiro. Até que cruza o caminho de Thomas, um escritor de sucesso à procura de inspiração. Nada intelectual, ela não sabe diferenciar Balzac de Batman, mas vai ter que ficar esperta… porque Thomas esconde um segredo que coloca Zoé no meio do que pode se tornar o escândalo literário do século. De uma das quadrinistas mais conhecidas da França, Uma morte horrível é uma história de amor e ambição com uma heroína inesquecível. - Número de páginas: 128. 





O perigo ronda mais uma vez! Os recursos marinhos do Mundo da Superfície estão sendo drenados, ao mesmo tempo em que relíquias antigas e tesouros são roubados do grande museu da capital… E ninguém sabe o motivo. Esse é o início de uma nova aventura para o Capitão Rob e os soldados do batalhão Zero, uma história que coloca nossos heróis contra o maior desafio de suas vidas. - Número de páginas: 240.








“Naquele brando inverno carioca de 1938, Mário de Andrade dava os primeiros passos de uma vida nova. Tinha anunciado à família que saía de férias, mas era mudança mesmo. Precisava fugir de São Paulo custasse o que custasse, embora com o sacrifício de arrostar pela primeira vez, já quase aos 45 anos, o afastamento do convívio materno que o aconchegava. Ir ao Rio de Janeiro ia sempre, com alvoroço de menino. Achava maravilhosa a natureza; a gente o surpreendia e encantava. Cidade enfeada pela miséria, mas rica de humanidade, amava-a à distância, de amor platônico, feito de furtivos contatos. Numa de suas breves temporadas, assistiu ao carnaval carioca. A festa popular inspirou um poema em que botava pra fora sua “frieza de paulista”, seus “policiamentos interiores”. No Rio, convivia alegre com amigos escritores e artistas, entrava pela noite em discussões, lia e ouvia poemas nascidos de uma nova estética da qual ele, já conhecido como o “papa do Modernismo”, era pioneiro. Quem sabe, pensava, não poderia morar lá? Desta vez trazia uma mágoa muito funda, causada pelo naufrágio de um projeto a que se dedicara todo durante três anos, à frente do Departamento de Cultura da Municipalidade de São Paulo. E essa amargura foi o elemento aglutinador de dores esparsas do corpo e da alma, sorrateiramente acumuladas. Até então costumava dizer, descuidado: ‘Eu sou feliz!’. Mas de repente acontecera aquele grande dissabor, que o punha desarvorado diante das armadilhas do destino. Tinha ideia formada: considerava o destino uma conquista, realização perfeitamente controlada de “tendências pessoais”, e não trama inelutável dos fatos. Agora, desmoronada essa certeza, tudo ficava muito confuso. O jeito foi a fuga, o exílio no Rio.” - Número de páginas: 224.

Este livro-reportagem de Lícia Loltran é um convite à desconstrução de estereótipos sobre os relacionamentos homoafetivos. Há, na sociedade, uma distorção quanto ao público e o privado dessas relações e uma tendência em limitá-las, apenas, ao campo do sexo e da intimidade (privado) e não ao da afetividade, da busca pela felicidade e do respeito à diversidade. De forma humana e sensível, Lícia Loltran traz para o público leitor histórias de vida que ressaltam a busca pela felicidade fora dos “padrões” judaico-cristãos. Essas histórias também destacam as dificuldades de casais homoafetivos na legalização de suas uniões, nas adoções e, principalmente, na superação de preconceitos. Mesmo que o teor “militante” não se faça presente nos textos, este livro é, na verdade, uma brilhante iniciativa de humanizar casais de mulheres com filhos que fogem da heteronormatividade, mas que, para existirem, tiveram de se sujeitar a leis e à ordem estabelecida. Nesse sentido, o livro tem uma perspectiva política, pois traz situações decorrentes da própria luta dos casais homoafetivos, como a superação de barreiras familiares, sociais e institucionais. Tudo isso sem cansar o leitor, pois cada narrativa está recheada de detalhes, singularidades que, no conjunto, se tornam plurais. Na verdade, a leitura de Famílias homoafetivas: a insistência em ser feliz é mais que um convite à reflexão sobre o sentido de democracia e de respeito à diversidade em uma sociedade ainda homofóbica. - Número de páginas: 192.

André Bazin nos mostra como ver, ouvir, sentir, compreender filmes e escrever sobre eles. Lições de coisas e de estilo. Ensina que filmes não “falam” disto ou daquilo, nem “abordam” este ou aquele tema. Filmes se “fazem com”: sobreimpressões, panorâmicas, reflexos em vitrinas, o barulho de uma descarga sanitária, posições de corpos no espaço, músicas, profundidades de campo, as peculiaridades dos sotaques das pessoas, reenquadramentos para a esquerda e para a direita, luzes e sombras. Os recursos da cozinha e do gosto cinematográficos. No cinema, a realidade é aquilo em que acreditamos, e não o que “de fato é, ou foi”, crença criada por regras do jogo (do discurso) articuladas como sistema internamente referido e supostamente coerente, propostas implicitamente pelo filme e inferidas pelo espectador. Devemos sempre falar de efeitos de realidade, em vez de reprodução do real. Para Bazin, Jean Renoir descobriu, reinventou, estendeu e exemplificou as muitas possibilidades do realismo no cinema, para que este fosse fiel à sua vocação. O filho de Auguste Renoir se afirmou como homem do futuro, que nenhum progresso técnico incomodou, e foi um dos mestres do realismo cinematográfico. - Número de páginas: 224.

Num de seus primeiros livros, Infância e História, Giorgio Agamben sustenta que a cultura moderna não conseguiu elaborar uma ideia do tempo de acordo com sua concepção da história. Isso se deve, explica, à herança grega que, para além de suas diferenças, segue presente na representação cristã do tempo que a cultura moderna secularizou. De fato, retomando uma expressão de Santo Agostinho, quer se trate do círculo, quer se trate da linha, ou seja, da temporalidade circular dos antigos ou da linearidade dos cristãos, o tempo é sempre concebido como uma sucessão contínua de pontos. E, desse modo, a experiência cristã do tempo permanece presa na subordinação ao espaço. O presente trabalho procura confrontar esse duplo desafio: trazer à luz a experiência cristã do tempo, isto é, do tempo do Messias, para dispor de uma ideia do tempo à altura da dimensão histórica do homem. Dividido em seis jornadas, o autor se ocupa das dez primeiras palavras da Carta de Paulo aos romanos. Cada uma delas é objeto de um comentário erudito que se alimenta das mais diversas fontes: da própria Escritura, da filosofia, dos midrashim judaicos, do direito romano, da literatura, etc. Todas se encaminham para o mesmo lugar, até um agora que já não é um ponto na sucessão do círculo ou da linha, mas um tempo que resta, que se contrai para abrir o presente à sua dimensão mais íntima. Dois livros de Agamben são originalmente seminários, A linguagem e a morte, em que aparece pela primeira vez a figura do homo sacer, e o presente trabalho. Na minha opinião, eles representam, em grande parte, os pilares conceituais de sua vasta obra. - Número de páginas: 216.

Esta compacta e vigorosa publicação, Formação de professores e Direitos Humanos: construindo escolas promotoras da igualdade, de Keila Deslandes, incide com muita propriedade no contexto brasileiro recente, marcado por ameaças aos valores democráticos. Cartografando o campo de tensões que se estabeleceu nacionalmente em torno dos temas gênero e diversidade nas escolas e políticas educacionais, a autora recuperou, em seu texto, análises sobre o conceito de gênero e sua incidência nos principais documentos federais, que embasaram as políticas educacionais do Brasil no período 2005-2015. Além disso, mapeou o revide de grupos fundamentalistas religiosos atuantes no poder Legislativo, analisando as alterações dos PNEs relativas à temática gênero e diversidade, bem como projetos de lei elaborados para impedir a abordagem de gênero nas escolas. Constituiu, com sobriedade, o campo controverso dos usos da categoria gênero, convidando, assim, o/a leitor/a a refletir sobre as políticas educacionais brasileiras contemporâneas e o papel das escolas na promoção da igualdade de gênero. - Número de páginas: 112.

As imagens de Alex Lutkus são impactantes, únicas e, certamente, deixam marcas. Desconfio que Lutkus seja mágico! E, como todo mágico, ele precisa de palavras mágicas, rápidas. Certeiras. Precisa da poesia que só o Leo Cunha faz com tanta simplicidade e sofisticação. Conclusão: texto e imagem se encaixam que nem coelho e cartola. Uma beleza! Hoje é dia de magia: que tal abrir a caixa surpresa? - Número de páginas: 32.
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